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UM DIA DOURADO EM CURITIBA

 

celio

UM DIA DOURADO EM CURITIBA
Dois ídolos em uma só viagem!

Obrigado amigo Alexandre Parker pela oportunidade de poder encontrar em uma mesma viagens dois grandes ídolos.

Muitos compromissos em Florianópolis, quase me impediram de ir a Curitiba, mas algo forte me puxava, eu fui!
De carro até Piçarras, hospedagem na casa dos amigos Henrique e Katia, carona com os amigos Tuco e Sandra, chegamos na hora do Café, ufa!!!

Combinei com o Parker, que eu daria meu depoimento de como foi minha participação no dia da medalha da Poliana, ele disse que que ela iria falar disso e eu falaria durante a palestra.

Muitos amigos de Travessias encontrei por lá, Silmara, Fabiana, Beth, Paulo, Indiana, Marcia, Lucas....

Bom, Ricardo Cintra, técnico e marido da Poliana, ou seria, marido e técnico?
Falou primeiro, um completo domínio de tudo que está fazendo, e podemos ver um casal muito divertido e muita interação, certamente um dos ingredientes que levaram a medalha.

Eu treinei, não vou chorar!!!! Adivinha se o treino funcionou Osni, Vitoria?

O “pobrema” foi que, quando chegou a hora, quando ela mostrou a entrevista que ela deu ao repórter que contou pra ela da medalha, já foi uma carga de emoção, ele se emocionou.
https://www.youtube.com/watch?v=Bgq_Rn4kcXI
https://www.youtube.com/watch?v=RWSLGvVOZXM
Uma pessoa com emoção em tudo que faz, que fala, em que acredita!!!

O Parker me chamou....

Nem comecei a falar e já embarguei, foi uma cachoeira, minha, da Poliana, do Parker, da Beth...
Desculpa pessoal vou treinar mais!!!

No dia 15 de agosto de 2016, eu estava na praia de Copacabana, uma realização, para quem estava vivando de Travessia a 20 anos, nossa casa, nosso pão de cada dia, vem dos eventos que nós fazemos, dos desafios que proporcionamos, das emoções, das Travessias pelo mundo, dos aprendizados que proporcionamos e recebemos.
A grande herança, dos amigos que fizemos, das pessoas que nos querem bem!!

Acredito que colaboramos para formar a base da pirâmide, cada um que nadou a Travessinha de 200 metros, que perdeu o medo nos 750 metros, que nadou 1500m, 3 km, 5 km em Itapema, 8km no Rio da Guarda, 10 km no Canal do Linguado, 12 km no Rio São Francisco, cada um, como gotas, ajudou a encher o MAR DA POLIANA, fez ela chegar e tocar o sino do merecimento!!!
CHEGAR NO OLIMPO!!!

Sol lindo, me posicionei na ciclovia, bem ao lado da cerca, onde as atletas passariam para chegar na praia.
Lá vem as moças, veio a Poliana, passou bem perto de mim, falei intensamente:
- VAMOS POLIANA!!!!
Ela retribuiu com um sorriso, brilhante, SORRISO DE MEDALHA!!!
Meu sentimento não costuma me enganar.

Emoção, largada, a cada volta, a expectativa!!!

A chegada, no telão, o resultado, Poliana em 4º, a decepção não foi pelo resultado, foi porque, acreditava que a Poliana merecia, pelo meu sentimento, pelo 20 anos de aguas do mundo!!
Deixei a praia, voltei pra voltar pra casa, afinal seria meu último ato olímpico!
Passo por uma pequena banca de revista, pendurada em uma calçada de Copacabana, uma tv de 14 polegadas, cheia de chuvisco(certo que quem tem menos de 30 anos, não sabe o que é chuvisco), pude ver, no que pouco se podia ver, o resultado, a Poliana em 3º, eu cheguei mais perto pra ver se não era erro, dos meus olhos, da tv, dos chuviscos!
ERA VERDADE!!!
UHUUUUUUUUUUUUU!!!!
Sai comemorando pela rua, pulando de alegria, falando pra quem eu encontrava na rua!
Até o aeroporto, volto pra Floripa, com o sonho Olímpico completo!
Ganhei a medalha que eu mais queria ganhar!!!
Eu me senti, como, se eu estivesse com a medalha no peito.

OBRIGADO POLIANA!!!!
Demorei 1 ano e 2 meses, mas tive oportunidade de falar isso pra ti pessoalmente!!!
https://www.youtube.com/watch?v=jwHrqx3lHA0

Para completar esse dia dourado em Curitiba, aparece o ídolo Célio Amaral.
Conheço o Célio desde 1995, ícone da natação máster do Brasil.
Tive oportunidade de conduzir o viajante Celio Amaral a completar todos os 7 países da América Central, nos, “enquanto” viajantes, disputamos países conquistados!!!
Célio, é o mais amigos dos seus amigos que eu conheço!!!
Grande contador de histórias e braçadas, é, ele conta as braçadas em todas as travessias que vai!

Último ato, café na casa de viajante, aventureiro, nadador de Célio Amaral!
OBRIGADO CÉLIO, pela parceria e amizade!!!!

OBRIGADO POVO DO MAR!!!!

Marcos Pinheiro

AGOSTO 2017 - Mundial de Natação – 9 países (29ª Viagem)

DIARIO DE BORDO –  O segredo do Lago
Por Marcos Pinheiro
31 a 14 de agosto 


31 de julho - São Paulo – Helsinque
Todos a caminho de um velho mundo novo.

1 de agosto(terça) - Helsink (Finlandia)
A escala em Paris, no gigante e complicado aeroporto Charles de Gaulle.

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Embarcamos com a Finnair, as 14h50, chegamos as 17h em Helsinque.

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Incrível, logo na entrada do aeroporto cruzei com a pessoa mais famosa da Finlândia, Mika Häkkinen, piloto bicampeão da Formula 1.
Muita gente circulava no aeroporto, banheiros com som de pássaros, espetacular, mas, estavam sujos!
Compramos bilhetes e fomos de trem para o centro da cidade, de lá, pegamos o bonde até o hostel, que foi escolhido por ficar próximo ao porto.
Um hostel moderno, as vezes de tão perfeito, parecia um hospital....
Primeiros passeios pela surpreendente capital finlandesa, com destaque para a Igreja Ortodoxa Russa.
Banhada pelo mar báltico, a capital é voltada para o mar, com conexões com Rússia, Suécia e Estônia, com barcos que levam passageiros, carros e cargas.

2 de agosto – Helsinque - São Petersburgo
Uma das funcionárias do hostel era filha de mãe brasileira, descendente de japoneses com o pai finlandês, o pai foi trabalhar em São Paulo,
tomava café todos os dias em uma lanchonete onde a mãe dela trabalhava.
Descobri que homens finlandeses, se casam com estrangeiras, com quem será que se casam as mulheres finlandesas?
Pegamos um barco no porto, fomos visitar a Fortaleza de Suomenlinna.

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No intuito de proteger as províncias suecas na Finlândia e o próprio país do avanço russo, Frederico I da Suécia mandou erguer em 1747, nas seis ilhotas do arquipélago em frente à cidade de Helsinque, uma fortaleza destinada a fechar e controlar as possíveis incursões navais e terrestres das tropas dos czares.

Em 1772 estava concluída a fortificação de Sveaborg: as ilhotas formavam um sistema defensivo articulado, envolvidas por uma cintura de proteção de muralhas de granito.

Em 1808, no decorrer da Guerra Finlandesa, as tropas do czar cercaram a fortaleza, forçando os suecos a renunciar à posse de Sveaborg.  

Como consequência da Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, os finlandeses conseguiram obter a sua independência. A fortaleza foi então rebatizada como Suomenlinna, sendo parte de suas instalações requalificadas como um centro artístico e cultural.

Atualmente, as tranquilas galerias de arte convivem com a Escola Naval finlandesa.

O conjunto da fortaleza encontra-se classificado como Património da Humanidade pela UNESCO desde 1991.

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Por sorte viemos no verão!


Estava combinado que as 17h, nos encontraríamos no hostel para saímos para o embarque.
Parte do grupo não chegou, em consideração aos que chegaram cedo, fomos.
No momento que entravamos no trambi, o grupo chegava no hostel.
Decidi por descer no próximo ponto, disse pra eles me esperarem no ponto mais próximo a estação de trem, e voltei ao hostel, e conduzi o restante do grupo.
Entramos no trambi, no meio do caminho vi o restante do grupo, por sorte nos encontramos, porque eles estava no ponto errado!
As 18h estávamos no porto, para embarcar no Princess Anastacia.

Princess Anastasia or SPL Princess Anastasia that is the question Tallinn 10 April 2017

Não era muito fácil encontrar as cabines, chegamos, eram pequenas, mas o suficiente para 3 pessoas, o navio era antigo, mas foi reformado.
Passageiros, a maioria chineses e russos voltando de férias.
Durante a viagem, descobri que cometi um erro, achei que a hospedagem em São Petersburgo, era no navio, e não era.
Lembrei de três indianos que estavam no navio, perguntei a eles onde eles se hospedariam, eles disseram, Central City Hostel, bom, essa seria nossa referência.

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3 de agosto(quinta) - São Pertersburgo (Russia)
Acordei cedo, sol e vento forte e frio, eu era o único no deck superior, já era possível ver terras russas.

