marcos2

marcos2

MARÇO 2017 - TRAVESSIA NO CARIBE - 5 ILHAS - 5 PAÍSES (27ª VIAGEM)

http://esporte.travessias.com/index.php/component/k2/item/743-marco-2017-travessia-no-caribe-5-ilhas-5-paises-27-viagem 

 

 

 

chegando nevis

 

 

 

Diário de bordo 27ª viagem Travessias.com com Marcos Pinheiro 

MARÇO 2017 - TRAVESSIA SAN KITTS Y NEVIS + ST MARTEEN + ANGUILLA + ST BARTS

Tripulação da expedição: TURMA DO JOLÊNIO.
Estrelando:
Leila de Curitiba como leilinha! 
Laís de Porto Alegre como a dona a caixinha! 
Teresa como teca! 
Marcos como capitão! 
Assis como Jolênio!


Dia 0 – 19 de março - domingo – Floripa – Porto Alegre – Fortaleza – Brasília 
A Léia me levou para o aeroporto em Floripa.
As 11h, o Giuseppe, companheiro de outras viagens fez a gentileza de me esperar no salgadinho, apelido do terminal 2 de Porto Alegre. 
Fomos direto pra casa da Paula, amiga da família, nos preparou um banquete, com direito a ambrosia e branquinho de sobremesa!
Fizemos como “cachorro magro” almoçamos, agradecemos e saímos logo.

1paula

A Laís me esperava, para buscarmos a Leila que vinha de Curitiba, também no salgadinho. 
Café na casa da Laís, as 16h fomos para a ACM, onde fiz uma palestra para um publico vibrante! 

O Assis, chega em Brasília, desde Fortaleza, tomou uma sopinha de dar inveja na casa da dona Paquita, mãe da Teresa. 
Obrigado ao Professor Josias e os amigos da ACM pela oportunidade.
Após a palestra, apesar do excelente coffe break, a janta foi pizza na casa do Giuseppe.
Uma programação encaixada, as 23h, saímos da Pudimlan, fomos para o Salgado Filho, o terminal principal de Porto Alegre. 
O mais incrível aconteceu no caminho, ao pararmos em uma sinaleira\farol\semáforo, um morador de rua com um cachorrinho do colo, pedindo dinheiro, vendo a “insensibilidade” do Giuseppe e da Leila que disse que não tinha moedas, ele veio com a solução, uma maquina de cartão de credito!!!
Acreditem, o morador de rua em Porto Alegre, tinha uma maquina de cartão de credito!!!

Dia 1 – 20 de março - segunda – Brasil – St Maarten
Embarque as 1h31 em Porto Alegre, Eu, Leila e Laís, Teresa e Assis, embarcaram as 2h15 em Brasília, chegamos praticamente juntos no Panamá, logo encontramos Mestre Assis e a Chica!
As 7h24, reembarcamos para St Maarten, chegamos as 11h34.

1 aviao

Jamal o dono do AP que eu aluguei, estava nos esperando no Aeroporto Princesa Juliana. 
Nosso anfitrião era muito simpático, com ele demos nossa primeira meia volta na ilha, porque a casa era do lado francês e o aeroporto do lado holandês. 

fronteira

Jamal, desde o primeiro momento demonstrou o ser um ótimo anfitrião, nos deu de presente um run com fruta, apesar deu eu não beber, dei uma bicadinha, deu pra ver que era um produto de qualidade de saboroso. 
Ele também nos conseguiu uma moça que alugava carros, ela pediu desculpa por ter que nos dar um carro grande, porque ela não tinha mais carros pequenos, pra nos foi ótimo, pegamos um espetacular, peugeot 3008. 
O local de retirada do carro era uma praia, com uma ilha na frente, logo veio a idéia de fazer um Bora PAZ Ilha internacional. 
A casa que eu aluguei, foi melhor que esperávamos, muito bem localizada no bairro de Grand Case, a poucos passos da praia, de restaurantes, mercados e lojas. 
Fomos almoçar em um restaurante de comida nativa, comida criola, a garçonete, Jessica nos atendeu muito bem, e comi a melhor massa com frutos do mar da vida! 

65605095 7de2 4f6b b9d5 26d3e0e8d6d7

Pegamos o carro e fomos pro centro da ilha, lado holandês, paramos o carro na Maho beach, a praia mais famosa de St Maaten, onde os aviões passam a poucos metros das pessoas que ficam na praia, o aeroporto Princesa Juliana fica no único terreno plano da ilha.
Vimos vários aviões passar, impressionantemente perto, os turistas, inclusive nos, não entram na água, si ficam vendo um avião. 

1aero

1avion

1avi

Incrível que não da vontade de ir embora, um vicio com alto poder de .... desde a primeira vez.
Vimos uma senhora, bem queimada se sol, ela corrida a casa avião, achamos que ela era viciada na adrenalina e no cheiro da gasolina de avião. 
A noite a janta foi um café em casa!

Dia 2 – 21 de março (terça) - St Maarten 
Um café da manha sortido, preparação para a primeira nadada da viagem. 
Não é longe de nossa casa, um lugar chamado Cu de Sac, deixamos a chave do carro com a moça que nos alugou.
Alugamos um caiaque, eu fui na segurança e os nadadores seguiram entre os veleiros, vendo tartaruga, entre os veleiros até a ilha de Pinel, uma pequena ilha desabitada, com um restaurante somente. 
A chegada é bela em uma ponta de areia contrastando com o mar azul.

1 bora 1

1 bora 2

Bora Paz Ilha Caribe


Foi um sonho o Borá PAZ Ilha Caribenho, da Ilha de St Marteen até a Ilha de Pinel.
Um esquadrão de caiaques amarelos, pilotados por crianças chegaram na ilha, gerando um contraste com o azul do mar e o verde da montanha. 
Voltamos a Maho beach, a mesma senhora estava no outro dia.
No momento que um avião grande decolava, um homem com uma mascara de mergulho se agarrou na grade para sentir o vento da turbina. 

1g

Já estávamos com fome, saímos quase desesperados para encontrar um lugar pra comer, depois de umas 10 tentativas, encontramos um lugar diferente, Carl e sans, um restaurante, padaria e confeitaria, ambiente tranqüilo, pessoas simpáticas, ótima comida, barato para os padrões de St Mateen! 
Era um lugar que somente moradores freqüentavam, de turistas somente nos! 
Ali próximo fomos passear na Bobs Marina. 
Passamos em um mercado chinês, o dono era bem simpático, eles falava 5 idiomas, chinês, inglês, holandês, espanhol e Frances.
Nos chamou atenção que de um lado se estuda inglês e holandês e de outro frances e inglês, esse chinês era exceção.
Na volta pra casa, um banho de mar no fim de tarde, onde o sol nos brindou com um mergulho dele, no mar do caribe, entre os barcos ancorados. 
Eu encontrei no fundo do mar, o que parecia ser uma toalha de mesa, provavelmente caiu de um dos veleiros ancorados por ali, nela estavam grudadas duas estrelas do mar, pedi licença para elas, e levei a toalha de recordação do fundo do mar de St Marteen. 
No bairro Gran case, toda terça feira tem uma grande feira, nos impressionamos com a grandeza e variedade da feira, nosso amigo Jamal também vendia seus licores.

Dia 3 – 22 de março (quarta) - St Maarten
Acordamos cedo, por volta de 7h20 partimos para Pelican Key. 
Um grande congestionamento, mas que fluía bem, desde nosso Bairro até Marigot, no centro da ilha. 
Chegamos as 8h, chora marcada para fazermos o check-in com a empresa que nos levaria a Anguilla. 
O que nos chamou muita atenção foi que o dono da empresa, era habilitado pelo governo a conferir os passaportes, depois ele leva para carimbar a saída de ST Marteen. 
Começamos o embarque, éramos 30 passageiros de diferentes nacionalidades e 5 tripulantes.
A primeira parte do trajeto é feita com motor ligado e a vela principal içada, passamos bem perto de Maho Beach, aquela senhora deveria estar por lá....
Assim que atingimos a posição do barco velejar de través, a segunda vela é içada e o motor desligado, um vento bem forte empurrava com força o Blue Beard (barba azul) para Anguilla. 

cata 2

cata3

Uma pequena ilha que pertencia a Inglaterra, agora com status de independente! 
As ondas golpeavam eventualmente o catamaram, os passageiros que estavam na proa, sempre levavam uma lambida do mar. 
Chegamos a Rendezvous Bay, lado de Anguilla virado pra ST Marteen, como dessa vez era somente um barco para deixar todos os passageiros na praia, nos, fomos nadando. 
Na praia a Leila disse que foi o primeiro pais que ela chegou nadando! 

anguilla net

Um ônibus, um “pau velho”, mas isso não fazia a diferença, com um simpático motorista, que era ao mesmo tempo, animador de torcida e guia de turismo, nos levou a cruzar toda anguila, que é pequena. 
Percebemos que Anguila é uma ilha mais seca, e muiiito menos agitada que ST Marteen. 
Nosso destino era Shoal Bay, considerada por muito tempo a mais bela praia do caribe a uma das mais belas do mundo! 
Logo na chegada pudemos constatar que o azul do mar era inigualável, eu, parecido só tinha visto na praia norte da Ilha Mujeres em Cancun no México. 
Um azul que não dava pra olhar muito tempo, de tão azul!

