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4º FESTIVAL O SERTÃO VAI VIRAR MAR

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4º FESTIVAL O SERTÃO VAI VIRAR MAR
17 a 19 de agosto de 2018
Piranhas - AL

A historia

Há muito tempo estávamos de olho nos Cânions do Talhado, no Lago Xingó.
Em março de 2014, uma visita dos amigos Teresa e Lorito na cidade de Piranhas, era literalmente a gota dágua, para transbordar a Travessia nas Águas do Velho Chico.
Teresa, nadadora, disse que o lugar era lindo, e que talvez fosse um ambiente perfeito para uma Travessia.
Eu tratei de ir logo, convidei o amigo Vitor e seguimos viagem.
Em Maceió tivemos o suporte dos amigos Cilmery e Bruno.
Chegando a Piranhas fomos recebidos pela Jake e o Washington.
Eles nos mostraram a região e ficamos surpresos com os Cânions, mas o coração bateu forte pelo Velho Chico,
de Piranhas até Entremontes, certamente o a mais belo trecho dos seus 2830 km.

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Envie uma mensagem com nome e prova que deseja participar:

3 km:
1 - Clarisse - Itajaí – SC
2 - Luiz - Rio de Janeiro - RJ 
3 - Renata Schroeder Domingues de Moraes - Niterói - RJ
4 - Bruno monteiro - João Pessoa - PB

6 km:
1 - Gabriela Bianchi Miranda - São Paulo - SP
2 - Francisco Érico de Castro Vaz - Brasília - DF
3 - Andréa Teixeira de Albuquerque - Maceió - AL
4 - Patricia Regia Michelini Cardenes - São Paulo - SP
5 - Claudia Nascimento - São Paulo - SP
6 - Khin Albert Luizi - São Paulo - SP
7 - Claudia Saraiva Sousa - Recife - PE
8 - Rita de Cássia Cardoso Moreira - Maceió - AL
9 - Glauria Maria Costa Leite - Recife - PE
10 - Carlos Alexandre Melo bandeira - Recife - PE
11 - Cristiane Mirna Matos Machado - Recife - PE
12 - Camila Martins Viana Dias - João Pessoa - PB

12 km:
1 - Humberto - Itajaí – SC
2 - Valdinei – Florianópolis - SC
3 - Rodrigo Barroso - Fortaleza - CE
4 - Eduardo João Silva - São Paulo - SP
5 - Pablo Lucas Del Valle - São Paulo - SP
6 - Tani - João Pessoa - PB
7 - Arthuro Paganini - Aracaju - SE
8 - Katarina Aragão - Aracaju - SE
9 - Fabio Koji Tamaru - São Paulo - SP
10 - Roberto da Silva Nascimento - Maceió - AL
11 - Amarílio Guedes Junior - Recife - PE
12 - Glauber Lopes Mariano - Maceió - AL
13 - Rafael Lucas del Valle - Sumaré - SP
14 - Anna Clara Garcia Ferreira - Nova Friburgo - RJ
15 - Diogo Tenório Marques de Sá - Recife - PE
16 - Hilton Coutinho da Silva Junior - Recife - PE
17 - Tania Barbosa Tomaz - 
18 - Mário Frederico L. Pereira - 
19 - Ramon Maciel Ferreira - João Pessoa - PB
20 - Eder Garcia da Silva - Belo Horizonte - Minas Gerais
21 - Gabriela França Malaquias - Belo Horizonte - Minas Gerais
22 - Marcelo Alario Ennes - Aracajú - SE
23 - Roberto Rosemberg Leal da Silva - 

Incluído na inscrição:
1 - Uma camiseta
2 - Uma touca
3 - Transporte de catamaram do Restaurante Angicos (chega dos 12 km), de volta para Piranhas.
4 - Troféu para os que completarem a prova.
5 - Participação no treino no Porto de Piranhas dia 19.
6 - Palestra

Obs: O transporte da chegada para o Restaurante Angicos, será feito pelo barqueiro de cada atleta.

ATENÇÃO: NÃO SERÁ PERMITIDO NENHUM NADADOR SEM ACOPANHAMENTO!!!!

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Quem acompanhará os atletas serão os barqueiros de Entremontes e Piranhas,
cabem duas pessoas em cada barco, os pescadores sabem os “atalhos” e cada corrente do rio.
Nós temos o contato dos barqueiros, vamos confirmando cada um a medida que sejam feitas as inscrições.
O valor do acompanhamento é aproximadamente R$ 100,00.
O pagamento deve ser feito antes ou depois da prova. 
Os barqueiros seram apresentados no dia da prova. 

Para adquirir o pacote da viagem com transporte no local para todas as provas e hospedagem enviar email no Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Veja os detalhes do pacote aqui:

http://travessias.com/travessias-pelo-mundo/item/390-agosto-2018-travessia-no-velho-chico-sertao-de-alagoas-aracaju

Leia atentamente até o final!

:: INSCRIÇÕES

Para efetuar a inscrição siga os passos abaixo:

1º Passo:
Leia o REGULAMENTO ao final desta página.

2º Passo:
a) Pagamento via depósito bancário 
:

Enviar por email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou WhatsApp 48 99947 0292, o recibo de depósito bancário ou print da tela de confirmação de pagamento do cartão de crédito,
com o nome e a prova (local e percurso) que deseja realizar.

O pagamento poderá ser feito via depósito bancário em nome de:
Arléia M Demétrio:
Itau Ag 4730 c/c 00017-3;
Marcos H O Pinheiro 
Caixa Econômica Federal Ag 1011 Operação 001 c/c 11953-0;
Banco do Brasil Ag 3420-7 c/c 66638-6


3º Passo:
Preencher o CADASTRO (somente preencher após efetuar o pagamento)Clique Aqui!
O preenchimento do cadastro não garante vaga, somente é válido após o recebimento do comprovante de pagamento.


Valor da inscrição por Atleta:

3Km, 6Km e 12Km:

- R$150,00 até o dia 31/05/2018;
- R$160,00 até o dia 20/06/2018;
- R$170,00 até o dia 20/07/2018;
- R$190,00 até o dia 10/08/2018;
- R$220,00 na semana da prova se houverem vagas;

Incluído na inscrição:
1 - Uma camiseta
2 - Uma touca
3 - Transporte de catamaram do Restaurante Angicos (chegada dos 12 km), de volta para Piranhas.
4 - Troféu para os que completarem a prova.
5 - Participação no treino no Porto de Piranhas dia 19.
6 – Palestra

OBS: O Treino nos Canions dia 17/08/2018 deve ser comunicado com antecedência e o pagamento poderá ser feito no dia.