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Ao chegar no porto, todos os passageiros saíram ao mesmo tempo do barco, ficamos mais pra traz.
Na chegada na aduana, um imenso bolo de gente, se amontoava pra dar entrada na Rússia.
Percebi que uma outra aduana para russos, eu lembrei que como acontece em todos os lugares, quando acabam os cidadãos do pais, eles chamam os demais.
Nos sentamos de frente para a aduana dos russos, uma policial abriu a porta por duas vezes e , olhou como quem diz, o que esse povo está fazendo ai?
Logo depois ela chamou, estávamos apostos, entramos rapidamente.
Nosso uniforme foi importante, fizeram perguntas pra mim, os demais já passaram direto.
Pegamos três taxi, demos o endereço do Central, City Hoste, o GPS se confundia, mas indicava para o centro da cidade.
Paramos em uma esquina, deixei o pessoa e fui atrás de hotel, em aproximadamente 30 minutos estávamos instalados, primeiros as mulheres em um hotel, eu, Valdinei e Assis, em um pequeno hostel, no mesmo prédio.
Muitos apartamentos viraram hotéis no centro da cidade.
A poucos metros do hotel, tinha um restaurante, pelo que entendemos, comida típica russa.
Era melhor pedir pela foto, mas mesmo assim, teve gente que pediu file com purê e comeu,  massa com cogumelo...
Não cito nomes! k
Estávamos a poucos metros do Museu Hermitage.
Um dos maiores museus do mundo, às margens do rio Neva.
Sua vasta coleção, com 3 milhões de peças, possui itens de praticamente todas as épocas, estilos e culturas da história russa, europeia, oriental e do norte da África, e está distribuída em dez prédios
Neste conjunto o papel principal cabe ao Palácio de Inverno, que foi a residência oficial dos Czares quase ininterruptamente desde sua construção até a queda da monarquia russa.
O núcleo inicial da coleção foi formado com a aquisição, pela imperatriz Catarina II, em 1764, de uma coleção de 225 pinturas flamengas e alemãs do negociante berlinense Johann Ernest Gotzkowski.
Demos sorte, era de graça, bem no dia que chegamos.

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A localização do hotel, era perfeita, possibilitando caminhar para os principais monumentos da cidade.

No fim se tarde eu e o Assis, tomamos café em um lugar espetacular, parecia uma antiga cave.

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4 de agosto(sexta) - São Pertersburgo
Casa um foi para um lado, eu me perdi do grupo que iria fazer o tour de ônibus, acabei caminhando pela cidade.

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Encontrei, Doris, Ariane e Silamra na entrada da Catedral do Sangue Derramado, a mais impressionante igreja que já fui, toda em mosaico bizantino, pude ver a emoção da Doris como arquiteta!

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Rodei toda a região central da cidade, como “legado” da arquitetura soviética, somente um prédio.
Nos encontramos todos no hotel para voltar ao navio, contratei 4 taxis, pedi para a moça do hotel, solicitar, sempre mais seguro.
Saímos em comboio, na chegada a polícia levou nosso taxista para a central de polícia, pelo que entendi, ele estava com documentos atrasados.
Um dos taxi não chegou, onde estavam Valdinei e Ariane e Silmara.
Por sorte era o Valdinei que tinha experiência em situações de risco...
Foram, longos, 5, 10, 15, 20 minutos e nada.
Falei com um policial, mas ele não entendeu nada, me levou até a central de polícia, falei com o taxista “preso”, ele não sabia de nada.
Mais 20 minutos, chegou o taxi com os sorridentes viajantes.
A pior parte foi o cc do taxista, sovaco muito fedorento!!!
Ele passou em casa para pegar documentos e foi para o porto de cruzeiros, outro lado da cidade!
Com as duas aulas de russo com a Professora Sara em Floripa, pude agradecer ao chefe de polícia:
BOLSHOI SPACIBA (muito obrigado)
Ele respondeu:
- PAJALUSTA, PAJALUSTA (pajalsta) – Por favor, por favor, ele respondeu!

Embarcamos no navio, o navio com muito menos passageiros, e mais animados.
Quando eu saí do salão de festas, as 22h o comandante do navio estava dançando com uma de nossas viajantes, apesar de livre e desimpedida, não gosto de citar nomes não é Lourdes...k
Um(a) de nossos viajantes chegou pela manhã na cabine e outr@ participou do concurso de quem bebe mais rápido, andou dando um “triplo mortal carpado” o “joielhin deu pobrema”.
Toda a tripulação estava na pista de dança, ninguém sabe quem estava no comando!
Escutei falar que rolou até “bundalelê”.....

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5 de agosto(Sábado) – Helsinque  –Talin
Amanhecemos  em terras finlandesas, pouco antes do porto, o navio deu um giro de 180 graus, o prático (manobrista do navio), estacionou de ré em um espaço bem pequeno, incrível a manobra.  
Chegamos as 8h30, fomos para o balcão da outra empresa que nos levaria para Talin, na Estônia, mas algo estava errado, estava vazio, um casal de norte-americanos, estava lá também, perdidos.
Passou uma moça e disse que teríamos que ir para o terminal 2, fomos eu e mais duas colegas, confirmamos que era lá mesmo, comunicamos aos demais e eles vieram.
O terminal parecia um aeroporto de última geração, desses que vamos demorar pra ver um igual no Brasil, as 10h30 parte um navio lindo moderno, bem diferente do outro que fomos pra Rússia, com destaque para uma luminária em forma de cavalo em tamanho natural.

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Esse barco é famoso por levar finlandeses para beber e comprar bebidas em Talin muito mais barato que não Finlândia.
Fomos brindados com um arco-íris diferente, começava e acabava no mar, tinha um arco raso, bem diferente dos outros que eu já tinha visto.
A ressaca da volta da Rússia, cobrou o preço de alguns, que dormiram a viagem toda...
As 12h30 chegamos em Talin, caminhamos até o começo do centro histórico da cidade, começou a chover, eu tinha que ir na rodoviária comprar nossas passagens para Riga na Letônia,
deixei o pessoal em frente a um restaurante.
Olhei pra cidade e vi uma torre alta, a mais alta, parecia o filme do shrek :
- Ela estava adormecida no quarto mais alto da torre mais alta do castelo guardado por um dragão...
Lá, nessa igreja seria o local de encontro, foi uma decisão arriscada, mas necessária, marcar sem saber!

Tallinn view from Tompea

Fomos eu, a Laís e a Ana, comprar as passagens, voltamos a igreja, lá estavam as malas e alguns viajantes, os demais estavam passeando, conforme combinado, porque ficaríamos apenas 4 horas em Tálin.
Fizemos um revezamento, cada um ficava 15 minutos.
Um movimento diferente acontecia na igreja, eu achei que era ensaio de um coral.
Em algum momento, ficamos eu, a Cecília, de 6 anos, e as 14 mochilas\malas.
Tudo certo, se não, entrasse um casamento, nossas bagagens estavam bem na frente da entrada, atrapalharia a entrada e apareceria em todas as fotos.
Chegaram três casal de padrinhos, com roupas diferentes, uma das moças me pediu pra tirar as bagagens, eu rapidamente tirei, fiquei no canto da igreja.

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A movimentação que estava acontecendo eram os convidados, entrando pela porta lateral.
Assisti a entrada do casamento de camarote, a Cecília, no seu mundo de criança, pegou as mochilas e fez uma cabaninha.

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Cecilia, em um momento sentiu fome, pegou uma latinha de batata frita, me ofereceu, salvou nossa fome! Antes de acabar, ela disse:
- Come, está acabando!
Mais algum tempo, chegaram os viajantes e foram de taxi para a rodoviária, eu o Assis, e o Valdinei, saímos pra dar nossa volta pela cidade, chuva forte, não atrapalhou!
Descendo pra praça central, passamos por uma porta, uma moça vestida com uma roupa medieval nos convidada pra entrar e ofereceu uma bebida grátis, entramos!
Uma cantina medieval, ambientada no ano 1300, tudo era de época, pedimos o que era mais rápido, porque tínhamos menos de 1h para chegar na rodoviária.
Sopa de carne, sopa de cogumelo, uma cerveja, e suco de maça, esse foi nosso menu.
Sopa e bebida em potes de barro, colher de madeira, suco de maça maravilhoso, a cerveja, mesmo eu não sendo especialista e bebendo muito pouco, tomei a melhor cerveja da vida, Assis e Valdinei tiveram a mesma opinião.

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A sopa de carne e cogumelo tinham um gosto de passado, um molho diferente e maravilhoso.
O tempo foi passando, tínhamos que voltar do ano 1300 até 2017 em menos de 25 minutos.
Saímos pela rua, acreditando que rapidamente conseguiríamos um taxi, isso não aconteceu!
Uma rápida e desesperada descida pelas ruas da cidade medieval de Talin, nem uma carroça, nem carruagem, muito menos taxi.
O tempo foi passando, o relógio implacável, apareceu ele, um sorridente motorista com sua bela mercedes.
Dissemos que estávamos atrasados, ele só ria.
Em algum momento, perguntei o nome dele, o meu Marcos Pinheiro, o dele...
Margus Pinn, uma incrível “coincidência”!
Ele, meu xará o Margus, dizia, meu parente brasileiro!