1anguilla

O almoço, que estava incluído, logo foi servido, em um restaurante na beira da praia. 
Curtimos a praia, mergulhamos e mais um alfinete no mapa de países e de maravilhas do mundo!

1randegrupo

As 14h30 o sonho acabou, mas, voltamos a outro paraíso, dessa vez eu e o Assis, voltamos nadando ate o barco. 
Tive oportunidade de ajudar a içar a vela principal.
A tripulação era muito eficiente e simpática. 
As 17 horas desembarcamos de volta em Pelican Key. 
Ultimo passeio pelo nosso bairro, paramos no CALMOS BAR, onde as mesas ficam na beira da praia, as ondas passam por baixo de algumas delas, comemos uma tapas pra comemorar o lindo dia Caribe!

1calmosbar

1calmos2

Dia 4 - 23 de março (quinta) – St Maarten – Nevis
 
Jamal fez a gentileza de nos levar pra devolver o carro e por um valor especial, nos levou para o aeroporto, antes passamos para ver a vista do alto de uma fortaleza.

1forte sm

Nos despedimos do Jamal, com a certeza que agora temos um amigo em ST Marteen. 

1jamal

O belo e eficiente aeroporto de ST Marteen, estava vazio, talvez porque era feriado, como era cedo o balcão da companhia aérea, Winaair, que é de ST Marteen, estava vazio a moça nos atendeu com simpática e eficiente, ate permitiu que fizéssemos uma foto com ela. 
As 10h um ônibus nos levou ate o pequeno avião, modelo DHC – 6 – 300, fabricação canadense, com Autonomia de vôo de 1.427 km, velocidade máxima 296 km/h, de cruzeiro 278 km/h, custo de 7 milhões de dólares, barato!
O avião é bem pequeno, são 16 lugares no total, com duas poltronas de um lado e uma de outros, a cabine é baixa, aproximados 1,70 metros, eu tive que me abaixar pra entrar e chegar ate minha poltrona. 

avion 2

Apenas uma porta aberta dividia os pilotos dos passageiros, ficamos felizes em ver uma mulher como co–piloto. 
Nos agora tínhamos mudado de lado, não éramos mais os turistas estavam na praia vendo os aviões, os grandes e os mosquitos, como a Teresa apelidou os pequenos aviões, nos estávamos dentro de um deles, como era um pouco maior que os mosquitos, a Teresa apelidou de muriçoca, para usar uma linguagem espanholistica, uma “muriçueca”. 
Uma decolagem tranqüila para um avião que precisa de pouca pista para decolar. 
O medo que teve uma de nossas colegas, não passou por mim, voar encima do mar me deixa tranqüilo, também porque esses pequenos aviões tem uma ótima razão de planeio, caso de pane geral, o pouso na água esta garantido, depois, é só fazer uma Travessia....
Pouco antes de chegar a St Kits e Nevis sobrevoamos as Ilhas de St Eustatios e Saba, famosa por seu aeroporto, um dos mais perigosos do mundo e por ser um grande centro de mergulho. 
Tivemos a grande oportunidade de ver todo o percurso da Travessia no processo de descida pra Nevis. 
Batemos palmas para a aterrizagem, como eram 13 passageiros no total, nos 5 fizemos a diferença. 
As 10h40 estávamos em Nevis. 
Descemos do avião, fizemos fotos com ao avião, mesmo a funcionaria nos apresando pra sair da pista e na placa, 
Welcome To Nevis, com os primeiro contatos descobrimos que a pronuncia é NIVIS! 

1l

Um taxista chamado Chuc (chuc chuc), amigo do Winston, organizador da prova, nos esperava na saída do aeroporto. 
Rapidamente percebemos as diferenças entre as ilhas, Nevis, tem a estrada estreita, um asfalto antigo, mas sem buracos e parece uma ilha bem preservada. 
O percurso ate Charlestown, a “town”, como eles falam podemos ver o local de largada, ver o percurso. Tivemos a impressão que a Ilha de St Kits é mais perto que os 4km que realmente tem a distancia da Travessia. 
Em aproximadamente 20 minutos, estávamos, o que parecia ser uma típica vila do interior da Escócia, misturado com arquitetura caribenha, parecia que tínhamos voltado no tempo. 

chalestau

chartles

Nosso hotel é uma típica construção caribenha de madeira, nosso quarto tinha vista para o mar, na parte de baixo, um restaurante fizemos nossa primeira refeição, frango ensopado com muito curry, mais feijão, arroz e salada, estava ótimo. 

1jp

A sobremesa foi em excelente padaria, apesar da moça estressada. 
Uma volta pela pequena cidade, decidimos ir para St Kits no dia seguinte, o terminal do ferry fica a poucos passos de nosso hotel. 

1noswin

Uma tarde para dormir e recuperar das emoções da viagem.
Umas braçadas ao fim de tarde foi nosso programa em Nevis.
Ficamos preocupados por talvez não encontrar nenhum lugar aberto para jantarmos, mas, para nossa surpresa, um ótimo lugar com varias opções de comida estava aberto ate a meia noite.

Dia 5 - 24 março (sexta-feira) – Nevis para ST Kits de barco
Sem pressa de acordar, estávamos hospedados a poucos metros do pequeno porto de Nevis.
Ninguém tinha a informação correta sobre a hora de sida do ferry, a moça do guichê de informações, estava preocupada com maquiagem e celular, mas, as 10h, partimos com direção a mais um desconhecido.
Um dos marinheiros, viu que estávamos ansiosos para ir na parte externa do braço, nos levou na proa(prente), pudemos curtir mais a vista de um mar azul escuro, me lembrou as bolinhas de vidro\bolita\gude da minha infância.
Olhávamos de longe, prédios baixos e casas, não dava pra ter idéia do que encontraríamos.

1idastkits

chegda sk2

O barco demorou 50 minutos, para atravessar, de longe víamos um navio de cruzeiro, o que de interessantes teria aquele porto para atrair um navio de cruzeiro?

chegada sk

A medida que o barco de aproximava já avistávamos os prédios de madeira de dois pisos com arquitetura bem típica caribenha.
Descemos e pudemos ver um porto vibrante, com muita gente circulando, misturado com turistas do navio carnival facination.
A poucos passos do atracadouro do transatlântico, um centro comercial com ótimas lojas com tudo e com peças de peças de bom gosto.
De todas as ilhas do caribe que eu já estive, a mais característica de vida e arquitetura caribenha é ST Kitts.
A única coisa que desagrada, tanto aqui, quanto em Nevis é um filete de esgoto correndo na rua, a rua asfaltada e esgoto ali em plena cidade.

Almoçamos em lugares diferentes, eu em um pequeno centro comercial, os amigos no restaurante que tem a melhor vista do centro de ST Kitts, com seu belo relógio no meio da rua. 

1relosk

Em pleno centro da cidade, alguns restaurantes improvisados embaixo de pequenas barracas, são as versões calçada, para os food truk. 

Uma das grandes atrações da ilha é o Brimstone Hill Fortress  National Park, onde esta o Fort St George, decidimos por não pagar um transporte turístico, tentamos ir com transporte publico, perguntamos para um motorista se passava pelo forte, ele disse que sim, ótimo entramos na van. 
Ele deu uma volta pela cidade, passamos pela embaixada do Brasil, e a mega embaixada da Venezuela, uma ao lado da outra, porque os dois países tem embaixadas em ST Kitts?
Ele passou na frente de um hotel abandonado chamado St George, ele entendeu mau, disse que o que estávamos procurando era no interior do pais, longe do centro!
Bom, voltamos para o ponto de partida, demos risadas com a situação e pagamos uma van taxi para o lugar certo. 
Eles falam inglês, mas que em alguns momentos parece outro idioma. 
Com 25 minutos estávamos no interior do pais, um belo forte em uma posição estratégica, de frente para a ilha de São Eustáquio, uma ilha holandesa. 