Eventos do Festival:

4º TREINO LIVRE CANION DO TALHADO
4ª TRAVESSIA VOLANTE – LAMPIÃO 12 Km / 6 km / 3 km
1º TREINO DO VELHO CHICO – 10 X 150m.

PROGRAMAÇÃO

Dia 17/08/2018 - Sexta-feira

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09h30 - Saída para o Treino livre nos Cânions do Talhado.
12h30 - Almoço
14h00 - Retorno a Piranhas
Tarde Livre para caminhar pelo Centro Histórico de Piranhas, visitar Museu.
19h30 - Congresso Técnico em Piranhas
20h00 - Palestra - Travessias Pelo Mundo - Aventuras de um Nadador Pangaré. 

Dia 18/08/2018 - Sábado

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TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 12km (Maratona Aquática entre Piranhas e Entremontes)
TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 6km
TRAVESSIA VOLANTE LAMPIÃO 3km

7h00 - entrega dos kits aos competidores
8h00 - Largada 12Km
8h05 - Largada 6Km (chegada na linha de alta tensão)
8h10 - Largada 3Km (chegada no pastinho)
12h00 - chegada em Entre Montes
13h00 - almoço (não incluío, valor aproximado 30 reais)
É possível fazer a trilha até a Grota do Angico, local da morte de Lampião.
16h00 - Retorno para Piranhas.
20h00 - Desfile das delegações e premiação na Praça de Piranhas.

Dia 19/08/2017 - Domingo

TREINO DO VELHO CHICO, PORTO DE PIRANHAS 10 X 150M ( Atravessar Alagoas para Sergipe e Sergipe para Alagoas)
 9h00 - Encontro no porto de Piranhas
 9h30 - Inicio
10h30 - Fim das atividades do festival.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1 - Em que cidade são os eventos?
A sede do Festival é na cidade de Piranhas, Alagoas.

2 - O que vai acontecer no dia 17 de agosto, Sexta feira?

Treino nos Cânions

Cada participante deve ter seu transporte para ir até o Restaurante karrancas, um catamaram nos levará até o fundo do Cânion
Um barco vai nos acompanhar por 1 km e a volta mais 1km.
Um breve descanso, voltamos até onde estará o catamaran, mais 1 km. 
Voltamos ao restaurante karrancas, almoçaremos. 
O valor do Passeio é de R$ 140,00 por pessoa, barco e almoço, valor para nadadores e acompanhantes. 

19h30 - Congresso Tecnico. 
20h00 - Palestra: Travessias pelo Mundo - Aventuras de um Nadador Pangaré, com o Professor Marcos Pinheiro.  No centro de Piranhas


3 - O que vai acontecer no dia 18 de agosto, sábado?
Travessia Volante - Lampião. 12 km, 6km, 3km.
Largada no Porto de Piranhas, chegada em Entremontes, a prova de 12 km.
Quem nada 6 km, faremos uma chegada na metade do percurso, uma pessoa de nossa equipe, vai registrar a chegada,
quem desejar pode seguir nadando.
Quem nada 3 km, faremos uma chegada no Pastinho na metade do percurso, uma pessoa de nossa equipe, vai registrar a chegada,
quem desejar pode seguir nadando.

4 - NENHUM NADADOR PODE NADAR SEM ACOMPANHAMENTO!!!
Todos devem ter um barco de acompanhamento!
Sugerimos que os nadadores de 12 km, não dividam barco de apoio, 
os nadadores de 3 e 6 km, se tiverem o mesmo ritmo, podem compartilhar. 
Quem levar caiaque próprio pode usar!

Nós temos os contatos dos barqueiros de Piranhas e Entremontes, vamos indicar um barqueiro para cada nadador.
Os barcos de Entremontes, a comunidade mais carente, são barcos tradicionais, cabem até 2 pessoas, os barqueiros tem muita experiência,
descem o rio remando com os nadadores, caso precisem eles ligam o motor.
Os acompanhantes podem ir junto no barco!!!

Considerem que o tempo de Travessia de vocês é o tempo que os acompanhantes vão ficar expostos no barco de apoio,
eventualmente será possível parar e tomar um banho de rio.
NÃO ACONSELHAMOS LEVAR CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS NO BARCO DE APOIO!
Salvo crianças que tenham experiência, são de 2 a 3 horas de prova.
Combinem com o barqueiro os detalhes.
A grande maioria já sabe como fazer, eles descem o rio acompanhando.
O valor aproximado do barco é de R$ 100,00.
Após a chegada, o barqueiro de cada nadador, leva até o restaurante Angicos, que fica a 2 km do local de chegada. 

No restaurante Angicos:
Tempo para almoço no Restaurante Angicos e fazer a caminhada até a Gruta do Angico, onde morreu Lampião.
Tempo para descansar, final de tarde, voltamos a Piranhas de Catamaram.
Valor aproximado da refeição, 30 reais por pessoa.
Essa prova é em forma de desafio, todos ganham o mesmo troféu!
Nós acreditamos que nadar 12 km no Velho Chico é a grande vitoria!
A disputa é pessoal, não com os demais!
Os acompanhantes devem comprar em Piranhas um ingresso para voltar de catamaram até Piranhas,
juntos com os nadadores, o valor é de aproximadamente 40 reais.

5 - Podem mais de um nadador nadar com o mesmo barco?
Sugerimos que os nadadores de 12 km, não dividam o barco, experiencia de anos anteriores, 
cada um acaba indo em um ritmo diferente!!!

6 - Ritmo da prova de 12km, 6km, 3km.
Um amigo nosso, o Osni, faz em media 1h nos 3 km em condições normais.
Na prova do Velho Chico em 2015, ele fez, 1h nos primeiros 6 km, e 2,30h nos segundos 6 km.
Na prova de 2017, um nadador que faz 1h em 3km, fez 1,30 nos primeiros 6 km, menos correnteza. 