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As 16h55, chegamos na rodoviária, embarcamos para Riga!
Eram 12 lugares na primeira classe no ônibus, eu, o 13º elemento, fiquei na segunda classe, pelo menos no busão, os viajantes foram na primeira classe, eu, passei a vez!
No meio do trajeto, o motorista fez uma pequena parada, alguns dos viajantes, resolveram descer, o motorista queria seguir viagem eu disse que tinham 4 passageiros na rua, tive que me pendurar na porta para eles não seguir viagem!! Foi tenso!

As 22h20, chegamos em Riga, os taxistas não foram simpáticos, mas conseguimos chegar em nosso destino, parte do grupo foi para um hotel e outros para um hostel, ambos bem central.
Uma agitada vida noturna, bons lugares para comer em Riga.

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6 de agosto domingo) – Riga – Vilnius
Pela manhã visitamos o belo centro histórico, a primeira coisa a chamar a atenção foi uma réplica da estátua, Os Músicos de Bremen ou Os Músicos de Brama, um conto escrito em 1812 pelos Irmãos Grimm.
A história se passa em um vilarejo onde vivem um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, os abandonam e decidem seguir para Bremen, uma cidade onde pretendiam ser músicos profissionais e conquistarem a liberdade.

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No caminho para Bremen anoitece e os animais avistam uma casa de luzes acesas.
Olham pela janela e dentro desta veem ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Inocentemente, não percebem que se tratam de ladrões e apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado, os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som.
Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição e dormem.

Durante a madrugada, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar.
Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensou que fosse brasas e inclina-se para acender uma sua vela.
Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe as pernas e o galo afugenta-o porta fora, a bicadas e cacarejando.
O homem assustado se reúne com seus comparsas e diz aos companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um fantasma gigante que lhe deu uma paulada (o burro), um ogro diabólico o esfaqueou e arranhou suas pernas (o cão) e, o pior de tudo, - um juiz lhe deu marteladas enquanto gritava "Prendam esse patife" (o galo).

Os ladrões abandonam a casa devido às estranhas criaturas que dela se apossaram e com a algazarra são descobertos e presos.

Os donos dos animais descobrem então que as coisas roubadas na casa são de sua propriedade e a população do vilarejo trata os animais como heróis.

Os amigos desistem de viajar até Bremen e decidem viver felizes naquela casa até o final dos seus dias.

Na estátua em Riga, reza a lenda que cocar em cada um dos animais, da 25 anos de sorte cada, a maioria das pessoas, consegue tocar no terceiro animal!

Entrar em um restaurante turístico, gasta-se em média, 15 euros, nos almoçamos crepe, 4 euros com direito a suco.
O segredo, que não é segredo é ir onde a população local vai!

O que mais me impressionou em Riga foi a Igreja de Santa Maria Madalena.
Para algumas religiões, uma prostituta, para outras, a esposa de Jesus.
Nessa igreja, uma grande pintura mostrava Maria Madalena recebendo a comunhão de jesus na santa ceia.

MADALENA 3

MADALENA 2

As 15 horas embarcamos para Vilnius, a mais desconhecida de todas as cidades que nós visitaríamos.
Na chegadas fomos saudados por um festival de balões.
Eu procurei hospedagens que ficassem perto das estações de ônibus, para o Fortuna Hostel, fomos caminhando, apesar do nome, foi o pior de todos os lugares que nós ficamos!
Já era noite, cada um se virou com sua comida, eu e o Valdinei ficamos tentando comprar a passagem de Varsóvia para Budapest, essa não podia falhar, pelo horário das Travessias do Mundial.
O grupo descobriu uma escola de massagistas, com massagem de graça, o Valdinei não foi, só pra me ajudar na compra das passagens...

No final das contas, ficamos até as meia noite e meia, e eu só consegui comprar a minha passagem.

7 de agosto(segunda) - Vilnius – Varsóvia
Descemos para o centro de Vilnius, poucos metros do hostel.
Entrei em uma Igreja Ortodoxa Russa, me deu aflição, um cheiro forte de incenso e três  sacerdotes mumificados no meio da igreja, davam um ar....
Esquisito!!!

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Todas estas cidades tem seus guetos judeus, o de Vilnius era pequeno, mas muito interessante.

As meninas mandaram uma foto de um belo castelo, retiramos as bagagens do hotel, colocamos na estação, contratamos um taxi e seguimos viagem,
45 minutos até o Reino de Trakai.

Um lindo castelo em uma ilha, um lugar especial, valeu muito a pena, o passeio inesperado.
Um belo museu com peças antigas, dava um toque especial ao desconhecido Reino de Trakai.

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Comprinhas de mantimentos para a viagem, são 8 horas até Varsóvia.

As 14h embarcamos para Varsóvia, viagem tranquila, boas estradas sempre!
Chegamos a meia noite, em uma dificuldade com o GPS, demoramos pra encontrar o hostel, graças ao faro do Valdinei,
chegamos! Nesse hostel, as camas eram em forma de colmeia, muito interessante!



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8 de agosto(terça) Varsóvia - Budapeste.
Nos encontramos as 9h na estação de trem, a grande maioria do grupo decidiu ir de trem para Budapeste, como eu já tinha comprado, fomos procurar a empresa, para comprar a passagem para o Valdinei.
Procuramos por todos os cantos de Varsóvia e não encontramos a flixbus, em um determinado momento, pegamos um sinal de internet  o Valdinei conseguiu comprar uma passagem pra ele! Agora nos resta saber se a empresa existe...?
Tranquilos com as passagens na mão, fomos até a rodoviária, onde sairia nosso “possível” bus.
Deixamos nossas mochilas no guarda volumes, e saímos pra caminhar pela cidade, sabíamos que tínhamos que pegar o ônibus 517 ao lado da estação de trem!
Varsóvia uma cidade muito grande, as pessoas não são muito simpáticas, as pessoas com mais de 50 anos, raramente falam inglês, a maioria fala russo como segunda língua.

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Bem diferente dos simpáticos descendentes poloneses que conhecemos no Brasil, saudade do amigo Ryzard Kowalski!!
O centro histórico era bonito, grande, mas, foi a cidade menos interessante de todas que passamos, eu não estava abem nesse dia..

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Em algum momento vou falar mais sobre isso, mas essa era uma viagem peregrina, esse peregrina, sem nenhum vínculo ou referência com religião.
Esse dia parecia um dia peregrino, para confirmar isso, algo extraordinário deveria/poderia acontecer, comprar uma passagem no meio da rua, não justificaria um dia peregrino.

Warsaw Poland Houses 511360

Voltamos pra estação de trem para pegar o ônibus 517, atrasamos um pouco, o ônibus demorou a passar, tínhamos que estar na rodoviária as 20h, 20h10 ainda estávamos na estação de trem, quando já tínhamos decidido pegar um taxi, apareceu o busão!
Dentro do ônibus, uma moça fez umas perguntas em inglês para o Valdinei, ele me chamou.
Irina, nascida em Belarus, mora em Tókio a 15 anos, logo me veio na cabeça, será que Irina traz a pista que estávamos esperando?
Eu perguntei, tu por acaso tem apartamento pra alugar em Tókio?
- Sim eu tenho ap pra alugar em Tókio!!
Será?
Poderemos viajar em três oportunidade para Tókio, 2019 no Mundial Master na Coréia, faremos a viagem Coreia e Japão, 2020 Olimpíadas, 2021 Mundial Máster de Natação.
Vamos saber se ela tinha a pista, em 2019, 20 ou 21, se ficamos no apartamento dela em Tókio!
Mas, chegamos na rodoviária, saímos correndo do ônibus, o Valdinei foi para o guarda volumes, eu na direção do ônibus, não fiquei com o contato da Irina...
Vi que o ônibus existia, o motorista tinha um celular com o nome dos passageiros, tudo dominado, voltei no saguão, falei com a Irina, quando cheguei o Valdinei estava segurando o ônibus, descontou aquela entre Talin e Riga.
Viagem tranquila até Budapeste.

9 de agosto(quarta) – Varsóvia - Bratislava - Budapeste
Pela manhã, uma parada de 10 minutos em Bratislava, o ônibus encheu, as 8h da manhã, chegamos em Budapeste.
De metro fomos até a estação que apelidamos carinhosamente de Corvina Negra, porque Corvin Negyed era difícil de gravar.
Na entrada do apartamento, nos encontramos com o Alejandro, dono do apartamento.
O prédio era de 1890, localizado em uma região que foi trincheira da segunda guerra!
A primeira impressão do apartamento foi a pior possível, 4 andares sem elevador, sem ar condicionado...

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Nosso primeiro movimento foi buscar nossa credencial, pegamos o trambi, que passava a poucos metros do ap.
Descemos na Ilha Margareth, a piscina externa era  casa do Polo Aquático, descobrimos ali que a credencial era na outra piscina, bem longe.
Aluguei um carrinho elétrico, fiz um carreto, levei alguns colegas mais pra frente!!!
Todos credenciados, encontramos a amiga Cris Donini.
Fomos assistir saltos ornamentais na piscina oficial do Campeonato Mundial.

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A noite uma brisa refrescava nosso bunker....

10 de agosto(quinta) – Budapeste
Acordamos muito cedo, o trem dos atletas sai as 7h00.
No primeiro dia Lais, Lourdes, Silmara, Assis vão nadar, eu e a Doris e a Ariane, vamos torcer.

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Nosso café da manha, foi no na calçada!!!