1fsg3

1fsj

1fsg4

1fsg2

forte leila

Valeu a pena pegar ônibus falso e depois o certo para conhecer o interior, para eles muiiiito longe do centro da cidade, 15 km.
Enquanto esperávamos o horário do nosso barco para Nevis, assistimos uma banda de reggae bem no centro de St Kitts. 
Mais uma bela travessia de barco entre ilhas do Caribe! 

Dia 6 - 25 de março (sábado) - ST Kits y Nevis
Mais uma vez, voltamos a nossa padaria, mesmo porque era a única de Nevis. 
Eu pedi um copo de leite quente, todos acharam estranho, a moça do caixa, que não era simpática, mas eficiente, perguntou para um senhor que nos atendia, copo de leite? 
Nevis inteira ficou sabendo que um turista pediu um copo de leite na padaria.....
Pegamos um taxi\van e fomos para o local de largada da Travessia.
Nosso motorista era o Ravi, nascido na Guiana, combinamos que ele nos levaria para a largada no dia seguinte. 
Ele parou na primeira igreja Anglicana do Caribe, com uma bela vista para o percurso da Travessia. 

a9819b6d 32a0 4713 b2ae 49e9e1837ddc

Encontramos o Winston o organizador da prova, demos de presente pra ele uma sandália havaiana, ele gostou muito. 

1h

Nadamos, analisamos o percurso, almoçamos e voltamos para Nevis. 

1a

A noite, ultima refeição antes da Travessia, alguns foram na sopinha outros no macarrão! 

Dia 7 - 26 de março de 2017 (domingo) – Dia da Travessia NEVIS para St Kitts CROSS CHANNEL SWIM
Na hora combinada, o Ravi não estava nos esperando. 
Nevis ainda mais vazia as 6h40 da manha, tínhamos que estar as 7h no local da prova. 
Saímos caminhando pela cidade, como tartarugas com nossas mochilas.
Viramos uma esquina, no momento passava uma van de transporte publico, entramos rapidamente, o motorista parece que sabia que estávamos com tempo justo, corria muito, incomum em Nevis. 
Exatamente as 7h as tartarugas chegaram no local da prova! 
Logo pegamos o kit, alem do chip, camiseta, touca, eles ofereciam uma bóia individual, para nadar, tinha que nadar com ela, e poderíamos comprar no final da prova. 
Era possível ver que a grande maioria dos participantes era norte americano.
Pela locução percebemos pessoas de uns 20 países participando. 
Da largada eu podia ver o portal de chegada, arredondado. 
Foi chegando a hora, a praia foi enchendo, combinamos eu a Leila e a Lais, nadamos juntos.
As 8h30 foi dada a largada, sai junto com a Leila, não achei a Laís.
Nadamos juntos os primeiros 500 metros, o vento terral(da terra para o mar) e a correnteza ajudavam a empurrar pra fora (em direção a chegada).
A Leila foi e eu fiquei um pouco pra trás, passou um caiaque, me deu água. 
Começaram as marolas, por volta de 1500m metros da largada, eu encontrei a Lais, nadamos juntos um pouco, aproximadamente a 2 km da largada, meio do percurso, eu tinha 49 minutos de prova, com esse tempo eu atingiria minha meta de 1 segundo a menos que o dobro do record da prova. 
Ai começaram os “pobremas” as marolas aumentaram muito, eu fiquei mareado.
Passou mais um barco, pedi mais água, ele jogou uma garrafinha. 
Eu me senti seguro na prova, muitos caiaques e barcos, a todo momento passava alguém perto e perguntava se estava tudo bem! 
A bóia, que me fazia sentir seguro, começou a atrapalhar as braçadas, mas me deixava seguro! 
A aproximadamente 1 km da chegada eu não conseguia nadar mais craw, pelo nível do mareio! 
Só nadava peito, e com a cabeça fora dágua, por vários momentos estava mais pra cachorrinho.
O portal de chegada, logo ali, não chegava nunca!
Por vários momentos eu achei que não conseguiria chegar no outro lado, eu só isso que eu queria! 
Pensei em todos que eu queria homenagear com minha chegada, meu filho, a Léia, meus pais, meus companheiros de viagem....
Chegaram dois rapazes com um caiaque, norte americanos de Ohaio, ficaram do meu lado.
Eu fui chegando perto das pedras de um costão que estava a direita da chegada, eles diziam pra eu não me aproximar das pedras, eles nem imaginavam que eu queria tocar em St Kitts, em qualquer lugar da ilha! 
Uma praia ao lado tinham 11 casas, meu passatempo foi ver as casas sumirem atrás de um morro. 
Quando eu passei bem próximo as pedras, já virando para uma mini baia, vi umas pedras a um metros da superfície, fui colocar o pé para dar uma desmareada cravei um ouriço, não pude nem ficar em pé! Com a dor causada pelo ouriço, comecei a bater mais pernas!
Juntem as ultimas forças e cheguei na praia! 
Os rapazes viram quando fiquei em pé, perguntaram se estava tudo bem, eu disse que sim, agradeci! 
Não pude nem comemorar, porque o mareio era muito ainda! 
Foi amparado por meus companheiros, me trouxeram água suco e ate sanduíche servido aos participantes, eu não podia nem olhar pra comida, aos poucos o mareio foi passando o sanduíche foi virando o melhor sanduíche do mundo! 
Ainda fiz um tempo muiiiito abaixo de 2h25 minutos!!! 
Todos chegamos bem, uma lindaaaa prova, o principal, muito segura, bóias individuais, muitos caiaques e barcos de apoio.

1trav

1mmm

Em 2018, voltarei, eu e a Léia no caiaque, dar apoio aos nadadores! 
A Lais ficou em terceiro na categoria, ganhou uma bela tartaruga de granito, todos nos ganhamos uma bela medalha de finisher! 
NOS FOMOS OS PRIMEIROS BRASILEIOS A CRUZAR O CANAL DE NEVIS A ST KITS!!!!!! UHUUUU
MISSÃO MAIS QUE CUMPRIDA!

Voltamos a Ouale Beach, local de largada, fizemos um pic- nic, esperamos a hora passar para irmos ao aeroporto, que ficava a 3 km dali. 
Descansamos nas redes a beira da praia.

1red

Em uma caminhada pela praia com o Assis, achei uma nota de 20 eastern caribbean dollar, moeda oficial de Anguilla, Antígua e Barbuda, Dominica, Granada, Montserrat, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis e São Vicente e Granadinas.

No aeroporto fomos reconhecidos por uma funcionaria da aduana que foi voluntaria da prova. 
As 18h55, já escuro, parte nossa “muriçueca”!!!
Nova experiência, vôo noturno sobre as ilhas do Caribe!

1saida nevis

Terminamos a noite comendo pizza como tartarugas ninja....kkk!

Fiz 2h24m59s....k

Dia 9 – 27 de março segunda – St. Maarten - ST Bart
As 8h00 saímos de nossa nova casa em Marigot, lado Frances da ilha. 
Nosso destino era St Bart, a ilha mais chic do Caribe. 
Passamos antes no Cals, local onde almoçamos dias antes, para tomar um café da manha. 
Eles chamam de ferry mas é um barco, para umas 150 pessoas que vai muito rápido, faz o percurso de 20 km em 40 minutos. 
Nos sentamos na parte de cima do barco, aberto, muito vento e sol, eis que me deu uma “ligeirinha”, e agora? 
Desci para a parte fechada do barco, a porta trancada como uma porta de submarino! 
Sorte, chegou um marinheiro, mesmo com má vontade, abriu a porta, achei o banheiro...
UFAAAA...... Chegamos em St Bart!

1n

Os barcos aportados impressionavam pela grandiosidade e pelo luxo. 
Um dos barcos tinha uma marina, vários outros barcos, dentro do casco do barco, outros tinha uma varanda com mesa na lateral do barco.
Surreal pensar que esses barcos são particulares! 
Na chegada o passaporte é carimbado, mais um país pra conta! 
COM TRAVESSIA SÃO 42!!!!!

160

Caminhamos pela chiquetérrima área do porto, com as lojas mais famosas do mundo, de roupas e jóias. 
Subimos uma ladeira que nos levou ao hospital, com certeza a mais bela vista de um hospital no mundo, comentamos que ir pra lá, abrir a janela já começa a cura! 

1u

1q
Claro que o bolso deve ficar doente.....

Descemos até a praia mais perto do centro, a Shell Beach, uma s das mais belas praias que já vi na vida, e dizem que tem outras mais belas! 
1c

Nos deliciamos com um mergulho no aquário, almoçamos em um bistrô, de comida crioula, o prato do dia custava 12 euros, uma pechincha para padrões Sãobartenses! 