7 - Quem deseja nadar o 6 km, mas não sabe se tem condições:
Quem já nadou 1 e 1,5 km, tem condiçoes de nadar 3 km.
Quem já nadou 3 e 4 km, tem condiçoes de nadar 6 km.
Quem já nadou 5 e 6km, tem condiçoes de nadar 12 km. 

8 -  Acompanhantes, como descem o rio?
Os acompanhantes tem duas formas, ir no barco de apoio do nadador, nesse caso não tem valor extra, pois o nadador já tem que pagar o barco.
A segunda opção é no catamaram da Celio Tur, que vai ate o restaurante Angicos, saída as 9h.
O restaurante Angicos que fica a 2 km do local de chegada.
A volta será junto com os nadadores, no mesmo catamaram, o custo da volta para acompanhante é aproximadamente 40 reais.
Valor aproximado do passeio, ida e volta, 80 reais por pessoa, ida e volta.
Os acompanhantes devem solicitar ao pessoal do restaurante Angicos que os levem para ver a chegada dos nadadores em Entremontes! Eles devem fazer, fizeram nos anos anteriores.

9 - O que vai acontecer no dia 19 de agosto, Domingo?
Vamos fazer treino no Porto de Piranhas, cruzando o Rio São Francisco.
Idas e voltas, entre Alagoas e Sergipe 10 x 150 metros.

10 - Tem um pacote de viagem para o evento?
SIM!!!
Nós vamos esperar os grupos em Aracaju, entre 12 e 18 horas do dia 16 de agosto, Quinta-feira.
Quem chegar até as 15h, buscaremos no aeroporto para dar um passeio por Aracaju.
Às 18 horas, vamos buscar o restante do grupo, e vamos direto para Piranhas.
Paramos para jantar no meio do caminho.
Esse mesmo ônibus levará os nadadores e acompanhantes que estiverem no pacote, para o treino dia 17!
Voltaremos para Aracaju, domingo as 12h.
O pacote também inclui uma noite em Aracaju no domingo dia 19 de agosto.

PACOTE PARA VIAGEM (o pacote não é obrigatório, cada um pode chegar a Piranhas como quiser!)

Aqui link do pacote da viagem:

 

 4ª TRAVESSIA VOLANTE - LAMPIÃO 12Km
Atenção: tempo da prova de 12 km.
O tempo para completar a prova é de 4h, caso ultrapasse pouco esse tempo, esperaremos!
IMPORTANTE: OS PERCURSOS PODEM SER ALTERADOS DE ACORDO COM AS CONDIÇÕES DO TEMPO E DA VAZÃO DO RIO!
Muito dificil que isso aconteça. 

PREMIAÇÃO
Prova de 12 km, 6 km e 3 km.
Disputa em forma de Desafio, sem premiação no geral ou categoria, todos receberam troféus.

IMPORTANTE!
Os nadadores que optarem por nadar o 3Km e os 6 Km, por experiência dos anos anteriores, terão vontade de continuar nadando.
Podem continuar nadando desde que registrem sua passagem nos 3Km para quem for do 3 e nos 6Km para quem for do 6.
Cada quilômetro estará marcado, parem em uma das marcações e anotem o tempo, posteriormente informem à organização.

DECLARAÇÃO DO TÉCNICO E CERTIFICADO:
Todos os nadadores devem apresentar a declaração do seu técnico com CREF informando que está apto a nadar essa determinada distância.
Nadadores a cima de 60 anos devem apresentar o atestado médico informando que está apto a prática dessa atividade física.

CONSIDERAÇÕES
a) O horário, o trajeto e as distâncias das provas podem ser modificados em virtude de condições de tempo e segurança, inclusive mudança de local para onde houver melhor condição de realizar a prova;
b) Atletas no pódio somente com camiseta;
c) O resultado da prova será divulgado no terceiro dia após cada prova no site www.travessias.com;
d) Roupa de Natação: Em todas as provas com temperatura igual ou inferior a 22,9°C graus, podem ser utilizadas quaisquer roupas, inclusive neoprene.
Previsão da temperatura 26,5 graus. As roupas aprovadas pela Fina podem ser usadas em qualquer temperatura.

CONSELHOS
Por segurança dos demais nadadores, não nadar peito na passagem de bóia, caso tenha.
Usar bloqueador solar.
Não estrear óculos e trajes de natação no dia da competição.
Descansar na noite anterior.
Não mudar alimentação na noite anterior e na manhã do dia da prova.
Não ingerir bebidas alcoólicas no dia\noite anterior e na manhã do dia da prova.
Faça alongamento.
Faça uma visualização da competição, pense em coisas boas para relaxar a mente.
Dirija com tranqüilidade até Piranhas.
Manter sempre a calma e principalmente DESFRUTAR O MÁXIMO a competição, as amizades e as viagens.

HOSPEDAGEM
A cidade de Piranhas tem um grande número de pequenas pousadas, em sua maioria, famílias que transformaram suas casas em pousadas.

ALIMENTAÇÃO
A cidade de Piranhas é bem servida de restaurantes, desde buffet por kilo, sushi, pizzas, especialidade, peixes de rio com acompanhamentos de comida do Sertão!

COMO CHEGAR
De carro para o GPS:
Rua:  Antônio Rodrigues – Piranhas –Alagoas. Porto da Cidade.

Desde Maceió:
São 266 km, feitos em 4h, estrada boa, pouco movimento.
Tenha mapa e GPS em mãos, não existem placas indicando o caminho até Piranhas!!!

Desde Aracaju:
São 220 km, feitos em 3,5h, estrada que requer muita atenção, parte em lenta duplicação, sem indicações para chegar a Piranhas.

Distancias até Piranhas:
- De carro de Recife - 428 km
- De carro de João Pessoa - 541 km
- De carro de Natal - 707 km
- De carro de Salvador - 511 km
- De carro de Brasília - 1700 km
- De carro de Curitiba - 2650 km
- De carro de Florianópolis - 2957 km

Qualquer outra questão, mandem pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Atendimento 48 3232 8323 - 13h30 as 19h30

ORGANIZAÇÃO

O evento será organizado por Travessias.com

Responsável técnico Professor Marcos Pinheiro CREF 3\210

SETEMBRO 2016 – TRAVESSIA NO SENEGAL + GÂMBIA + ÁFRICA DO SUL + SUAZILÂNDIA (25ª VIAGEM)

http://esporte.travessias.com/index.php/component/k2/item/648-setembro-2016-travessia-no-senegal-gambia-africa-do-sul

Diário de Bordo VIAGEM ÁFRICA 2016 
ÁFRICA DO SUL, SENEGAL, GÂMBIA E SUAZILÂNDIA!!! 