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Desce, pega o metro, troca de estação, alguns atletas já eram denunciados, por suas roupas e mochilas, chegamos a Déli.
Duas horas de balanço, chegamos, um trem só para atletas, mais 500 metros caminhando, estávamos na entrada da área de competição.
Um belo balneário com marinas, bares, restaurantes, a mais bela orla que eu já vi, com uma estrutura de dar inveja!

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Meu primeiro movimento no lago foi sentar na beira do cais, e colocar meu termômetro na agua, levei um susto e saltei pra trás, uma cobra vinha na minha direção.
Bom, deve ser um caso raro, deixei ela passar, sentei outra vez, coloquei o termômetro, incrível, mas, logo depois apareceu outra cobra.
Fiquei preocupado, mas, guardarei esse SEGREDO, para não assustar os demais nadadores.  

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Muitos amigos fomos encontrando pelo caminho, Renato Takeyama, Lucia Trillo, Brunini, Beth, Katia, Sven, Marcos, Cibeli, Cyrano, Cris, Enio, Juliana.
A mais emocionante  das disputas foi protagonizada por Brunini e Assis, sendo decidida na batida de mão.

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Parte da minha missão cumprida, de conduzir os nadadores até o Mundial de Natação.

11 de agosto(sexta) – Budapeste – Balaton – Budapeste
Perdi uma medalha no Campeonato Mundial de Natação Master na Batida de Mão!
Saímos de casa as 5h45, o caminho já era conhecido ate a estação Déli pályaudvar..
As 7h05 partimos.



Reencontrados, como Jaime Carranza da Costa Rica.
Segunda vez no Balaton!

O lago Balaton (em eslovaco Blatenské jazero), "lago barrento", provável origem do nome; em alemão Plattensee; em latim Lacus Pelso) é um lago localizado na Hungria e o maior da Europa Central e Oriental, com uma superfície de 592 km². Seu comprimento é de 77 km e sua largura varia de 4 a 14 km. A superfície do lago situa-se a 104 m acima do nível do mar, e sua profundidade chega a 11 m (profundidade média 3,2 m).
Como a Hungria não tem costa marítima, o lago Balaton é às vezes chamado de "Mar Húngaro". O rio Zala fornece a maior quantidade de água ao lago, e o canal Sió provê a saída de água quando necessário.



Entramos eu e o colega Valdinei, na área exclusiva, passar a credencial na catraca eletrônica, já era emocionante.
Primeira etapa era procurar meu número de competição, com o numero escrito na credencial, vamos para o chip e touca.
Tudo pronto, era só esperar a hora para ir para a Call Room.(sala de chamada).

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Para nós que organizarmos eventos era bem importante estar ali, para poder avaliar de perto, cada etapa do mais importante evento de Águas Abertas para amadores no mundo.
Para atletas amadores e para um (não)atleta como eu, era o auge da carreira.

Chamaram no call room, o arbitro da instruções, a melhor parte foi ele dizer, pra ficar tranquilo e curtir, afinal era um campeonato Máster.
Eles colocam um número na bagagem e outro na credencial, entregamos a bagagem e ficamos com a credencial.
São chamados um a um, nesse momento me senti em uma olimpíada, chic!!!
Deixamos a credencial em um varal e entramos na plataforma de largada.
Acenei pras arquibancada, mesmo sem reconhecer ninguém, kk.
O vento estava no sentido arquibancada – largada, eu decidi largar mais pra esquerda.
Entrei na água e subi duas vezes na plataforma, água boa, 26 graus.
Todos em posição, segurando em uma corda e apoiando os pés na plataforma.
Uma bandeira anunciava que estava tudo certo, outra foi baixada no momento do tiro.
Minha estratégia de largada foi acertada, o vento me empurrou pra direção dos outros e eu demorei alguns metros pra ficar em ultimo....k

Com poucas braçadas, um caiaqueiro percebei meu potencial tukitukiano (referente a tuk tuk, nossa colega prefere ter uma visão geral de todas as provas que participa...k)

Um vento forte, formava marolas, a primeira perna de 1200 metros, a maior, vento contra.
Logo nas primeira braçadas, achei que não conseguiria completar.
Veio a primeira boia de orientação a 300 metros, na segunda, eu olhei pro caiaqueiro e fiz o sinal de positivo, ele sorriu.
Nessa hora lembrei dos amigos que em algum momento foram suporte no caiaque em nossas provas, Edvaldo, Alemão, Derik, Alexey, Nathan, Aldo, Mexiana, Fred, Isabel.

Na terceira boia de orientação, passa por mim o grupo que largou 15 minutos depois...
O trajeto até a primeira boia obrigatória não chegava nunca, mas chegou!!
O trajeto entre a primeira e segunda boia obrigatória era curto, as tinha muita marola, quando cheguei o segundo líder que largou 30 minutos depois, passou.
Agora era só descida!!!
A terceira boia era bem próximo as arquibancada com as cores da Hungria.
Minhas braçadas encaixaram com a marolas, e com minha pernada cruzada, ajudava a progredir.
No meio do trajeto passa o terceiro líder de onda, como chamadas as largadas.
Cheguei na terceira boia, agora era reta de chegada.
Ver o Assis e o Valdinei, deu alento e alegria.
Um grupo de espanhóis resolveu me dar força, fazendo movimentos a cada respiração.
Uma leve câimbra, coisa de “atreta”...
A poucos metros da chegada, passa por mim uma nadadora, muito rápido, me assustou, logo, mais uma, e mais uma, na batida de mão perdi o 5º lugar na categoria....(fem...k)

Estou pensando em entrar com recurso na FINA, porque a nadadora mexicana me “prejudicou”, tive que parar, perdi preciosos segundos.
Tenho como provar no vídeo da FINA a partir de 2h58m30 segundos.
https://www.youtube.com/watch?v=-JclCPPBjrc

Na chegada, aproveitei os louros da chegada em uma banheira de hidro massagem, disponibilizada pela organização.

Por sorte consegui uma medalha de participação, me custou muito caro....!!!!

Foi uma experiência única, participar de um evento grandioso como esse!
Aproveito pra anunciar minha aposentadoria em mundiais, um já está bom!!!!

Quero agradecer primeiramente a Léia e o Marcus Augusto, nosso filho.
“Segundamente”, aos viajantes que eu levei para o Mundial, eles também me levaram.
Assis, Lourdes, Lais, Luciane, Cecilia, Valdinei, Ana Grace, Mariana, Silmara, Leila, Doris, Ariane!!!

 

O trem ficou parado na estação, um assalto.
Um grupo de português estava no mesmo vagão conheci Rodrigo do Alentejo, ele ficou de me passar o calendário de eventos para futuras viagens!


12º Dia – 12 de agosto(sábado) – Budapeste – Praga.
Nesse dia, o grupo de divide em três:
Luciane e Cecilia foram direto para Praga de trem.
Lais, Lourdes, Doris, Valdinei, Ana e Mariana, vão de trem até Bratislava, passearam, almoçaram e foram de barco até Viena, de lá de trem para Praga.

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Eu, Assis, Ariane, Silmara e Leila, fomos torcer pela colega Ariane nadar!

Trouxemos nossas mochilas e tentar ir do lago direto para Praga, mesmo todos os húngaros dizendo que o caminho para Bratislava era via Budapeste, como eu não gosto de voltar, decidi tentar cortar caminho.

Um vento forte, fez a organização acertadamente diminuir o percurso e fazer duas voltas.
Para minha surpresa, Ariane veio me falar sobre a cobra, alguém deu com a língua nos dentes, porque eu contei no segundo dia sobre a cobra.
Um dia vou descobri quem foi....

Encontre com a amiga Judith, que eu conheci a 22 anos na cidade de Antuérpia na Bélgica.
Judith, foi a única que disse que seria possível fazer o roteiro que eu pretendia, inclusive os pais dela moravam na primeira cidade do roteiro.

Fim da minha principal missão nessa viagem, todos nadaram no Mundial de Natação!
Um vento forte fez a organização, diminuir e fazer em duas voltas o percurso.

Acabou a prova, partimos para nossa viagem, primeiro percurso foi feito de taxi até a cidade de Veszprém, foram 20 minutos de viagem.
Paramos no terminal de ônibus, por sorte a nossa, em poucos minutos, tinha um ônibus para  Gyor nosso próximo objetivo.
Podemos conhecer o interior da Hungria, nenhum sinal de pobreza, cidades organizadas.
Gyor, uma cidade media, paramos na rodoviária, mais uma sorte, em 10 minutos passa um ônibus internacional, da mesma empresa que levou eu e o Valdinei para Budapeste.
Muito mais rápido que pensávamos, estávamos em Bratislava.

Em vários momentos em nossa vida, a parte difícil tiramos de letra, acabamos nos complicando em detalhes mais simples.
Chegamos cedo em Bratislava, fomos para a estação de trem, onde, em teoria, seria mais fácil chegar em Praga, bom, não foi o que aconteceu.
O trem partiria somente as 23 horas, decidimos por esperar.
O trem chegou, todos correram para pegar lugar, já que o trem chegou lotado de outra cidade, com cabines cheias e pessoas dormindo.
Uma situação incômoda logo no começo, um casal com um carrinho de bebe, impedia as pessoas de passar pra outros vagões.
Aos poucos a situação foi se acalmando, a Leila logo conseguiu uma cabine, eu fui “brigando” aqui e ali, consegui lugar pro Assis, Silmara e Ariane, fiquei no corredor, eu, o carrinho de bebe e um cachorrinho.
Deitei no chão e dormi! No meio da noite, veio o “pica”, como é chamado em Portugal o guarda do trem, que vem obturar\picar o bilhete, cobrar 5 euros da reserva do trem, eu perguntei:
- Voce vai me cobrar a reserva, aqui nome meu corredor\ camarote, ele com um ar de envergonhado, disse que não!