Uma ótima comida, peixe com molho de concha! 
Mais uma volta pelo porto, mais belos barcos, um deles me chamou atenção porque tinha uma pequena prateleira pra sapatos, no cais do porto, ninguém entra com sapatos!

Voltamos para St Marteen, fomos nos despedir do Jamal, que tem dois pequenos negócios na Old Street, centro de Philipesburg, uma das cidades da ilha. 
Chegamos no momento que ele estava gravando um comercial de seu sorvete indonésio. 
Acabamos nos virando atores da propaganda do Jamal, nosso pagamento foi sorvete grátis! 
Deixei de presente pro Jamal, minhas sandálias havaianas com a bandeira do Brasil! 
Em St Marteen, custam 3 vezes mais que no Brasil. 
Ele também tem uma loja de licores e temperos e um Tuc Tuc amarelo, que ele faz feiras, onde vende doces e licores produzidos por sua família. 
A musica é: 
- Agora eu fiquei doce, como caramelo, to tirando onda com meu Tuc Tuc amarelo.... (foi péssima essa, mas eu tentei...)

Nossa ultima noite acabou com um banho de piscina e, 1, 2, 3 pizza outra vez!

Dia 10 – 28 de março - terça – St. Maarten – Panamá – São Paulo
Com a dica de um casal do Rio de Janeiro que estava em nosso hotel, fomos tomar café em uma excelente padaria francesa em Marigot.
Aeroporto de ST Maaten, tudo certo, todos sorridentes, eu muito satisfeito, a viagem saiu como planejado, melhor ainda...

A TURMA DO JOLÊNIO SÓ QUERO DIZER!
UMA FAMILIA PRA TODA A VIDA!
OBRIGADO POR ACREDITAREM, PELA PARCERIA E PELA AMIZADE!
ATÉ BREVE!

cata1

Só que não! 
Aos 48 minutos do segundo tempo, nosso avião saiu de St Marteen com 50 minutos de atraso. 
Nossa conexão era de 35 minutos no aeroporto do Panamá, com atraso de 50 adeus vôo para Porto Alegre! 
Fizemos a despedida da TURMA DO JOLÊNIO (uma longa historia) dentro do avião mesmo! 
Todos muitos felizes com todos os momentos vividos nesses sonho do Caribe! 
Pouco antes da chegada no Panamá, começa um movimentos dentro do avião com as possíveis perdas de vôos, o nosso caso, eu a Lais e a Leila, que voaríamos para Porto Alegre, era o mais grave. 
Um casal que estava no avião também iria pra Porto Alegre se junto a nos. 
Saímos rapidamente do avião, chamaram as pessoas de Porto Alegre pra conversar em um cantinho, ihhh! 
A moça disse, o vôo já saiu!!!!
Vamos realocar vocês para São Paulo, e nos colocariam também em vôos para nossas idades.
Nesse momento o casal que, ate então eram nossos “aliados”, se meteram na nossa frente e fizeram os procedimentos primeiros que nos!
Fiquei espantado, mas não disse nada, porque eu pretendia pedir um up grade na passagem. 
O casal pegou as ultimas duas poltronas da classe econômica!!! 
Eles nos colocaram na CLASSE EXECUTIVA!!!!! DESCULPA!!!!!
As 18 horas, fomos os primeiros a embarcar, o casal apressado, arregalou o “zóin” quando viram os 
NADADORES DE TRAVESSIA EXECUTIVOS!!! Te mete!!!

Durante a viagem assisti um belo filme chamado Austrália, uma das cenas mais emocionantes, o vaqueiro salva as crianças, algumas delas não sabiam nadar, eles as ensinou a nadar como TARTARUGAS....

Viagem de 2018 - 16 vagas 
http://travessias.com/index.php/viagens/marco-2016-travessia-san-kitts-y-nevis-st-martin 

 

 

 

JULHO 2017 - TRAVESSIA NA COSTA RICA + NICARÁGUA E PANAMÁ (28ª VIAGEM)

 

Diário de Bordo Viagem Julho de 2017 – Travessia na Costa Rica + Nicarágua + Panamá

costa 1

Dia 27 de junho de 2017 – As juntadas...
Francesca, Valentim passam na minha casa, foi a primeira juntada! 

1 jun

Viagem pra Porto Alegre, primeira parada, casa da Lais, colega de viagem, para um verdadeiro café colonial com direito a 
bolo de queijo e de maça, a segunda juntada.

2jun

Casa na Lourdes, a terceira juntada, foi a janta, um estrogonofe de comer ajoelhado, comecei muito mau a viagem, no intento de voltar mais leve pra casa...
O bulldog inglês, o Toko, manda na casa...
O Fabiano, filho da Lourdes, gentilmente nos levou pro Salgadão, apelido do terminal novo do aeroporto de Porto Alegre, o antigo é o Salgadinho....

3 jun

Nos cinco, todos com mochilas pequenas sem despachar bagagem.

Dia 28 de junho (quarta feira) – Brasil – Panamá - Manágua - Granada
Chegamos no Aeroporto do Panamá as pouco antes das 7 horas da manha, encontramos os colegas Wagner e Márcia de Curitiba, também com pequenas mochilas!

junt4


As 10h26 estávamos em Manágua, capital da Nicarágua. 
A ultima vez que estive na Nicarágua, foi em 2013, com o grupo, Os 20 do Infinity.
No aeroporto já vi uma reforma, melhorou, e a atmosfera estava mais leve...
Quando estávamos na fila da aduana, sentimos falta de uma de nossas colegas de viagem, por dois minutos gerou uma preocupação. Prefiro não dizer o nome, por motivos de contrato de confidencialidade, o que acontece aqui, fica aqui, mas, nada impede de narrar o fato!!!

Ela apareceu com cara de quem fez arte!
Descobrimos ela deu um “triplo mortal carpado” na escada rolante, ralou o joelho, mas sobreviveu...

Sem parar em esteira pra esperar as bagagens, fomos logo saindo do aeroporto, uma das grande vantagens de não despachar bagagens.
Nosso motora já esperava na saída com a desejada plaquinha com meu nome.
No caminho entre o aeroporto e Granada, foi possível ver excelente estradas, sem um buraco sequer. Nosso hotel surpreendeu os viajantes, um antigo mercado, foi transformado em um lindo e aconchegante hotel, com uma piscina de encher os olhos, 5 raias de 25 metros cheia de arvores em volta.

pi2

O desconhecimento das pessoas fazer elas dizerem:
- O que vai fazer na Nicarágua, lá tem guerra....
Bom, meu comentários sobre isso devem ser respondidos aqui abaixo.

nica1

Essa foto na verdade é na saída, fronteira com a Costa Rica.

Um dia pra recuperar a viagem, primeiros passeios na bela Granada.

plaza de la independencia

As 15h30 fomos passear de barco pelo Lago da Nicarágua, que margeia a cidade de Granada.
O segundo maior e mais profundo lado da America Latina, o primeiro é o Titicaca na Bolívia. 
Lugar de grandes peixes e de tubarão de água doce, ele entram no Rio San Juan, vindos do mar, e passam uma temporada no lago.
Lindo passeio, por ilhas com belas casas das famílias ricas da Nicarágua, o destaque para a pequena ilha dos macacos, que contradiz o velho ditado, que macaco gordo não sobre em arvore, sobre sim! Um dos macacos estava bem barrigudo e pulava de calho em galho...

lag2

Encontramos o ultimo viajante que faltava, Rafael, sobrinho de Márcia e Wagner, mora nos Estados Unidos, a quinta e ultima juntada!

107

Emocionante encontro familiar, eles não se encontravam a mais de um ano.
Fico feliz de provocar estes encontros.

Juntada = encontros do grupo aos poucos, ajuntamento, não sei se existe essa palavra, mas achei ideal pro momento, o Valentim, de 9 anos, adorou!
Foi o primeiro grupo, das 28 viagens que fiz, onde nenhuma pessoa despachou bagagens!!! 
Bem vindos a TRAVESSIAS PELO MUNDO E ESCOLA DE MOCHILEIROS!!!

jh1

Curiosidade:
Antes da viagem eu comi da pracinha da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, onde moro uma arepa, sanduíche típico da Venezuela com pão de milho.
Os vendedores eram imigrantes de ultima leva, em comentários sobre o país, disseram que a filha de um famoso, falecido ex presidente tem em sua conta bancaria, 4 BILHÕES DE DÓLARES, segundo ela, vendendo produtos AVON.
O Rafael é executivo da AVON, ele disse que a empresa tem faturamento anual de 5 bilhões, lucro de 400 milhões por ano.
Certamente a empresa chamará essa moça, porque é um fenômeno mundial de vendas........