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Dia 18 de setembro de 2016 
Léia me leva no aeroporto, obrigado Léia!
Encontro o Valdinei, companheiro de muitas Travesssias e agora 8ª Viagem juntos!
Assume a segunda posição em numero de viagens, só perde para os Pioneiros Osni e Vtória, com 11ª viagens juntos! Eles, logo encontramos!
Voo para são Paulo, encontramos, não tivemos como nos esconder delas....rs
Lourdes e Neusa de Porto Alegre, Bah! 
Quem nos atendeu na companhia aérea South African, foi o Marcos Henrique, raro eu encontrar um xará duplo! Ele, muito simpático e atencioso como poucos! 
Eles pedem a vacina da febre amarela, ele disse que todos os dias chega gente sem a vacina, tem que esperar 10 dias para viajar. Se informe antes de viajar! 
Um A 340 para 350 lugares com um ótimo espaço entre as poltronas, mas com problemas de ergonomia. Atenção engenheiros alguém por favor pense em um acento de avião que seja possível sentar e dormir!!!!

1º Dia - 19 de setembro – Johanesburgo - Cidade do Cabo 

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Chegamos com atraso em Johanesburgo, na longa fila da imigração, conhecemos uma moça de Moçambique e uma de Curitiba. A colega de Curitiba, não falava uma palavra em inglês, nos ajudamos ela a passar pela alfândega! 
Uma mala com doações dos amigos de Curitiba, Joinville e São Bento do Sul, junto com uma mala da Neusa foram extraviadas! 
Ficamos esperando o avião seguinte, a mala de doações chegou a da Neusa não!
Fomos pra casa, o simpático Mesmin, nascido no Congo Brasaville, estava a nossa espera, mesmo com o atraso, um sorriso no rosto. Ele morou 6 meses em Angola, entendia um pouco de português! 
A casa que aluguei era melhor que eu imaginava, 3 quartos, 3 banheiros. 
Um bairro bem central, perto de shopping e supermercado. 
O simpático Roger, nos deu as boas vindas com um bom vinho sul-africano. 

FRENTE CASA

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Tivemos pouco tempo para ficar em casa, caminhamos pra cidade, procuramos um lugar pra trocar dinheiro. Perguntei a um agente de transito, ele nos levou até uma mini galeria, com muitos serviços, um lugar bem esquisito, disse pro pessoal entrar um de cada vez!
O cambio era bom! Ele nos conseguiu um taxi, o taxista não quis levar, acabamos entrando em outro! Logo depois o agente me pediu uma gorjeta, demos um troco e tudo certo! 
Nosso destino era aproveitar o tempo bom e subir a Table Montahin.
Um teleférico muito rápido sobre para uma das mais belas vistas que vi na vida, rivaliza com o Cristo redentor uma panorâmica de toda a região, Cidade do Cabo e Península do Cabo, com suas praias e montanhas! 

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Nosso simpático taxista, nascido no Zimbábue, nos encontrou descendo caminhando parte da montanha. Ele logo disse: - Its mi!
Ele mostrou um livro de um pastor brasileiro, da igreja que ele freqüenta, ficamos bem quietos! Lamentamos 10% ou mais de nosso dinheiro ir pra .....?

Nosso primeiro dia “já valeu” como dizia um amigo meu! 
Passada no mercado, compras pra três dias, isso faz economizar muito com refeições e ao redor do fogão sempre é um grande compartilhamento!

2º Dia – 20 de setembro – Cidade do Cabo
As 9h30 chega o Nic, nosso condutor ate na península do Cabo. 
Ele nascido na Namíbia, casado com uma alemã, mora a 20 anos na áfrica do sul. 
Logo chega uma pequena caminhonete com...
A mala da Neusa!
Agora tudo certo!!
A passagens por belas praia chamou atenção uma casinha com vigias, muito parecido com nossos vigias de tainha no litoral de Santa Catarina.
Eram realmente vigias, mas de tubarão!!!
Caso de alguma mancha diferente no mar, uma sirene é tocada e todos tem que sair do mar.

Nossa primeira parada foi em Boulders Beach, uma pequena reserva biológica lar de uma grande colônia de pingüins!

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Após os pingüins seguimos ate o famoso Cabo da Boa Esperança, uma placa com a localização é foto obrigatória!
Na fila encontramos um casal de angolanos muito simpáticos.
Eu comentei com eles que um amigo meu foi trabalhar lá e disse que a corrupção era demais!
A resposta do amigo angolano:
- Sim, há muita corrupção em Angola, QUASE como no Brasil!!!
Bom, já não é mais o pais do futebol e do carnaval....

Após a foto tradicional, já voltando pra van vi que algumas pessoas faziam uma caminhada, perguntei ao Nic, onde iria a caminhada, ele disse que era uma caminhada de 40 minutos e nos levaria ao farol. 
Não tivemos duvida, fizemos a caminhada de 4 km, por umas bela paisagem, elegemos Dias Beach, uma das mais belas do mundo.

Diferente dos navegadores portugueses Bartolomeu Dias e Vasco da Gama que cruzaram o cabo com suas caravelas.
Já que não é possível cruzar nadando, alias seria uma Travessia Incrível, porque a região é cravada de espécies de tubarão, inclusive o grande branco.
Nós cruzamos caminhando o cabo da boa Esperança, deixamos pra trás nossas tormentas...

Chegamos ao Cape Point, onde esta o Farol, pequenos lagartos que pareciam mini jacarés e um grande roedor, faziam parte da fauna da região do Parque Nacional do da Table Mountain.

Hout bay, uma baia cinematográfica, foi onde descemos para comer lula frita, e compramos peixe para fazer a noite em casa! 
Um dia cheio e maravilhoso.

3º Dia - 21 de setembro - Cidade do Cabo 
Acordamos as 2h30 da manhã! 
Estava combinado que nós iríamos juntos até a sede da empresa do mergulho, e de lá tentaríamos chegar no Cabo Agulhas.
Para nossa surpresa, não tinha lugar na van pra nós, voltamos a dormir!
Osni, Vitória e Valdinei foram mergulhar com os “amigáveis” tubarões brancos.
A experiência arriscada e emocionante, ficar em uma jaula e os tubarões soltos!