13º Dia sábado 13 de agosto(domingo) –  Praga
Por volta das 4 da madrugada, chegamos a Praga, na portaria do hotel nos informaram que, os homens foram deslocados para o outro hotel da rede, nos levaram, eu e o Assis, já que o Valdinei já estava lá.
Um de nós, caiu da cama, sonhando com a Tcheca....k

Com o aprendizado em inglês do aplicativo duolingo, Valdinei conseguiu barganhar um café da manhã, pela mudança de hotel, um café excelente!!!
Saímos, o trio caminhar sem pressa e sem destino pelas ruas lotadas de turistas de Praga.
Em vários momentos dava agonia a horda de turistas...
Nosso hotel ficava na entrada do centro histórico, a mudança no final, foi ótima.
Trajeto tradicional relógio, ponte, quando subíamos para o castelo, eu sugeri que saíssemos da trilha turística, para encontramos um lugar pra comer, seu certo,
paramos em um tradicional restaurante Tcheco, uma comida excelente, parecia uma coxa de porco caramelizada, uma cerveja de 1564, valeu demais!!!

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Subimos para o castelo, vimos de tudo um pouco.
Uma das mais engraçadas é uma estatua que representa o fim do comunismo um jovem nu olhando pra frente.
As pessoas que conviveram com o comunismo, seguram no penis e choram. Acabou viram um simbolo de sorte,
é comum ver as mulheres segurando, se tanto segura foi lustrando o objeto....

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A descida proporciona bela vista e muitas expressoes de arte, a que mais emovionou foi uma moça tocando arpa e cantando a música aleluia, valeu o dia!!!

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Na última noite em terras europeias, fizemos uma reunião no hotel.
Eu agradeci a todos que acreditaram nessa viagem tão intensa de muito aprendizado, todos voltamos diferentes, certamente, pessoas melhores!!!
Me lembro das palavras da Doris:
- Obrigado por ter me trazido!!!
A Lourdes me cobrou que esse grupo não tinha nome, ela sugeriu, O Segredo da Cobra, acabou ficando O SEGREDO DO LAGO!!!

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Quando passamos por momentos tão intensos como foi essa viagem, fica uma amizade forte entre o grupo, parte do grupo está na lista da viagem de julho de 2018.

 14º Dia sábado 14 de agosto(segunda) – Praga - Brasil 
Saímos do Hotel as 4h30, embarque em Praga, as 7h00, a Czech Air, é a pior companhia do mundo, cobra até agua!!!
Escala em Amsterdan, aeroporto lotado, deu tempo, chegamos no embarque.
Uma adolescente passou máu, uma médica atendeu voluntariamente, fez um lindo trabalho, de missão mesmo, o nome dela é Bruna, medica da família do Rio de Janeiro.
O avião fez uma escala não programada em Recife, desceram a menina e os pais.
Partimos 45 minutos depois, chegamos as 17h30 em Guarulhos.

Fim de nossa 29ª viagem pelo Mundo das Travessias.

MUITO OBRIGADO AOS VIAJANTES, COM TODOS APRENDI!!!
1 - Assis
2 - Valdinei
3 - Lourdes
4 - Lais
5 - Doris
6 - Luciane
7 - Cecilia
8 - Ariane
9 - Silmara
10 - Ariane
11 - Ana Grace
12 - Mariana 

OBRIGADO PELA COMPANHIA E PELA PARCERIA!!!

Quero destacar três viajantes!
Cecilia, do alto de seus 6 anos, foi parceira e brincou com todos!
Ana, não se abateu com uma séria lesão no joelho, seguiu viagem sorrindo!
Assis, parceiro de sempre, companheirismo e alegria o tempo todo!

Até a próxima aventura nos mares da vida!!!!

Marcos Pinheiro 

5º FESTIVAL O SERTÃO VAI VIRAR MAR

4º FESTIVAL O SERTÃO VAI VIRAR MAR
23 a 25 de agosto de 2019
Piranhas - AL

A historia

Há muito tempo estávamos de olho nos Cânions do Talhado, no Lago Xingó.
Em março de 2014, uma visita dos amigos Teresa e Lorito na cidade de Piranhas, era literalmente a gota dágua,
para transbordar a Travessia nas Águas do Velho Chico.
Teresa, nadadora, disse que o lugar era lindo, e que talvez fosse um ambiente perfeito para uma Travessia.
Eu tratei de ir logo, convidei o amigo Vitor e seguimos viagem.
Em Maceió tivemos o suporte dos amigos Cilmery e Bruno.
Chegando a Piranhas fomos recebidos pela Jake e o Washington.
Eles nos mostraram a região e ficamos surpresos com os Cânions, mas o coração bateu forte pelo Velho Chico,
de Piranhas até Entremontes, certamente o a mais belo trecho dos seus 2830 km.

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Resultados 2018 - Clique Aqui! 

Incluído na inscrição:
1 - Uma camiseta
2 - Uma touca
3 - Transporte de catamaram do Restaurante Angicos (chega dos 12 km), de volta para Piranhas.
4 - Troféu para os que completarem a prova.
5 - Participação no treino no Porto de Piranhas dia 25.

Obs: O transporte da chegada para o Restaurante Angicos, será feito pelo barqueiro de cada atleta.

ATENÇÃO: NÃO SERÁ PERMITIDO NENHUM NADADOR SEM ACOPANHAMENTO!!!!

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Quem acompanhará os atletas serão os barqueiros de Entremontes e Piranhas,
cabem duas pessoas em cada barco, os pescadores sabem os “atalhos” e cada corrente do rio.
Nós temos o contato dos barqueiros, vamos confirmando cada um a medida que sejam feitas as inscrições.
O valor do acompanhamento é aproximadamente R$ 120,00.
O pagamento deve ser feito antes ou depois da prova. 
Os barqueiros seram apresentados no dia da prova. 

Para adquirir o pacote da viagem com transporte no local para todas as provas e hospedagem enviar email no Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  

Veja os detalhes do pacote aqui:

http://travessias.com/travessias-pelo-mundo/item/390-agosto-2018-travessia-no-velho-chico-sertao-de-alagoas-aracaju 

Leia atentamente até o final!

:: INSCRIÇÕES

Para efetuar a inscrição siga os passos abaixo:

1º Passo:
Leia o REGULAMENTO ao final desta página.

2º Passo:
a) Pagamento via depósito bancário 
:

Enviar por email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou WhatsApp 48 99178 1768, o recibo de depósito bancário ou print da tela de confirmação de pagamento do cartão de crédito,
com o nome e a prova (local e percurso) que deseja realizar.

O pagamento poderá ser feito via depósito bancário em nome de:

Marcos H O Pinheiro 
Caixa Econômica Federal Ag 1011 Operação 001 c/c 11953-0;
Banco do Brasil Ag 3420-7 c/c 66638-6

 

3º Passo:
Preencher o CADASTRO (somente preencher após efetuar o pagamento)Clique Aqui!
O preenchimento do cadastro não garante vaga, somente é válido após o recebimento do comprovante de pagamento.


Valor da inscrição por Atleta:

3Km, 6Km e 12Km:

- R$150,00 até o dia 29/03/2019;
- R$160,00 até o dia 26/04/2019;
- R$170,00 até o dia 31/05/2019;
- R$180,00 até o dia 28/06/2019;
- R$190,00 até o dia 26/07/2019;
- R$220,00 em agosto se houverem vagas;

Incluído na inscrição:
1 - Uma camiseta
2 - Uma touca
3 - Transporte de catamaram do Restaurante Angicos (chegada dos 12 km), de volta para Piranhas.
4 - Troféu para os que completarem a prova.
5 - Participação no treino no Porto de Piranhas dia 19.

OBS: O Treino nos Canions dia 23 de agosto, deve ser comunicado antes quem tem interesse.

Eventos do Festival:

5º TREINO LIVRE CANION DO TALHADO
5ª TRAVESSIA VOLANTE – LAMPIÃO 12 Km / 6 km / 3 km
2º TREINO DO VELHO CHICO – 10 X 150m.

PROGRAMAÇÃO

Dia 23/08/2019 - Sexta-feira

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09h30 - Saída para o Treino livre nos Cânions do Talhado.
12h30 - Almoço
14h00 - Retorno a Piranhas
Tarde Livre para caminhar pelo Centro Histórico de Piranhas, visitar Museu.
19h30 - Congresso Técnico em Piranhas

Dia 24/08/2019 - Sábado

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TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 12km (Maratona Aquática entre Piranhas e Entremontes)
TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 6km
TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 3km

7h00 - entrega dos kits aos competidores
8h00 - Largada 12Km
8h05 - Largada 6Km (chegada na linha de alta tensão)
8h10 - Largada 3Km (chegada no pastinho)
12h00 - chegada em Entre Montes
13h00 - almoço (não incluío, valor aproximado 30 reais)
É possível fazer a trilha até a Grota do Angico, local da morte de Lampião.
16h00 - Retorno para Piranhas.
20h00 - Desfile das delegações e premiação na Praça de Piranhas.