A noite fomos comemorar a reunião do grupo com um jantar na Calzada, principal rua de Granada.
Impossível não lembrar dos grupos que já passaram por aqui,
2011, 2012, 2013.
Em homenagem ao Luke, tomei um “refrigerante” chamado Tonã(tonha).

Dia 29 de junho (quinta feira) – Duas Crateras...

As 9h nosso Guia Hanry, indicado por Edgar, que foi nosso guia em 2012 e 2013, nos levou pra capital, pelo caminho para Managuá, foi possível ver uma estrada duplicada, impecavelmente limpa, ajardinada, faixas pintadas. 
Era visível a evolução do pais em quatro anos.

arv1

A capital, esta bonita em bem cuidada, apesar de fotos do presidente e da vice, sua esposa em alguns lugares da cidade, também, foto do ex-presidente da Venezuela. 

8

fc1

Estranho também são bandeiras do partido do presidente ao lado da bandeira da Nicarágua por todos os cantos da cidade, inimaginável ver isso no Brasil, mesmo porque alguns partidos não gostam de nossa bandeira....

A vice presidente, dizem ser uma mulher “esotérica”, ela espalhou arvores de metal com iluminação por toda a capital, parecem de natal, mas muito simpáticas, dão um colorido especial a cidade, segundo os nicaragüenses, tiraram arvores de verdade pra colocar de metal.
O slogan do pais é:
Nicarágua, Socialista y Cristiana.
Uma policia bem atuante, não deixa passar nada, o transito é civilizado, com todos andando na linha e em baixa velocidade.

man1

Henry, falou com propriedade que Nicarágua é o pais mais seguro da América Central, podemos sentir essa sensação. Eu arriscaria dizer que Nicarágua hoje poderia ser o terceiro pais mais seguro dos países continentais das Américas, só perdendo pro Canadá e Chile. 
Nosso guia tinha sido preparado para lutar na guerra ao lado dos sandinistas, mas para “fugir” de morrer na guerra, ele foi estudar quatro anos em Cuba.
Ele nos deu uma aula de Nicarágua, desde sua formação ate dias de hoje.
Para um pais, que a poucos anos foi massacrado pela guerra civil, esta em ótima situação com o turismo em franca expansão.

Manágua foi destruida por um terremoto em 1972, a residencia presidencial com vista para um lago, desavou.
Hoje é um monumento.

39

40

15

Foi construído um “Malecon”, uma beira mar, beira lago, deixou linda a feia orla do lago de Manágua. 
Com o que aprendi com Beto Moon, a estatua de Simon Bolivar, no Malecon, indicava que ele havia morrido em decorrência de ferimentos de guerra, uma pata levantada. 
Com as duas patas no chão indica morte natural, e as duas patas no ar, morreu na guerra. 


boli

Visitamos a nova catedral de Manágua, eu mudei minha visão da catedral, antes achava feia, com seu teto com, o que parece ser, 64 botijões de gás, numero de dioceses, os moradores diziam na época da construção, que parecia uma caixa de ovos. 
A catedral tem iluminação natural, graças as maravilhas arquitetônicas.
Uma breve passada pelo Mercado de Artezanias de Masaya, bela cerâmicas, machetaria e potes com madeira queimada, são o destaque em Masaya. 

Apoyo lagoon Nicaragua4

Chegamos a esperada, Laguna de Apoyo, cratera de um extinto vulcão, hoje um lago de 5 km de raio, tem tudo pra ser realizada uma Travessia, estou tentando juntar, Federação de Natação, Fundação de Turismo e grandes hotéis da região pra sugerir essa idéia.

laguna1

Só foi o tempo de deixarmos nossas coisas e pulamos na águas verdes, claras e quentes a 31 graus da Laguna de Apoyo, nosso guia disse que em alguns lugares na margem, brotam fontes de água fervendo, ops!!! 
O combinado era, se alguém sentir água ferver ou muitas bolhas, avisa e sai correndo...

Comida boa, piscina, excelente estrutura, aberta ao publico do Apoyo Resort, deixaram nosso dia muito agradável.
O mais engraçado, era um lugar chamado TROCADOR DE HOMENS E TROCADOR DE MULHERES. As brincadeiras foram inevitáveis com as variadas possibilidades...k

trocam1

Em um dia de dois vulcões, faltava ver lava!!!
Vulcão Masaya, entrou em atividade a um ano e meio, fila de carros na entrada, entramos no parque, os carros entram em grupos, nos esperamos um tempo, depois decidimos ir caminhando, em uma portaria fomos barrados, o senhor disse que tinham muitas cascavéis, não poderíamos caminhar....
Voltamos ao carro e subimos para ver uma cena que poucas pessoas no mundo tem oportunidade, lava dentro de uma cratera!
Era possível ver o rio de lava!!!
O que mais impressionou foi o barulho, parecia o barulho do mar!
Ficamos por lá, aproximadamente 15 minutos, por não correr riscos pelos gases do vulcão e porque outros grupos tinham que subir. 
Os invasores europeus diziam que o vulcão era manifestação do diabo, os indígenas diziam que era de deus, uma questão de escolher no que acreditar e ponto de vista!!!

vil2

Todos felizes e emocionados com a força da natureza.
Na descida nosso guia disse todo entusiasmado que o Vulcão Masaya era uma das 7 portas do inferno no mundo...

UFA, ESTAMOS DE SAIDA!!!

Acabamos o dia intenso na Nicarágua, com um treino e aula de natação a noite, na mais bela piscina do mundo da Nicarágua!!!

Dia 30 de junho (sexta feira) – Cristo Privatizado \ Adeus Nicarágua 
Na hora combinada nosso novo condutor, o José, estava nos esperando na porta do hotel.
José fez questão de tirar uma foto nossa, já que era o primeiro serviço que ele fazia para a empresa da Costa Rica, 
que eu contratei.

Ao contrario de Henry, José era critico ao governo, disse que passou o natal na cadeia em 2016, porque, segundo ele, estava no lugar errado na hora errada.
Passou no momento que pessoas protestavam contra a construção do canal, que ligaria o atlântico ao pacifico na Nicarágua.
A primeira idéia do canal, antes de ser feita no panamá, era fazer na Nicarágua, mas, por algumas manobras, foi feito no Panamá.
Nos últimos anos a Nicarágua começou um movimento de construir um canal em parceria com a China, mas a grande resistência da população, não deve acontecer. 
José dizia que não tinha liberdade e a oposição não tinha vez, que que uma família mandava em tudo no pais.

No sul da Nicarágua tem um grande parque eólico, que já representa 35% da matriz energética do pais, eles tem projetos para mais 3 anos, chegar a 100%.
E dizer que a algum tempo dizia-se no Brasil que a energia eólica era modinha, e logo passaria...
Paramos para dar uma olhada na Ilha de Ometep, que tem dois vulcões.
Por volta de 11h estávamos em San Juan del Sur. 
A van nos deixou perto do Cristo, no alto do morro, com uma bela vista para a baia de San Juan.
Para minha surpresa, o cristo foi privatizado, um vigilante, sem nenhuma formalidade, cobra 2 dolares dos turistas, eu perguntei se ele tinha um recibo, ele disse:
- Ando, ando, ando!
Traduzindo, tenho, tenho, tenho...
Deixei pra lá...

sjs1

O visual vale o ingresso! 
Banho de mar no pacifico, lagosta, foi massa!!! 
De San Juan, fomos pra fronteira, para minha surpresa, mudou muito desde a primeira vez, que estiva ali, em 2006.
Agradecemos ao José, a dona da empresa, que é Nicaraguense e mora na Costa Rica, já nos esperava, a simpática Nadia, foi eficiente, nos conduziu até a aduana.
Em pouco mais de 10 minutos, passamos pelo controle de passaporte com tranqüilidade.
Me lembro, em 2006, fiquei umas 3 horas pra passar da Costa Rica para a Nicarágua.
Caminhamos até a linha de fronteira, tiramos fotos saindo da Nicarágua e entrando na Costa Rica. Quem incomodou foram os policiais da Costa Rica, fazendo muitas perguntas desnecessárias.

fronte cr1

Na entrada da Costa Rica, uma pequena favela, me surpreendeu e aos colegas de viagem, já que eu disse antes da viagem que costa Rica era um pais organizado e Nicarágua era pobre e desorganizado, o que parecia naquele momento era o contrario.

Da fronteira, seguimos por território Guanacasteco, província de Guanacaste.
Antes, na época da invasão espanhola, um território neutro. Em um plebiscito, eles decidiram por ser Costarricense.

Uma breve passada pela capital Libéria, uma pequena cidade que cresceu com a imensidão de turistas que procuram as belas praias e florestas da região.