TUBA 2

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Dormimos até acordar, fomos até a piscina pública de Sea Point. 
Paramos um taxi, era o simpático Helmut, lembramos do Wilmot (lá de “plumenau que viaxou com a xente uma vez”).
Ele falou sobre a situação do Brasil, falou da Venezuela, estava por dentro da política mundial.
O belo complexo aquático a beira mar, exibia uma placa, temperatura do mar, 14 graus, temperatura da piscina 18 graus. 
Pagamos os 22 rands para entrar, uns 5 reais, só pra conhecer! 
Coloquei minha mão, parecia estar mais que 18, o termômetro confirmou, 19,9.
O sol intenso do belo dia em Cape Town, ajudava a parecer mais quente!
A Neusa foi a primeira a se decidir, entrou na água e logo saiu nadando, depois foi a Lourdes!
Eu, fui! 
Aprendi com Henrik Kruguer de Itajaí, a primeira sensação é o choque, não o frio!
Após algumas braçadas, o corpo vai regulando a temperatura e fica agradável!
Parece ter uma fina camada de gelo em volta da pele!
Foi muito bom! Uma ótima ducha, pra finalizar a estadia!
Uma pena não temos piscinas públicas no Brasil, principalmente com água do mar que é uma conquista!

Logo na saída encontramos bicicletas para a alugar! 
Saímos serpenteando o mar, com nossas possantes magrelas! 
Passamos pelo estádio da Copa de 2010, o Green Point, e chegamos em Water front. 
Ficamos abismados com o que estávamos vendo!
Simplesmente o lugar mais legal que eu vi na vida, um complexo de bares, restaurantes, galerias de arte, museu, aquário, porto, muita musica! 
Um lugar impar e imperdível! 
Voltamos pra casa feliz com o dia maravilhoso que passamos!

PEDAL 4

PEDAL 1

4 º Dia - 22 de setembro - Cidade do Cabo – Escala Johanesburgo – Dakar 
Encerramos hoje a primeira faze da viagem!
Com dois sentimentos em relação a Cidade do Cabo!
Um deles já descritos acima, a cidade espetacular!
Outro, uma cidade sem alma!
Onde o aparthaid não terminou!
Continua uma grande separação, cada um tem seu idioma, seu trabalho, seu local de moradia!
O que inclui a todos é o turismo, onde todos se juntam para ganhar seu ganha pão e receber os visitantes!
As 9h30 o simpático Mesmin, nos esperava na porta da casa, que, deixou saudades, todos nos sentimos em casa, parecia que era a casa de cada um de nos, de nossa família Travessia.

Aeroporto, vôo tranqüilo ate Johanesburgo, uma da empresa aéreas nos chamou atenção pelo nome e pelo verde de seus aviões, a KULULA........!

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Em Johanesburgo, sai do aeroporto para procurar uma van que nos leva-se pra conhecer a cidade. Logo encontrei uma van Mercedes, o simpático motorista nos levou ate o estádio Soccer City, depois no centro da cidade onde subimos no ....

Mais alto da África, não, não foi o Kiliamanjaro, com seus 6 mil metros de altitude, mas foi o TOP OF AFRICA, o edifício mais alto da África com 50 andares! 

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Tivemos uma idéia do centro de Johanesburgo, uma cidade grande com os arredores desenvolvido e o centro um pouco mais popular.
Paramos em um shopping pra comer e finalizamos nosso passeio. 
Como disse a amiga Katia, o aeroporto tem belíssimas lojas com produtos africanos!
O vôo fazia escala em Dakar e seguia para Washington, nos Estados Unidos, uma serie de procedimentos a mais de segurança, mas, foi rápido!

Um vôo de 7 horas ate Dakar, tive sorte de ficar com 3 assentos sozinho, não tive sorte o senhor que estampava 2 estrelas no peito, deveria estar completando 50 anos de vôo, não era nada delicado, foi apelidado carinhosamente de vovózona (eu não gosto dessas coisas de colocar apelido nas pessoas...).
Um filme que vi na tela, me fez pensar, Wild, era o nome! 

5º Dia - 23 de setembro – Dakar
Por volta das 0h55 do dia 23 desembarcamos no muiiito modesto aeroporto de Dakar.
Fila pra tudo, somente três policiais marrentos de alfândega faziam a chegada dos passageiros, deu tudo certo.
Os novos amigos da Federação de Natação do Senegal, Mohamed o presidente, atleta olímpico de natação, o Lamine e o Monteiro, filho de Caboverdeanos, por nossa sorte, falava português. 
Nos deixaram no hotel, bem próximo ao aeroporto. 
Direto pra piscina, as 2 da manha!

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Bem próximo ao hotel vimos pelo satélite uma praia e uma pequena ilha, esse foi nosso destino, Ilha de Ngor.
A praia suja, de plásticos, mas não mais suja que algumas famosas praias no Brasil que já estive, melhor não citar nomes. Felizmente em Santa Catarina jogar lixo na praia já é um crime grave aos olhos da grande maioria.

Belos barcos coloridos, bem diferentes dos que conhecemos no Brasil, um homem dando banho em um bode, a praia de águas claras, só contrastava com uma alga vermelha que era empurrada para a beira da praia. 
Contratamos um barco que nos acompanhou nos 500 metros entre a ilha e a praia.

Alem de Osni, sócio fundador do Bora PAZ Ilha, e Valdinei, efetivo participante, tivemos duas estréias, a Lourdes e a Neusa, que deixaram Porto Alegre pra estrear internacionalmente!
Comemos uns petiscos na beira da praia, mais um banho e de mar e voltamos.

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Na volta, no meio do percurso nos encontramos umas 80 crianças treinando para a Travessia de domingo, escolhi uma delas, uma menina de cabelo comprido sem touca e óculos para doar os meus! 
Uma mancha a mais na minha careca não vai fazer diferença, mas talvez faça na vida dela!
Teve pra mim um alivio imediato na saudade!!!

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Passamos no mercado e em uma belíssima padaria próximo ao hotel, juntamos todas as compras e fiemos um jantar coletivo na sacada do quarto. 