Dia 25/08/2019 - Domingo

TREINO DO VELHO CHICO, PORTO DE PIRANHAS ( Atravessar Alagoas para Sergipe e Sergipe para Alagoas)
 9h00 - Encontro no porto de Piranhas
 9h30 - Inicio
10h30 - Fim das atividades do festival.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1 - Em que cidade são os eventos?
A sede do Festival é na cidade de Piranhas, Alagoas.

2 - O que vai acontecer no dia 23 de agosto, Sexta feira?

Treino nos Cânions

Cada participante deve ter seu transporte para ir até o Restaurante karrancas, um catamaram nos levará até o fundo do Cânion
Um barco vai nos acompanhar por 1 km, um breve descanso, voltamos até onde estará o catamaran, mais 1 km. 
Voltamos de catamaran ao restaurante karrancas, almoçaremos. 
O valor aproximado do Passeio é de R$ 140,00 por pessoa, barco e almoço, valor para nadadores e acompanhantes. 

19h30 - Congresso Tecnico. 


3 - O que vai acontecer no dia 24 de agosto, sábado?
Travessia Volante - Lampião. 12 km, 6km, 3km.
Largada no Porto de Piranhas, chegada em Entremontes, a prova de 12 km.
Quem nada 6 km, faremos uma chegada na metade do percurso, uma pessoa de nossa equipe, vai registrar a chegada,
quem desejar pode seguir nadando.
Quem nada 3 km, faremos uma chegada no Pastinho na metade do percurso, uma pessoa de nossa equipe, vai registrar a chegada,
quem desejar pode seguir nadando.

4 - NENHUM NADADOR PODE NADAR SEM ACOMPANHAMENTO!!!
Todos devem ter um barco de acompanhamento!
Sugerimos que os nadadores de 12 km, não dividam barco de apoio, 
os nadadores de 3 e 6 km, se tiverem o mesmo ritmo, podem compartilhar. 
Quem levar caiaque próprio pode usar!

Nós temos os contatos dos barqueiros de Piranhas e Entremontes, vamos indicar um barqueiro para cada nadador.
Os barcos de Entremontes, a comunidade mais carente, são barcos tradicionais, cabem até 2 pessoas, os barqueiros tem muita experiência,
descem o rio remando com os nadadores, caso precisem eles ligam o motor.
Os acompanhantes podem ir junto no barco!!!

Considerem que o tempo de Travessia de vocês é o tempo que os acompanhantes vão ficar expostos no barco de apoio,
eventualmente será possível parar e tomar um banho de rio.
NÃO ACONSELHAMOS LEVAR CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS NO BARCO DE APOIO!
Salvo crianças que tenham experiência, são de 2 a 3 horas de prova.
Combinem com o barqueiro os detalhes.
A grande maioria já sabe como fazer, eles descem o rio acompanhando.
O valor aproximado do barco é de R$ 120,00.
Após a chegada, o barqueiro de cada nadador, leva até o restaurante Angicos, que fica a 2 km do local de chegada. 

No restaurante Angicos:
Tempo para almoço no Restaurante Angicos e fazer a caminhada até a Gruta do Angico, onde morreu Lampião.
Tempo para descansar, final de tarde, voltamos a Piranhas de Catamaram.
Valor aproximado da refeição, 30 reais por pessoa.
Essa prova é em forma de desafio, todos ganham o mesmo troféu!
Nós acreditamos que nadar 12 km no Velho Chico é a grande vitoria!
A disputa é pessoal, não com os demais!
Os acompanhantes devem comprar em Piranhas um ingresso para voltar de catamaram até Piranhas,
juntos com os nadadores, o valor é de aproximadamente 40 reais.

5 - Podem mais de um nadador nadar com o mesmo barco?
Sugerimos que os nadadores de 12 km, não dividam o barco, experiencia de anos anteriores, 
cada um acaba indo em um ritmo diferente!!!

6 - Ritmo da prova de 12km, 6km, 3km.
Um amigo nosso, o Osni, faz em media 1h nos 3 km em condições normais.
Na prova do Velho Chico em 2015, ele fez, 1h nos primeiros 6 km, e 2,30h nos segundos 6 km.
Na prova de 2017, um nadador que faz 1h em 3km, fez 1,30 nos primeiros 6 km, menos correnteza. 

7 - Quem deseja nadar o 6 km, mas não sabe se tem condições:
Quem já nadou 1 e 1,5 km, tem condiçoes de nadar 3 km.
Quem já nadou 3 e 4 km, tem condiçoes de nadar 6 km.
Quem já nadou 5 e 6km, tem condiçoes de nadar 12 km. 

8 -  Acompanhantes, como descem o rio?
Os acompanhantes tem duas formas, ir no barco de apoio do nadador, nesse caso não tem valor extra, pois o nadador já tem que pagar o barco.
A segunda opção é no catamaram da Celio Tur, que vai ate o restaurante Angicos, saída as 9h.
O restaurante Angicos que fica a 2 km do local de chegada.
A volta será junto com os nadadores, no mesmo catamaram, o custo da volta para acompanhante é aproximadamente 40 reais.
Valor aproximado do passeio, ida e volta, 80 reais por pessoa, ida e volta.
Os acompanhantes devem solicitar ao pessoal do restaurante Angicos que os levem para ver a chegada dos nadadores em Entremontes! Eles devem fazer, fizeram nos anos anteriores.

9 - O que vai acontecer no dia 25 de agosto, Domingo?
Vamos fazer treino no Porto de Piranhas, cruzando o Rio São Francisco.
Idas e voltas, entre Alagoas e Sergipe.

10 - Tem um pacote de viagem para o evento?
SIM!!!
Nós vamos esperar os grupos em Aracaju, entre 12 e 18 horas do dia 16 de agosto, Quinta-feira.
Quem chegar até as 15h, buscaremos no aeroporto para dar um passeio por Aracaju.
Às 18 horas, vamos buscar o restante do grupo, e vamos direto para Piranhas.
Paramos para jantar no meio do caminho.
Esse mesmo ônibus levará os nadadores e acompanhantes que estiverem no pacote, para o treino dia 23!
Voltaremos para Aracaju, domingo as 12h.
O pacote também inclui uma noite em Aracaju no domingo dia 25 de agosto.

PACOTE PARA VIAGEM (o pacote não é obrigatório, cada um pode chegar a Piranhas como quiser!)

Aqui link do pacote da viagem: 
http://travessias.com/travessias-pelo-mundo/item/390-agosto-2018-travessia-no-velho-chico-sertao-de-alagoas-aracaju 

 

 

 4ª TRAVESSIA VOLANTE - LAMPIÃO 12Km
Atenção: tempo da prova de 12 km.
O tempo para completar a prova é de 4h, caso ultrapasse pouco esse tempo, esperaremos!
IMPORTANTE: OS PERCURSOS PODEM SER ALTERADOS DE ACORDO COM AS CONDIÇÕES DO TEMPO E DA VAZÃO DO RIO!
Muito dificil que isso aconteça. 

PREMIAÇÃO
Prova de 12 km, 6 km e 3 km.
Disputa em forma de Desafio, sem premiação no geral ou categoria, todos receberam troféus.

IMPORTANTE!
Os nadadores que optarem por nadar o 3Km e os 6 Km, por experiência dos anos anteriores, terão vontade de continuar nadando.
Podem continuar nadando desde que registrem sua passagem nos 3Km para quem for do 3 e nos 6Km para quem for do 6.
Cada quilômetro estará marcado, parem em uma das marcações e anotem o tempo, posteriormente informem à organização.

DECLARAÇÃO DO TÉCNICO E CERTIFICADO:
Todos os nadadores devem apresentar a declaração do seu técnico com CREF informando que está apto a nadar essa determinada distância.
Nadadores a cima de 60 anos devem apresentar o atestado médico informando que está apto a prática dessa atividade física.

CONSIDERAÇÕES
a) O horário, o trajeto e as distâncias das provas podem ser modificados em virtude de condições de tempo e segurança, inclusive mudança de local para onde houver melhor condição de realizar a prova;
b) Atletas no pódio somente com camiseta;
c) O resultado da prova será divulgado no terceiro dia após cada prova no site www.travessias.com;
d) Roupa de Natação: Em todas as provas com temperatura igual ou inferior a 22,9°C graus, podem ser utilizadas quaisquer roupas, inclusive neoprene.
Previsão da temperatura 26,5 graus. As roupas aprovadas pela Fina podem ser usadas em qualquer temperatura.

CONSELHOS
Por segurança dos demais nadadores, não nadar peito na passagem de bóia, caso tenha.
Usar bloqueador solar.
Não estrear óculos e trajes de natação no dia da competição.
Descansar na noite anterior.
Não mudar alimentação na noite anterior e na manhã do dia da prova.
Não ingerir bebidas alcoólicas no dia\noite anterior e na manhã do dia da prova.
Faça alongamento.
Faça uma visualização da competição, pense em coisas boas para relaxar a mente.
Dirija com tranqüilidade até Piranhas.
Manter sempre a calma e principalmente DESFRUTAR O MÁXIMO a competição, as amizades e as viagens.

HOSPEDAGEM
A cidade de Piranhas tem um grande número de pequenas pousadas, em sua maioria, famílias que transformaram suas casas em pousadas.

ALIMENTAÇÃO
A cidade de Piranhas é bem servida de restaurantes, desde buffet por kilo, sushi, pizzas, especialidade, peixes de rio com acompanhamentos de comida do Sertão!