Paramos, alguns colegas queriam tomar um refresco, a van parou perto do boteco mais famoso de Libéria, uma de nossas colegas disse, nesse boteco eu não entro!
Enquanto eu fui na padaria e voltei, lá estava nossa colega na porta do boteco tomando “una cerveza imperial”.

3

Um dilúvio, nos atingiu na saída de Libéria, deu tudo certo, chegamos a praia de Brasilito. 
Uma americana era a dona da pousada, ela foi alfabetizada em português, morou no Brasil, tinha um certo trauma porque seu inglês na adolescência, tinha sotaque!!
O simpático Isac, era o fiel escudeiro dela. 
Isac saiu da província de Cartago, uma província mais pobre, sem turismo. Isac deixou a casa dos pais, para diminuir a despesa da casa. Ele não estudou, mas um rapaz inteligente, estudou inglês por conta própria na internet, e hoje tem a linha fluente, ele veio trabalhar em um lugar onde, falar inglês vale como uma profissão. 
Fora um escorpião no quarto das meninas, o resto foi tudo certo! 
Brasilito era uma praia de 3ª divisão, com esgoto a céu aberto. Paramos em Brasilito, não foi pelo nome, mas pela proximidade com a praia de Conchal, local da Travessia.

Dia 1 de julho (sábado) – Reconhecimento 
Descemos até a praia, seguimos pra esquerda, caminhamos pela praia, até o fim, de longe, vimos que os carros entravam na floresta e desaparecia, estilo “lost”.
Até que, nos mesmos sumimos. 
Um pequeno morrinho separa Brasilito, da praia de Conchal. 
A bela Praia de Conchal, se destaca por três características:
1 – Linda, água cristalina.
2 – Dois resorts de luxo.
3 – Praia popular, muitas famílias vão fazer farofa na praia.

Um banho de mar, caminhadas, passeios de jetski, divertiram os viajantes.

As 14 horas, pegamos os kits, chamados por eles de “paquetes”.
Pablo Sanches, irmão do Sergio, organizadores, fez uma bela explanação sobre a prova. 

5


No final, uma moça mostrou uma foto de uma cobra, preta e amarela, ela disse que viu umas quatro na praia. Eles disseram que ela uma serpente marinha, a noticia boa, tinha uma boca muito pequena, incapaz de morder, a ruim, ultra venenosa, capaz de matar uma pessoa. 
Fiquei apreensivo com a informação, mas fiquei pra mim, pelo menos até o fim da prova.

Dia 2 de julho (domingo) – O grande dia!
Acordamos as 5h15, a primeira largada de era as 6h45.
O grande motivador de nossa viagem estava chegando!

58 
As 5h40 caminhamos até o local da Travessia. 

braços

meninas

Valentim foi o primeiro, nadaria 400 metros, em sua primeira viagem, e primeira travessia internacional. 
Foi tranqüilo, se sentiu bem, ficou bem feliz em ver uma tartaruga. 
Apesar de não recomendado, um cachorro rastafari, estava na praia.

61

Logo chegou nossa vez, 1500 metros, eu primeiro, as meninas 30 segundos depois.
Larguei sem pressa e sem correr, quando me aproximei da primeira bóia, senti uma pressão na água, as meninas chegando, fiz como um retardatário da formula 1, olhei pra trás e procurei não atrapalhar, consegui, passei a bóia, escutei a Márcia me dando força. 
Durante a passagem da segunda bóia obrigatória, pensei ter visto a Professora Regina Feldman, mas por dois motivos não poderia ser, primeiro que ela não estava na Costa Rica, segundo, porque ela já teria me ultrapassado a muito tempo! 
Quem poderia estar por ali, era Kim Feldman, viajante dos 7 mares! 
A Laís, me passa no meio da prova, como aconteceu em St Kits, ultima travessia que fizemos juntos, podemos concluir que ela larga devagar e vai acelerando, eu acho que tenho o mesmo ritmo a prova toda. 
Quando passei a ultima bóia, vi que eu poderia fazer o tempo que eu pretendia, acelerei como um “bicho preguiça” e cheguei 1m31 segundo a menos do tempo pretendido, bati meu próprio recorde mundial. 
A prova de 4 km, contou com a presença do Rafael, que também nadava sua primeira prova internacional. 
Eu fui ver o resultado no celular do Pablo, Francesca em 4º na categoria, Marcia em 5º, Lourdes em terceiro e Lais em primeiro da Categoria. 
Resolvi guardar segredo para fazer uma surpresa para elas, disse que a Laís teria ficado em terceiro e Lourdes em 4º.
Eu, depois do décimo fiquei em 4º da categoria....
Todos felizes com os resultados.
Na praia de Conhal, tinham dois casais argentinos, eles vendiam comida pra seguir viagem, um mais novo com uma Kombi, vendia fruta, o outro com um micro ônibus, com duas crianças, vendia focaccia, em forma de sanduíche, feitas pelo chef Marten. 
O colega Wagner já os seguia pela internet. 
Nosso almoço uma focaccia com suco de limão, embaixo de uma arvore na Praia de Conchal. 
O gosto era bom, adocicado com abacaxi, o valor, barato, 4 dólares.
Alem de dar uma força pra família, ficamos satisfeitos com o almoço. 
Voltamos a pousada, arrumamos as mochilas, eu a Lais e a Lourdes, descemos até o local de premiação, a Lourdes quase estragou a surpresa, ela pensou em não ir na premiação. 
O restaurante onde foi a premiação estava lotado de nadadores. 
Todos os colegas chegaram, Lourdes já estava com a bagagem da Laís, quando chamaram o terceiro lugar, Lourdes, surpresa, sorrisos!

64

podium 2

Laís esperou seu nome ser chamado em segundo, não foi, ficou preocupada, logo chamaram em primeiro, mais surpresa, mais sorrisos. 
Todos felizes, seguimos viagem para San José, a capital.
No meio do caminho paramos no Rio Tarcoles, cravado de horrorosos crocodilos.
Em 2013 eu disse que daria mil dólares para quem atravessa-se o rio nadando, Luke se empolgou, até chegar lá e ver os bichos!
Dessa vez contamos 50 dos crocodilos do Rio Tarcoles.

67

O hotel em San José, é nossa casa, bom, agradável, bem localizado e ambiente familiar. 
Os colegas foram jantar e eu fui fazer meu compromisso obrigatório na Costa Rica, visitar os amigos, Fernando, Michele e os filhos, desta vez Andres, que já tinha 15 anos, a primeia vez que fui, em 2006, ele era um bebe. Sempre agradável encontro, ótima comida na casa da família Madrigal. 

68

Dia 3 de julho (segunda feira) – Rumo ao Panamá 
O novo amigo Pablo, veio ate o hotel me presentear com um kit de um evento que eles realizaram, o incrível foi que, o numero do competidor era exatamente o tempo que fiz na Travessia. São 4 números, dos iguais + dois iguais, a soma, é 22. 
O primeiro que enviar a resposta para esse email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ganha uma camiseta. 
Retribui o presente, combinamos futuros projetos juntos.

Acabou, por um motivo ou por outro acontecendo uma coincidência, quem nadou na cratera na Nicarágua, não viu a cratera na Costa Rica, essa vez, por outro motivo aconteceu de novo.
O Vulcão Poas esta nervoso, segundo meu amigo Fernando, parece uma chaleira, uma chiadeira só, risco de explosão eminente, por isso o parque esta fechado. 
A próprio Fernando sofreu, com a erupção do Vulcão, Rincon de la Vieja, ele tem um terreno com quatro cachoeira de água quente, duas delas foram destruídas.
Eu, sou o único que nadou na Laguna de Apoyo e viu a cratera do Poas!

69

Após uma breve visita ao centro de San José, que esta mais bonito, seguimos viagem para a fronteira caribenha entre Costa Rica e Panamá, as vezes cansa.... 

66

Paramos para almoçar em um lugar típico, comida caseira Costarricense. 
Entre os pratos, tinha tamales, logo recordei de um amigo, que perguntaram se ele queria tamales, ele disse que estava bem!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

70

Na passagem por Limon, a maior cidade do lado caribenho da Costa Rica, o portal do cimiterio chamou atenção.

71

Uma breve parada na bela Porto Viejo.

109

Por volta de 15h30, nosso motorista parou o carro e disse:
- Eu fico aqui, vocês seguem viagem!
Por mais que eu sabia que isso aconteceria, por mais que eu tenha experiência, deu uma sensação diferente, rumo ao desconhecido....
Agradecemos o motorista, recolhemos as tralhas e seguimos ate o posto de aduana. 
As fronteiras latino-americanas sempre tensas, essa, muito tranqüila. 
Poucos viajantes, estava ali pra atravessar, pagamos a taxa de 7 dolares para sair da Costa Rica, e atravessamos a fronteira caminhando pela ponte, passando da localidade de Finca 52 na Costa Rica, para Sixaola no Panamá.