6º Dia - 24 de setembro - Dakar 
Nosso novo amigo Monteiro, nos levou para a sede da Federação de Natação do Senegal, junto com ao espetacular complexo olímpico, com três piscinas, 50, 25 e de saltos. 
Mais de 200 pessoas, entre adultos e crianças nadavam e brincavam. Complexo igual eu so vi em João Pessoa, o recém inaugurado Centro Olímpico Parayba.  

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Inscrições confirmadas, fomos a um restaurante onde o dono é Caboverdeano, comemos uma comida típica senegalesa, arroz com peixe, com muita pimenta, delicioso!!!
Caminhamos pelo centro de Dakar e voltamos a nosso hotel.

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Fui caminhando até o aeroporto caminhando, para esperar o Ricardo, que vinha de Maceió.
Uma caminhada de dois 2km em uma cidade desconhecida, tem muitas conquistas, foi ótimo!
Cheguei no “corredor polonês”, cercado por grades onde ficam todos, gente esperando parentes, taxistas, vendedores, compradores de ouro, cambistas, logo encontrei o Ricardo, veio com a empresa TACV de Cabo Verde.
O Ricardo estava disposto, voltamos a pé pro aeroporto. 
Antes de chagar no hotel, passamos pela praia particular do hotel, um espetáculo, mais chique que o hotel! 
Passa no Casino, ou pizza no fastfood tio san, foram as opções da janta.
Hora de mentalizar, principalmente quem não treinou, amanha tem Travessia.

7º Dia - 25 de setembro - Domingo – 29ª Traversée Dakar Gorée
 Café da manha, o garçom era a cara do Cafu de São Francisco do Sul, Santa Catarina. 
O guarda do hotel negociou dois taxi, para irmos ao local da Travessia. 
Aqui no Senegal tem que negociar antes o valor do taxi. 
Pegamos uma grande avenida, com três pistas, depois de 10 minutos, ele entrou em umas quebradas com uma feira bemmm popular! 
Cavalos, vacas, carros, roupas, vendia-se de tudo! 
Passando a feira, ele entrou no porto, foi se embrenhando, até chegar em uma rua, onde já era possível ver os nadadores. 
Uma pequena fila pra pegar touca e confirmar a inscrição, chegamos no maior evento da natação senegalesa! 
Foi chegando autoridades, o ministro dos esportes, tiramos uma foto com ele. 

praia largada

A praia encheu, a ilha de Gorée estava bemmmm distante! 
Mas a mesma distancia que fica a Ilha de Anhatomirim da Praia da Daniela, local de nossa Travessia em abril. 
As 11h50 largaram os federados. 
Nos, eu, Lourdes, Osni, Neusa e Valdinei, largamos as 12h05.

Saímos eu e a Lourdes sem pressa, procuramos nosso lugar na multidão, primeiro obstáculo foi uma japonesa nadando peito, não foi uma boa opção na largada.
Combinei com a Lourdes que nadaríamos perto de uma moça com uma bóia, a Lourdes se grudou nela, eu vi que ela estava bem, adiantei um pouco minhas braçadas. 

Foi buscando metas para me motivar, o percurso inicial era paralelo ao porto, a cada prédio uma comemoração!
Fui deixando os tanques da refinaria pra trás! 
A cada marola eu tentava encaixar as braçadas e pernadas, o vento terral, da terra para o mar,  ajudou muito. 
Uma pernada cruzada, aquela de pescador, parecia encaixar melhor com as marolas. 

Passou todo o porto, a ilha foi ficando mais perto, era possível ver os prédios da ilha, definir ate suas janelas. A Lourdes eu ainda via, ate a metade do percurso, com sua roupa de lycra laranja. A Vitória passou em um barco, eu a vi como quem vê uma garrafa d‘agua no deserto, gritei por ela pedindo água, logo passou um barco e me deu uma garrafa, decidi levar comigo.

A Ilha foi se aproximando, eu que pensei que faria perto de 3 horas, vi a possibilidade de fazer em menos de 2 horas. 
Quando fui chegando perto, foi ficando mais difícil, os últimos 300 metros pareciam não passar nunca, ufaaaa, cheguei, senha numero 416.
Logo fiquei feliz de ver o amigo Valdinei comemorando minha conquista!
Eu me auto pressionei quando vi o belo cartaz do evento, pensei que eu gostaria de ter um em nossa sala, mas que para isso eu tinha que completar a Travessia!
Agora sim, posso colocar um na parede!

Cheguei sem forças, deixei minha sacola com os que já chegaram e fui esperar a Lourdes, ela que me achou chegou muito rápido!

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Uma pequena caminhada pela ilha de Gorée, eu e o Valdinei fomos na Casa dos Escravos, um pequeno museu para não deixar esquecer esse período triste da humanidade, já que gore foi um entreposto de escravos. 

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Eles premiaram o geral e nos ofereceram um belo troféu pela participação brasileira. 

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Voltamos com as 6 missões cumpridas!
Fizemos nosso segundo Bora PAZ Ilha internacional, Praia de La Voile Dor até a Ilha de Gorée. 

Um barco grande trás as pessoas de volta ao porto, mais uma negociação com o taxista, desta vez, um senhor com trajes típicos sorriu quando eu fiz um self.

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O QUE VOCE LER A PARTIR DAQUI NÃO É UM PADRÃO EM NOSSAS VIAGENS, SÓ FOI FEITO PORQUE OS VIAJANTES ERAM EXPERIMENTADOS E TOPARAM O DESAFIO! 

8º Dia - 26 de setembro - Dakar - Banjul (Gambia)
Nosso motora era o Tal, esse era o sobrenome dele, um simpático senegalês, que falava olof, frances e algumas palavras em inglês. Ele vestia uma surrada camisa azul de branco com o logotipo da BMW, vivia limpando os dentes, com um graveto de uma arvore, habito comum no Senegal, aparentemente funciona, porque eles tem dentes bonitos, aparentemente! 
Ele nos conduziria por nossa primeira viagem terrestre na África, certamente muita surpresa teríamos pela frente! 
Fizemos varias paradas, uma delas na casa do próprio motorista, para ele cumprimentar a família, porque ele morava em Dakar. Parada para lanche, em lugares, digamos, diferentes, mesmo tendo escolhido os melhores aparentemente!
Uma característica dos restaurantes é que são escuros, parece que eles tentam economizar na luz, também não tem propaganda alguma, portas e janelas fechadas! 
Um dos tripulantes foi afetado gravemente por uma “ligeira”, teve que ir em uma típica patente (banheiro com um buraco, ao invés de bacio) Senegalesa. 
A viagem foi se desenrolando e pudemos perceber que o comercio é baseado em grandes feiras livre, algumas no meio da rua, o motorista tinha que encontrar espaço para passar. 
Nestas feiras se vende de tudo, de animais a chip de celular. 