COMO CHEGAR
De carro para o GPS:
Rua:  Antônio Rodrigues – Piranhas –Alagoas. Porto da Cidade.

Desde Maceió:
São 266 km, feitos em 4h, estrada boa, pouco movimento.
Tenha mapa e GPS em mãos, não existem placas indicando o caminho até Piranhas!!!

Desde Aracaju:
São 220 km, feitos em 3,5h, estrada que requer muita atenção, parte em lenta duplicação, sem indicações para chegar a Piranhas.

Distancias até Piranhas:
- De carro de Recife - 428 km
- De carro de João Pessoa - 541 km
- De carro de Natal - 707 km
- De carro de Salvador - 511 km
- De carro de Brasília - 1700 km
- De carro de Curitiba - 2650 km
- De carro de Florianópolis - 2957 km

Qualquer outra questão, mandem pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Atendimento 48 3232 8323 - 13h30 as 19h30

ORGANIZAÇÃO

O evento será organizado por Travessias.com

Responsável técnico Professor Marcos Pinheiro CREF 3\210

SETEMBRO 2015 - A, B, C E PANAMÁ (22ª VIAGEM)

SETEMBRO 2015 - A, B, C E PANAMÁ (22ª VIAGEM)

Diário de bordo viagem ABC 2015. ARUBA, BONAIRE, CURAÇAU + PANAMÁ

Dia zero – 20 de setembro de 2015.

O grupo estava dividido em três, partidas do Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília. No Rio de Janeiro, o primeiro encontro, viajantes de Florianópolis, Curitiba, Itajaí. Um vôo tranqüilo até a Cidade do Panamá.

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Primeiro dia – 21 de setembro.

A cada momento se juntavam os viajantes de Porto Alegre e Brasília! Em pouco tempo, todos os 18 viajantes já estavam juntos!
Primeira constatação, o real não vale mais nada, praticamente virou pó!!!
Para fazer uma comparação de preços, o celular J7 da Samsung, que no Brasil pode ser encontrado por 1200 reais, para pagar em 10 vezes, esta 308 dólares no Panamá, 308 x 4 = 1232 reais.

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Pegamos o vôo para Curaçau, ficamos pelo aeroporto, ainda nos restava o vôo para Bonaire. O primeiro de viagem é sempre o mais tenso e onde tudo acontece.
Pois aconteceu, colegas que confundiram a palavra em espanhol “APELLIDO”, que significa sobrenome, na hora de preencher a passagem, foi tudo contornado, nos gerou muitas risadas!!! Como diz o colega viajante Roque, o primeiro dia é sempre de 48 horas... Não foi 48, mas chegou perto de 40 para quem saiu de Floripa as 9h15 da manha, como foi meu caso e do colega Valdinei, chegamos em Bonaire no final de tarde do dia 21.

4d

5d

A lógica é, ir o mais longe primeiro e depois voltamos aos poucos!
Primeira atividade em Bonaire, mergulho noturno, quem era mergulhador certificado fez mergulho com cilindro, os demais ficaram desfrutando na beira do mar um novo universo, com direito a lagostas, uns bichos diferentes e barracudas passando perto!
Como estávamos em uma pousada com cozinha, fizemos compras coletivas e o menu da noite era “macarone com carne moidone” com o desconhecido e famoso em Itajaí, Santa Catarina, Carlos Sô, batizado assim durante a viagem!
Macarone top Five!!!!!!!

Segundo dia – 22 de setembro.

A ilha de Bonaire não é grande, são aproximados 60 km de circunferência. Uma parte do grupo foi de van, um programa do tipo KWK (para não colocar as verdadeiras letras) dar meia volta na ilha. Esse grupo assim que chegou foi nadar com snorkel próximo a pousada, a outra parte alugou uma bicicleta. Teve uma pessoa, eu não vou citar nomes, que se superou, caiu da bicicleta dentro da loja, antes mesmo de dar as primeiras pedaladas!!!! Pegamos o mapa e saímos para o sul, a primeira estrada que tínhamos que achar era Karminda Sorobon! Um sol muito forte as 10h da manha, vento contra e lateral, não atrapalhava a empolgação do grupo, vimos burricos e flamingos em uma vegetação que parecia, ora caatinga, ora mangue. Não era comum fazer a volta de bike, as pessoas nos fotografavam! A primeira parada foi na Lagoa...., bem na parte conhecida como Jibe City, um paraíso do windsurf mundial, uma lagoa rasa com água azul bem clarinha, vento constante, um sonho para quem quer aprender a velejar. Ficamos uns 50 minutos, água de 32,5 graus.

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Zarpamos sentido farol, agora todo o trajeto era a beira mar. O vento agora era lateral, incrível, na hora de ficar a favor, o vento parou!!! Muitos flamingos se alimentavam nas muitas lagoas formadas com a extração de sal, de longe era possível ver as montanhas de sal. Existem quatro pirâmides pontiagudas, cada um de uma cor, que indicavam aos navios onde poderiam ancorar para carregar! O que mais impressionou a todos era o lugar onde os escravos ficavam alojados, parecia ser uma barraca de camping de concreto!

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Passamos pelo belo farol, muito bem conservado. Montanhas de sal e lagos rosa fazem parte da paisagem de Bonaire.

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Apesar dos 35 km, o sol , o vento e as muitas paradas que fizemos deixou o caminho bem difícil, alguns dos viajantes, me incluo, chegaram no fim das forças!!!! Todos cansados e felizes com a conquista, da meia volta em Bonaire de bicicleta, um banho na piscina do hotel foi nossa recompensa. A noite nos esperava mais um prato de nosso chef internacional, dessa vez um “Truk Rice” a moda caribe!!!!

Terceiro dia – 23 de setembro.

As 8h30, o primeiro grupo vai para o Aeroporto, embarcamos para Curaçau. Os pilotos da Insel Air, a pequena e eficiente companhia que faz o transporte aéreo entre as Pequenas Antilhas, devem ser habilidade especial, decolar e pousar com vento constante, dia e noite! Nos velhinhos e muiiito bem conservados foker 50, para 46 passageiros, decolamos as 10h25, as 10h45 estávamos em Curaçau. Ano passado por desatenção não mandaram a van que eu aluguei, não que de novo, a van não estava. Eu e o Valdinei fomos de taxi até a empresa que não era longe. José, filho de imigrantes madeirenses, em Curaçau desde os 4 anos de idade, foi nosso motorista! Ele disse que tentou morar na Ilha da Madeira, mas não se adaptou ao frio! Os serviços em Curaçau são mais lentos, não reclamemos, eles vivem em paz e sem estresse! Tudo acertado, levamos a van e voltamos ao aeroporto, os colegas se surpreenderam comigo na boleia!! Alugar uma van nos da liberdade, de poder ir para qualquer lugar sem depender de tempo. Uma pena, roubaram a ponte! A tradicional e famosa ponte móvel de Curaçau, que liga o centro da Cidade, Punda a Otrobanda, onde fica nosso hotel, esta em reforma, e não estava no lugar, o transporte era feito com dois barcos, almoçamos em um restaurante chinês, onde os curaçalenhos comem, não um restaurante turístico! Compramos umas frutas no mercado flutuante, barcos que vem da Venezuela para vender frutas na margem de um mini porto no centro. Um dos vendedores disse que as frutas chegam toda semana e cada barco fica dois meses, eles voltam pra casa ficam uma ou duas semanas e voltam a Curaçau, essa tradição tem séculos disse ele. A única pretensiosa informação que ele disse era que o turismo de Curaçau dependia do mercado flutuante... Menos batista!!!! (expressão usada em um antigo programa humorístico, para quem tem menos de 30 anos!) Voltamos ao aeroporto, pegamos mais uma van para cabermos todos. Primeiro programa em Curaçau foi o fim de tarde na Mambo Beach, finalizamos com um belo fim de tarde!

Quarto dia – 24 de setembro.

Passamos na piscina publica, fizemos doação de oculos de natação.Olhem o que esta escrito na placa. " Ta Prohibido pa kore"

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Nosso destino era West Punt, o extremo bonito da ilha. Paramos na igreja católica de São Pedro, é talvez a única que aparece São Pedro com uma tarrafa.

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Bem próximo a igreja fica a Praia Grandi, uma bela praia de pescadores. Conversei com um pescador para alugar um barco, ele indicou o Marlon, que prontamente topou o serviço, fazer a segurança no percurso. Para minha surpresa, os viajantes não sabiam dos planos, mas logo toparam, minha idéia era fazer um trajeto, que talvez seja um dos mais belos do mundo, da praia Kenepa Chic para Kenepa Grandi, as mais belas de Curaçau e entre as mais belas do mundo!!! Dos 18 viajantes, 14 entraram na água, ou melhor em um aquário!!!

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Todos os nadadores ficaram maravilhados, a vontade era de parar a toda hora para ver os peixes! O pescador Marlon, cumpriu papel de nos dar um suporte de segurança, em um mar de águas cristalinas e sem ondas, as dificuldades são mínimas. Ficamos até as 14 horas nesse mágico lugar!