Minha 8ª viagem a Costa Rica!
Os turistas aprendem a falar a expressão PURA VIDA, equivalente ao nosso BELEZA, quem vai 8 vezes aprende a falar MÁE, uma gíria muito usada ente eles, equivalente ao nosso CARA!

73

74

75

No lado panamenho uma certa pressão, para pegarmos uma van que nos levaria a cidade de Almirante, eles diziam que o ultimo barco para Bocas del Toro, sairia as 18h, e como o Panamá tem uma hora a mais estávamos atrasados, nosso motorista ligou e disse para nos esperarem.
A van em alta velocidade, me fez perguntar pro motora se o panamá tinha algum piloto de formula 1, ele disse que era uma pena, mas não tinha. 
Também disse pra ele ir DESPACITO!!!!

76

Chegamos em um pequeno porto, entramos em uma lancha rápida, 30 minutos depois estávamos no portinho de Bocas del Toro.

77


Uma caminhada de 15 minutos, estávamos em nosso hotel. 
O curioso é que eu li um comentário de uma pessoa sobre o hotel, dizendo que umas crianças que moravam ali ficavam gritando, incrível, mas eu escutei as mesmas crianças, mas, elas não incomodaram!
Ficamos hospedados na Ilha Colon a maior do arquipélago.

Dia 4 de julho (terça feira) – Bocas Del Toro 
Eu fui no aeroporto, para ver uma passagem para a cidade do panamá, o que eu vi no aeroporto, era surreal. 
O inicio da pista era a linha lateral de um campo de futebol, o jogo só parava com pouso ou decolagem. 
O banco de reserva, ficava encima de uma vala de esgoto a céu aberto, que contornava todo o aeroporto.

80

79

Crianças atravessavam a pista, para encurtar caminho para a escola, eram poucos vôos que chegava, ali, reduziam muito os riscos. 
Pegamos uma van e fomos para Bocas del Drago,uma trilha na beira do mar, ate na praia Estrella, revelou um caribe puro, sem interferências do homem, coqueiros a beira mar, águas cristalina.

83

Paramos na frente da barraca da Sandra, ela trabalhou em cruzeiro, por alguns anos, cansou da vida no mar, montou um quiosque a beira mar, servindo bebidas aos turistas, o estoque de abacaxi acabou...
Não tinham muitas estrelas na Praia Estrellas, mas foi lindo nosso passeio. 
Na volta, fomos por mar, com isso demos uma volta completa na Ilha Colon.

86

Dia 5 de julho (quarta feira) – Bocas Del Toro
Nosso destino era o passeio até o Cayo Sapatilla e Cayo Caracoles.
A palavra cai, não tem uma tradução literal em português, mas poderemos chamar de ilhota.
Uma torrencial chuva de verão, vez atrasar um pouco o embarque, Briguite, uma sorridente canadense de origem chinesa, foi nossa companheira de passeio.
A primeira parada, baia dos golfinhos.
Lembrei de uma pessoa que fez um relato na internet que se sentiu enganado, porque não viu golfinhos, como se fosse possível combinar a hora com golfinhos...
Nosso grupo merecia, eles estavam lá, pescando, brincando, um grupo entre 6 e 8, o passeio já estava pago com esse espetáculo. 

golfinho novo 1

golfinho novo 2

Uma região de mangue, águas claras esverdeadas, transição para as águas caribenhas. 
Paramos no Cayo Sapatilla 2, uma ilhota em formato de sapato, água cristalina, muitas conchas e peixes, eu a Lourdes e a Láis, fizemos um Bora PAZ Ilha Internacional.(nadamos até uma ilha).

sapatillas 1

Uma arraia, passeava próximo a ilha, Rafael viu um tubarão.
A imagem mais impressionante quem viu foi o Valentim, um caranguejo ermitão, usa concha como casa e carapaça, trocando de concha, tudo muito rápido.
Ele escolhe uma nova concha, analisa, olha para os lados, vê se não tem predador, e troca.
A volta paramos no Cayo Caracoles, uma impressionante floresta sub aquática em uma região de mangue, muitos corais, plantas e peixes. 
Finalmente um almoço caribenho em uma palafita, caro, mas coroava o momento. 
Na volta....
Como diria minha saudosa vó Rita:
- Meu deus daminhalma!!
Uma chuva forte, frio, nos fez abrigar da forma que foi possivel, a canadense se abraçou com o Valentim, pra proteger e aproveitar pra se esquentar também.

89

92

93

91

Passamos ainda por uma ilha com muitas estrelas do mar e outra com bichos preguiça, vimos um deles, estava todo enrolado e com frio como nós.
Pisamos em terra, acabou a chuva!!!

Tínhamos duas formas de formas de chegar a Cidade do Panamá, ônibus, 10 horas de viagem, ou de avião uma hora, inicialmente Rafael, Wagner e Marcia, iriam de avião e os demais de busão. 
Mas, no fim da viagem, decidimos por ir de avião também.

Dia 9 - 6 de julho (quinta feira) – Bocas Del Toro 
As 6h, estávamos na porta do aeroporto, fechada com cadeado, logo chegou a administradora. 

95

Antecipamos a volta, porque estava chovendo, sorte a nossa, exatos 6 lugares sobrando no foker 50, da Panamá Air.

96

Decolamos com chuva, o tempo foi melhorando, até a aterrissagem no Allbrook Airport, antigo aeroporto das tropas americanas que protegiam o canal, território americano, hoje aeroporto municipal. 
O simpático Omar nos levou pra fazer um passeio na cidade. 
Após o passeio, pegamos o metro e fomos comer ceviche e aranitas (tentáculos de lula frita) no mercado do porto.

Dia 10 - 7 de julho (sexta feira) – Cidade do Panamá
Decidimos por visitar a zona de livre comercio de Colon, despedida dos Marcia e Wagner, eles continuam a viagem pelo caribe, a primeira dejuntada.

100

Nosso dramático motorista, contou muitas historias, demais da conta!!
Para entrar em um dos portões, ele teve que pagar uma propina de 10 dolares, não deu pra entende muito, mas pelo que vimos, isso era praxe.

Dia 11 - 8 de julho (sábado) – Cidade do Panamá
O cheking fizemos as 9h30, voltamos para passar o tempo no shopping, próximo ao aeroporto, os despedimos do Rafael, a segunda dejuntada, que rumava para o norte.

101

Nós, rumamos para Porto Alegre, único vôo para o Panamá do sul do Brasil.

Dia 10 de julho – Brasil
Mais uma gentileza Fabiano filho da Lourdes, terceira dejuntada.

102

Ele nos deixou na casa da Laís, salada de fruta, duas da madrugada partimos pra Floripa. 

103


Sol de floripa, ultima dejuntada, até a próxima, Valentim e Francesca.

104

Um grupo maravilhoso, proporcionou uma viagem tranqüila, tudo deu certo.
obrigado, Lourdes, Láis, Wagner, Márcia, Francesca e “Principito” Valentim. 
Temos encontro marcado, julho de 2018, Escandinávia!

Nos vemos nas praias do mundo!
Marcos Pinheiro

DEZEMBRO 2018 - Travessia em Acapulco e Mágicas cidades Mexicanas.

 

Travessia em Acapulco e Mágicas cidades Mexicanas.
Cidade do México, Cuernavaca, Taxco, Teotihuacan, Acapulco, Puebla.

Confirmados:

1 - Valdinei - Florianópolis – SC
2 - Patrício - Florianópolis – SC
3 - Marcos - Florianópolis – SC

Interessad@s:

1 - Rafael - Resende – RJ
2 - Lourdes - Porto Alegre – RS


ROTEIRO


Dia 0 – Dia 25 de novembro – (Sábado) / Embarque para Rio\ São Paulo\Porto Alegre

Dia 1 – Dia 26 de novembro – (domingo) / Cidade do México –Teotihuacan.
Embarque as 2h32, chegada as 12h30 na Cidade do México.
Vamos direto para Teotihuacan.
Visitaremos as Ruinas, Pirâmide do Sul e da Lua.

Teotihuacan México

Estadia 1 em Teotihuacan.

Dia 2 – Dia 27 de novembro – (segunda)/ Teotihuacan – Cidade do México
Vamos voar de Balão sobre Teotihuacan (quem desejar, não incluído)
Para quem voar o café da manha esta incluído no voo.
Viagem para Puebla, 150 km.

photoEscudo PUE Cholula Ac nuestraseAoradelosremedios


Estadia 1 em Puebla.