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As comunidades a beira da estrada são pobres, vivem de agricultura se subsistência, mas, o milho domina as plantações com aparentemente 90% da área plantada.
Pequenas vilas a beira da estrada, algumas formadas por malocas redondas de estuque, algumas pareciam micro condomínios com 5 a 8 casas.

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A comunidade fica a sombra de arvores a beira da estrada conversando, algumas vendendo milho ou sal, para as comunidades que ficam próximo a uma grande salina. 
Uma cena chamou nossa atenção, umas crinaças com uma tela pescando em um pequeno riacho.

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A estrada era surpreendentemente boas, com poucos buracos, em Florianópolis, tem mais buracos que vimos em 500 km viajando no Senegal.
No final, já próximo a fronteira com Gâmbia, eles estavam arrumando a estrada, andamos um 20 km em estrada de terra.

Eu procurei em todas as listas de países que pedem visto pro Brasil, em nenhuma havia a necessidade.
Uma fronteira terrestre em qualquer lugar é tenso, eu não esperava menos na fronteira entre Senegal e Gâmbia. 
Chegamos finalmente na fronteira, demorou mais que pensávamos. 
Umas moças vendendo amendoim, oferecendo cambio e alguns outros produtos cercaram a van.
Saída do Senegal relativamente tranqüila, só uns guardinhas chatinhos. 
Caminhamos uns 50 metros chegamos a aduana de Gâmbia. 
Um policial nos recebeu, ele vestia uma farda azul com botões prateados, na mão ele tinha uma vareta de fibra, daquelas de barraca iglu.
Ele nos levou ate um quartinho no fundo para ver o chefe.
No meio do corredor tinha uma jaula, onde estavam duas crianças e um adolescente, provavelmente tinham aprontado na região da fronteira. 
O chefe disse que para brasileiros precisávamos de visto, nós argumentamos que em todos os sites do Brasil, indicava que não precisava de visto!
Ele nos mostrou um papel amarelado, com a lista dos países que precisavam de visto, entre eles o Brasil! 
O valor do visto era uma pequena fortuna, 40 euros, e como ficaríamos inicialmente somente um dia na Gâmbia, não valia a pena. 
Desistimos de entrar, mas, a viagem de volta era longa demais pra voltar!
Um dos componentes do grupo disse que não gostaria de pagar para ir na Gâmbia, nesse caso eu tive que intervir e reafirmar que eu estava no “comando da expedição”, e que a ultima palavra seria a minha!
Nunca entre em um projeto, viagem, expedição sem comando! Procure informações de quem é o comandante!
Decidimos que eu voltaria para uma nova rodada de negociações, eles me levaram para a mesma salinha nos fundos, fiquei ali por uns 20 minutos, eles chamaram o chefe, do chefe, do chefe.
Ele chegou, eu pedi desculpa pelo mau entendido, após uma longa e tensa negociação, nos concederam um visto especial por 7 dias! Ufa!!!!!!

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Visto no passaporte, seguimos caminho a Banju, capital da Gâmbia. 
O atual presidente, então comandante das forças armadas, assumiu o poder a 22 anos, após a derrubada do antigo presidente.
Portanto não estávamos entrando em qualquer pais, mas em um dos poucos governados por um ditador militar.

Após a passagem pela fronteira, passamos ainda por quatro barreiras, duas da policia e duas do exercito, em uma delas tivemos que mostrar nosso passaporte!
Todos os agentes armados, com armas, visivelmente antigas. 
A ultima barreira, nosso motorista foi abordado e teve que deixar um trocado para o policial. 
Na Gâmbia são falados dois idiomas, alem do inglês, algumas falam o olof, idioma do Senegal. 
Passamos a ultima barreira, achamos que estávamos livre na tensa entrada em Gâmbia...
SÓ QUE NÃO!!

O território de Gâmbia é bem estreito, uma pequena faixa de terra, ao redor do Rio Gâmbia.
Logo chegamos a localidade de Barra, local de partida do Ferry que liga a capital gambiana. 
Um local apertado com pequenas construções nos dois lados da rua, alguns comerciantes vendendo frutas, verduras, um rapaz, vendia café!
Por mais vontade de tomar café que alguns do grupo estavam, não tiveram coragem de tomar um típico café africano, feito ali na rua e passado de uma caneca pra outra, para ser misturado e resfriado. 

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A fila aparentemente pequena, 15 carros, mas a pressão era grande, muitos desocupados tentando oferecer de tudo, ninguém dava informação sobre nada. 
Um dos “agilizadores” falou com nosso motorista que nós não conseguiríamos embarcar no próximo ferry, que não tinha previsão de atracar. Disse também que poderia vender um lugar no começo da fila, não dava pra entender como era possível, furar uma fila de carros na frente de todos, nosso motora disse que não Gâmbia era possível!

Eu vi alguns carros, passando na frente e entrando na área reservada dentro da estação, um deles com placa diplomática. 
Foi anoitecendo e a tensão foi aumentando!
Decidi por pedir informação a alguém que estivesse nos carros, entre todos escolhi um carro branco com um casal para perguntar.
Começamos a conversar em inglês, o moço me perguntou de onde eu era, quando respondi, ele disse em português:
- Não você não é brasileiro!!!
- O que estão fazendo na Gâmbia??? 
A satisfação de encontrá-los, se contrastou com as informações que ele me passou! 
Eles eram o terceiro carro da fila chegaram as 10h da manha e não tinham certeza se embarcariam no próximo ferry, nem se HAVERIA o próximo ferry! 
Putz ferrou!!!!
Aos poucos as informações foram sendo absorvidas e diluídas!
Toni de Curitiba e Rita de Salvador, missionários de uma organização internacional, estavam na Gâmbia a 17 anos!
Eles tem 2 filhos que estudam em Dakar, em colégios internos. 
Uma feliz coincidência, Toni tinha dois nomes dos meus quatro nomes e Rita, nome de minha querida e saudosa avó! 
Minha primeira preocupação era arrumar um lugar para as três mulheres do grupo dormirem, Rita disse que próximo dali tinha um convento católico e que as freiras eram simpáticas e acolhedoras. 
Para um dos problemas, já tínhamos solução, no caso de não conseguirmos embarcar naquela noite. 
Toni confirmou que pagou, fura a fila, e que de tarde ocorreu uma confusão com um senhor que foi reclamar e foi parar na policia.
Um policial procurava nosso motorista, o conduziu ate o posto policial, queriam extorquir, o Tal não deixou barato, não deu nada, reclamou e saiu bravo do posto policial!
Coisa que eu jamais faria!