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Antes de chegar ao estacionamento, parada obrigatória na vó das deliciosas empanadas de frango e das cocadas. O mais engraçado eram os comentários da vó, ela não deixava passar nada! Uma de nossas colegas disse que não conhecia um dos kitutes que ela tinha, o comentário foi o seguinte:
- Não conheces, então estas fora do mundo!!!!
A ultima praia a ser visitada era Lagoon, uma pequena praia de pescadores e mergulhadores, com muitos peixes para avistar! Sobrou tempo no dia para ver o por do sol em Piskadera, fomos brindados com o transatlântico passar bem em frente a luz do sol! Eu e o Valdinei, ainda saímos para uma corrida de 5 km pelo Koredó, um belo calçadão a beira mar! Em frente ao nosso hotel é um ponto de encontro dos curaçalenhos, nos encontramos com a Valdirene, cunhada do Carlos, que mora a 1 ano em Curaçau.

Quinto dia – 25 de setembro.

Um dia livre, cada um seguiu seu caminho. A maioria foi para o Sea Acuariun, outros para o centro ver os museus, ver museus e outros para a praia. Na volta ao hotel, cada um conta suas experiências, faz parte da filosofia de nossas viagens, deixar os viajantes se virarem sozinhos e ter suas experiências pessoais. Eu, Valdinei e Thaise, fomos comer no mercado antigo, hoje uma praça de alimentação, a comida não é tão barata quanto antes, mas de ótima qualidade, apesar do aspecto do local! Encontro as 20h, cruzamos o canal para Punda, todos uniformizados tirar foto oficial no nome Curaçau! Uma grande símbolo de Curaçau, bem no centro da cidade!

Sexto dia – 26 de setembro.

Ultima manha na bela Curaçau, uma van foi para Mambo beach, continuando a política de não expor as pessoas, o grupo foi expulso da praia, porque tinha pagar 3,5 dolares para ir na praia! Nós fomos para lions beach, muito melhor não é pessoal...... Juntamos as trouxas e fomos para a Hato Cave, um pequeno parque com uma caverna bem perto do aeroporto, que também se chama Hato! Recebemos a visita da Glyselle e do Raoul, ela presidente da Federação de Natação de Curaçau e o Raoul, diretor de Águas Abertas. Eles agradeceram as doações de óculos que fizemos na piscina publica. Conversamos muito sobre futuros eventos e parcerias. Trocamos presentes e a promessa de um encontro em breve! Eu e o Valdinei, motoras das van, deixamos o grupo no aeroporto, e fomos devolver os carros. Antes de chegar ao aeroporto, o motorista que nos levou, parou em uma lanchonete, comemos um “croqueta de caracol”, croquete de alguma concha, uma delicia, parecia um pouco a massa de acarajé. Ultimo vôo pela simpática, as vezes um pouco “atrapaiada” companhia aérea Inselair. Renata e Neusa, ficaram para o segundo vôos as 19h. A amiga Esther, presidente do Clube Aruba Dolfins, tinha providenciado tudo, até o pagamento das vans, uma amiga dela, nos conduziu para até a bela pousada, são 8 apartamentos ao redor pequena e bela piscina, todos adoraram!

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Voltamos ao aeroporto para resgatar a Neusa e a Renata, na volta, perdemos a pousada, não por muito tempo!!! Parte do grupo foi ver o belo por do sol no farol! O cardápio da noite do chef Carlos Sô, foi rodízio de massas e molhos, dessa vez contou com os auxiliares, Sonia, Calos No, Noely, Valdinei e a Bél! Na hora de dormir, com o vento agradável e um céu lindo com lua cheia, decidi dormir na rua, muitos colegas acharam que seria um sacrifício eu achei uma grande oportunidade, alguém já dormiu na rua? Eu dormi umas 5 vezes na minha vida, me lembro de todas! Me lembro de todas!!! Essa talvez tenha sido a mais bonita iluminado pela lua cheia!

Sétimo dia – 27 de setembro.

As 9h30 seguimos para, digamos nosso único compromisso durante toda a viagem, a Travessia. Poucos minutos antes das 10 horas chegamos a Savaneta, localidade onde é realizada a Travessia, mas exatamente em frente a casa de Roly Bisslik.

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O maior ídolo da natação de Aruba, na década de 80 ele nadou da costa da Venezuela ate Aruba, arrecadando dinheiro para a construção de uma piscina publica que leva seu nome. Aos poucos fomos reencontramos os amigos deixados ano passado, entre eles o Roly que nos recebe como amigos. Alguns de nossos colegas, encontraram uma pessoa parecida com o Roly, e tiraram fotos com ele, era o Roly fake, mas ta valendo....kkk Confirmações de inscrições, tudo preparado e largada para as provas de 2000 e 5000 metros. Um percurso triangular, primeira parte vento lateral, o grupo devagar e sempre, largou atrás de todos, na primeira bóia nos encontramos e seguimos juntos até a metade da perna com vento contra. O Roly que mora ali a vida toda disse que foi o dia de mais vento e correnteza que ele presenciou. Em compensação a parte a favor era muito rápida. Assim que completei a primeira volta, encontrei a Sonia, nadamos juntos até o final. Foi a Travessia mais difícil de todos nos, mas, todos felizes com o desafio vencido. A água muito salgada para nossos padrões, dava vontade de tomar um litro de água, o saquinho de gelo que eles entregam na chegada não é suficiente. A mãe dos atletas se reúnem fazem comida para arrecadar dinheiro para o clube Aruba Dolfins. Eu tomei uma deliciosa e super apimentada sopa de frutos do mar. Voltamos com 5 medalhas. Nos despedimos nos amigos e fomos almoçar no Restaurante Zeroover lado da Travessia, que pertence ao irmão do roli. O restaurante tem com um numero. um sistema bem diferente de servir, você vai no caixa, escolhem que vai comer, a moça do caixa coloca em um saco plástico com um numero, dali a comida vai o salão onde é frito. Quem comeu adorou a experiência. Retornamos a pousada para mais um delicioso jantar coletivo. Tivemos o prazer de ver o eclipse total da lua em Aruba!

Oitavo dia – 28 de setembro.

Nadar em Baby beach, foi nosso programa pós Travessia. Localizada no extremo da ilha, para mim é a mais bela praia de Aruba. Vimos muitos peixes, até um cardume de lula (a lula....) A praia não é muito freqüentada por turistas que preferem fica em Palm beach. Encontramos a Professora Luz, que da aula em um projeto do governo, que atende a mais de 1000 crianças, elas aprendem a nadar no mar, depois de 6 meses, vão para a piscina. Na próxima viagem recolheremos óculos para doar a esse projeto. Próxima praia, Boca Catalina, no outro extremos da ilha, também pudemos ver muitos peixes.

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Ultimo programa do sai foi ver o por do sol na Capela Alta Vista, uma colina silenciosa, trás paz aos visitantes. Tivemos sorte por um lado e não por outro, estava tendo uma novena e uma missa, podemos escutar orações em Papiamento, mas ficamos sem a paz da capela só pra nos. Um churrasco foi nossa ultima ceia compartilhada.

Nono dia – 29 de setembro.

Dia de voltar, tudo arrumado, visitaremos Palm Beach, a Meca dos turistas, que para nos ficou em segundo plano. Uma das vans se perdeu, chegamos no aeroporto, fizemos nosso cheking, e ficamos aguardando ansiosamente os outros colegas, eles chegaram faltando 20 minutos para fechar o vôo, como diz o amigo Osni, no final tudo sempre da certo! Embarcamos as 13h38, chegamos as 14h30 na Cidade do Panamá! Passamos no hotel e ele nos deixou no Albrook Mall, talvez o maior shopping da América Latina. Voltamos de metro, uma maravilha tecnológica, tem somente uma linha, mas é muito usado pela população mais simples, os ricos preferem o “conforto” dos diários e mega engarrafamentos da cidade que não foi planejada para o tamanho que tem!

Décimo dia – 30 de setembro.

As 8h30 nosso motorista já estava pronto para sair, primeiro destino, visita ao Canal do Panamá. Fomos brindados com a passagem de um navio de cruzeiros pela Eclusa Miraflores, para alegria de todos, principalmente da Renata!!!

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Retornamos ao hotel o grupo de Brasília partiu para o aeroporto, as primeiras despedidas. Parte do grupo foi de metro até o mercado de frutos do mar, comer ceviche, prato popular no Panamá, servido em um copo plástico, o mais barato custa 1,5 dolares. Comemos também "aranitas con patacones", cabeças de lula empanadas com banata frita!

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Partimos para o aeroporto, daríamos uma parada, mas o mega-ultra-power engarrafamento, nos levou a seguir direto após 2 horas, em breve o metro vai chegar no aeroporto. Despedida do grupo de Porto Alegre e os viajantes do Paraná e Santa Catarina que desembarcam no Rio de Janeiro.
Quero agradecer a todos os viajantes que foram parceiros de uma viagem divertida e aventureira!

1 – Tuk Tuk – Brasília – DF
2 – Chica Chica – Brasília – DF
3 – Giuseppe – Camacho – RS
4 – Anita – Caxias do Sul - RS
5 - Valdinei – Florianópolis – SC
6 – Noely - Brasília - DF
7 – Carlos - Brasília - DF
8 - Airan - Brasilia – DF
9 - Sonia – Itajaí – SC
10 - Carlos – Itajaí – SC
11 - Izabel – Florianópolis – SC
12 - Bel – Curitiba – PR
13 - Thaise – Curitiba – PR
14 - Neusa - Porto Alegre - RS
15 - Renata - Curitiba – PR
16 – Patricia - Porto Alegre - RS
17 - Lourdes - Porto Alegre - RS

Até breve!!!

Marcos Pinheiro

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