Dia 3 – Dia 28 de novembro – (terça) Puebla


Estadia 2 em Puebla.


Dia 4 – Dia 29 de novembro – (quarta)

Após o café vamos para a cidade do México, são 2h.

Vamos visitar Chochimilco, a Veneza mexicana.

2xochimilco mexico city mexico city

Utilizaremos metro e trem de superfície.
Tarde Livre
Podemos assistir Lucha Libre

lucha libre york hall london

Estadia 1 na Cidade do México.

Dia 5 – Dia 30 de novembro – (quinta) \ México
Podemos visitar o mercado de artesanato.
Visita ao Museu de Antropologia!
A tarde vamos para o Zócalo e Templo Maior.

basilica

Visitaremos a Basílica da Virgem de Guadalupe e a Cidadela.

LaCiudadela 006

Estadia 2 na Cidade do México.

Dia 6 – 1 de dezembro– Sexta / Cidade do México – Cuernavaca - Taxco - Acapaulco

Saímos do Hotel as 6:30h, vamos fazer uma viagem de micro ônibus. Nosso primeiro destino é Cuernavaca, em 1h e 20 minutos estamos no centro da Cidade.
Visitaremos uma das mais antigas catedrais do continente americano, o Zócalo(centro) e visitaremos o Palácio de Cortes.

cuernavaca descubre el palacio de cortes 01

As 10h seguimos viagem para Taxco, 1,30m chegamos a cidade. 
Caminharemos por essa pitoresca cidade, com destaque para o artesanato em prata e a Catedral inglesa de Santa Prisca. Almoçamos em Taxco.

taxco para site


Após o almoço seguimos para Acapulco, são 3 horas de viagem.
Chegada prevista em Acapulco as 17h, entrega de kits no hotel oficial do evento.

Acapulco03

Estadia 1 em Acapulco.

Dia 7 – Dia 2 de dezembro– Sábado \ Travessia Acapulco
Travessia de 1000 metros


1 km

Quem desejar pode ver a apresentação do Clavadistas de La Quebrada,
os mergulhadores do penhasco.

clavadistas

Estadia 2 em Acapulco.

Dia 8 – Dia 3 de dezembro – Domingo – Acapulco \ Cidade do México.
Travessia de 5000m

maraton guada

Saímos do hotel as 14h.
Viagem para Cidade do México as 15:40 horas.
Apresentação as 21h, embarque as 23h50.

Dia 9 – Dia 4 de dezembro
Chegada no Brasil

O que esta incluído:
– Passagem São Paulo \ Cidade do México
– Passagem Acapulco – Cidade do México
– Passagem Cidade do México – São Paulo
– Viagem de Van – Cidade do México – Cuenavaca – Taxco – Acapulco
– 2 noites de Hotel com café da manha na Cidade do México
– 2 noites de Hotel sem café da manha em Acapulco
– 2 noite de Hotel com café em Puebla
– Viagem de Van para Puebla, ida e volta.
– 1 noite de Hotel sem café da manha em Teutiuhacan (tem café no programa do balão)
– Guia acompanhante falando espanhol desde a saída do Brasil.

O que não esta incluído:
- Alimentação individual
- Voo de Balão(U$ 175,00)
- Gastos pessoais
– Os deslocamentos dentro das Cidade de Puebla, Acapulco e Cidade do México, faremos de ônibus de linha ou de metro, cada passageiro para o seu, o valor da passagem é de R$ 3,00.

– O passeio para Chochimilco faremos de metro e trem, o valor é aproximadamente R$ 30,00.
- Previsão de gastos diários U$ 50,00.

O valor aproximado da viagem R$ 5.900,00

Pode ser pago até a data da viagem.

Assista o episódio do Chaves em Acapulco.

http://www.youtube.com/watch?v=iVdevKhpKus

Qualquer duvida entre em contato Marcos Pinheiro
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

48 99962 3748

 

MAIO 2018 - Travessia em Miami + Orlando

TRAVESSIA EM MIAMI + ORLANDO 

Confirmados:
1 - Valdinei - Florianópolis - SC
2 - Assis - Fortaleza - CE
3 - Marcos - Florianópolis - SC


Dia 0 – 30 de abril – segunda feira – Viagem de nossas cidades para São Paulo
Cada viajante sai de sua cidade, deverá chegar em São Paulo, no Aeroporto de Guarulhos, por volta das 17h00, evitar pegar o ultimo voo de suas cidades para São Paulo.
Estaremos no Ponto de encontro do Terminal 3, a partir das 18h30.Temos que nos apresentar as 22h30min no balcão da Companhia Aérea. 

1º Dia – 1 maio – Terça-feira – São Paulo \ Orlando
Embarque as 01h40min em São Paulo, chega em Orlando as 12h20.

cidade de orlando

Estadia 1 em Orlando

2º Dia – 2 maio – Quarta-feira – Orlando 
Dia para ir nos parques

disney vs universal

Estadia 2 em Orlando 

3º Dia - 3 de maio – Quinta-feira - Orlando

magic kingdom orlando

Estadia 3 em Orlando

4º Dia - 4 de maio – Sexta-feira - Orlando

hollywood studios walt disney world orlando eua tom bricker creative commons

 Estadia 4 em Orlando

5º Dia - 5 de maio – Sábado –Viagem para Miami.
Viagem para Orlando, saímos as 12h, são 4 horas de viagem. 

large

Saturday, May 6, 201712:00 PM – 6:00 PM – All event pre-check in

Downtown Miami Night

Estadia 1 em Miami

6º Dia – 6 de maio – Domingo – Travessia
6:00 am – 7:45 am Check-In
7:00 am – 2:00 pm Sponsor Expo Open

http://www.active.com/miami-fl/water-sports/swimming-races/swim-miami-2017 


RACE STARTING TIMES:
8:00 AM – Special Olympics 800 M (All)
8:05 AM – 800 Meter Male (All Ages)
8:07 AM – 800 Meter Female (All Ages)
8:15 AM – 10K Male (All Ages)
8:17 AM – 10K Female (All Ages)

JIM 8969

10:00 AM – 5k 18 and under (Male)
10:02 AM – 5k 18 and under (Female)
10:04 AM – 5k 19 and over (Male)
10:06 AM – 5k 19 and over (Female)
10:10 AM – Special Olympics 1 Mile (All)
10:15 AM – Miami Mile 18 and under (Male)
10:17 AM – Miami Mile 18 and under (Female)
10:19 AM – Miami Mile 19 and over (Male)
10:21 AM – Miami Mile 19 and over (Female)
11:00 AM – K-9 KRAWLAward Ceremony:Awards will be going on simultaneously as events finish.Every swimmer walks away with a limited edition finisher medal. 
This medal is a custom jigsaw puzzle piece medal as part of the South Florida Swim Series.
 By completing all three, they will form together to read Swim Series on the back. 
This are truly special and a great memento for the year you've had in open water swimming. Overall Top 3 Male and Female awarded.  

Time Limits: The 10K Swim: 4 hoursThe 5K Swim: 2 hoursThe Miami Mile: 1 hourThe 800M Swim: 30 minutes

Estadia 2 em Miami 

7º Dia – 7 de maio – Segunda feira
– Vamos visitar o Hall of Fame Swinhttp://www.ishof.org/

hall

Estadia 3 em Miami

8º Dia – 8 de maio – Terça feira
–Dia para Compras http://www.shopdolphinmall.com/ 

dolf

Estadia 4 em Miami

9º Dia – 9 de maio – Quarta feira – Miami - São Paulo.



O que esta incluído:
Passagem Aérea – São Paulo (Brasil) – Orlando(USA)
Passagem Aérea – Miami(USA)   – São Paulo (Brasil)
Transfer para o Hotel em Orlando.
4 noites Estadia em hotel 3 estrelas em Orlando.
Viagem de Orlando para Miami de Van.
4 noites Estadia em hotel 3 estrelas em Miami.
Transfer do Hotel para o Aeroporto em Miami.
Acompanhamento de guia falando ingles\espanhol desde a saída de São Paulo.

O que não esta incluído:
Inscrição do evento
Visto americano
Entradas nos parques Gastos individuais

O valor aproximado da viagem é de R$ 6.800,00.
Pode ser pago da seguinte forma:
- Deposito inicial de R$ 1.000,00.
Logo após a compra da passagem.
- Compra da passagem em 5 x no cartão. 
Escolher os valores para depósitos mensais entre 500,00 a 1000 reais.
O restante R$ 3.000,00 deve ser parcelado até a data da viagem. 

Os interessados entrem em contato:
Marcos Pinheiro
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
48  99962 3748

 

Assinar este feed RSS