O ferry é do estado, quem tem coragem de reclamar em um governo, “não-democrático”. 
A Rita nos deu a informação mais importante, mesmo que o carro não passe, nós passaríamos!
Eu tive a idéia de deixar o carro na Barra e irmos sozinhos, nesse momento Toni disse pra Rita que ele iria conosco e ele ficaria até conseguir passar. 
Por sorte a nossa, essa não era a rota que eles costumavam passar, eles davam uma volta de duas horas, para não passar pelo ferry, mas agora já era tarde, porque a fronteira já estava fechada! 
Nosso motorista também achou uma ótima idéia o carro não passar.
Agora só tínhamos que torcer para ter o ferry. 
Tudo foi ficando calmo, o movimento na barra já não era o mesmo, poucos ainda circulavam!
Começa uma movimentação, toca uma buzina, aparecem luzes na escuridão do Rio Gâmbia, sim, era o tão esperado ferry! 
Compramos as passagens por 500 francos senegaleses por pessoa, também aceitos em Gâmbia, aproximadamente 3 reais e 20 centavos. 
O Tal posicionou a van bem perto do portão de embarque, para que andássemos pouco com nossas bagagens!
Rita disse que como éramos estrangeiros, nos deixariam passar por um lugar reservado, porque a população ficava esperando em um local pequeno, fechado e insalubre. 
Na hora de passar o portão, cobraram de quem tinha mala, mais um motivo pra usar mochila!!!
A exorbitante quantia de 1 real cada mala, paga gentilmente pela Rita! 
Entramos em uma rua escura, logo começaram a passar carros e caminhões, um dos caminhoneiros parou bem próximo a nos e acelerou o caminhão, despejando uma fumaça pesada! 
Logo veio a multidão que estava no ferry, passando a multidão nos entramos em pegamos assentos na parte superior do ferry. 
Com a quantidade de carros e caminhões que estavam na área reservada, o Toni não conseguiria embarcar no mesmo ferry que nós! 
Uma viagem tranqüila pelas águas do Rio Gâmbia, aos poucos a Barra fica pra trás e as luzes da região portuária de Banju, vão se aproximando.
Durante a viagem a Rita nos deu uma aula sobre Gâmbia e dos países da região!
O Osni disse uma celebre frase:
- Não esta tão ruim, que não pode piorar, chegamos ao porto, recomeça a pressão oferecendo taxi, mas dessa vez, estávamos com a Rita, nos dava um pouco mais de tranqüilidade. 
A Rita disse que precisava de uma van para 8 pessoas, logo apareceu um “agilizador”, com a solução, a Rita negociou o preço, e nos caminhamos por ruas escuras e enlameadas até a van.
Era a pior van que nos tínhamos visto na vida, os bancos não tinham mais o acolchoamento, eram molas e algumas fibras, mas como dize o popular ditado. 
- Se não tem tu, vai tu mesmo!!!
Não conseguiríamos outro carro onde caberíamos todos! 
Algumas bagagens no rek....
“Fumos”!!!!
Pouca iluminação na cidade, aos poucos a lama foi ficando pra trás, saímos do porto, pegamos uma estrada melhorzinha!
Primeira barreira policial, quando viram que eram estrangeiros, perguntam pra onde vão e deixam passar! Mais um abarreira do exercito, mais uma da policia e chegamos na região dos hotéis.
Nosso motorista desceu e foi tirar uma autorização para entrar na área dos hotéis, exclusiva a estrangeiros ou a taxis especiais, de especial, nossa van não tinha nada!!!
Chegamos, nos despedimos e agradecemos a Rita, entramos no hotel, tudo mudou! 
O clima era outro, eu me senti como estar em um pais em guerra, o único lugar seguro era uma embaixada, nossa embaixada era o hotel Senegambia!
Um belo hotel, com uma grande aera a beira mar, acabou acontecendo o que eu previa, todos queria ficar duas noites, inclusive eu! 
Já comecei a pensar como eu poderia viabilizar essa possibilidade, já que o Tal estaria nos esperando no dia seguinte! 
Após fazermos o cheking, eu já tinha decidido, vamos ficar duas noites!!!
Eu tinha duas saídas, uma era tentar um contato com o Tal, mas não tínhamos o telefone dele, quando eu consegui com os amigos do Senegal, descobri que os telefones do Senegal não funcionavam em Gâmbia!
Parto para a segunda parte do plano, já que nos tínhamos contratado a pior van do mundo para nos levar de volta no dia seguinte, eu iria com ele, e daria recado ao Tal. 
A saída da porta de nossa embaixada\hotel a noite era tensa, ofereciam de tudo, para uma pessoa de nosso grupo, foi oferecido um cigarro do Bob Marlei, ele demorou para entender que tipo de cigarro era...! 
Como já era meia noite, não existiam mais lugares abertos para comer, dividimos nossos lanches e fomos dormir tranqüilos.

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9 º Dia - 27 de setembro segunda – Banjul - capital da Gâmbia
Um belo amanhecer, foi desvendando a beleza da estrutura do hotel, não era um hotel de luxo, os apartamentos eram simples, mas as piscinas, os animais e a praia davam um brilho todo especial. 
Um bom café da manha, nos forrou pela noite passada! 
Logo após o café foi fazer uma “sessão descarrego” em um banho de mar com água de 29,3 graus. Um mar com pequenas ondas, mas com força, deu até pra pegar jacaré!
Logo chegamos os companheiros de viagem para desfrutar a praia da Gâmbia. 
Eu e o Valdinei, fomos até um arrastão, feito por pescadores, ajudamos a puxar a rede. Conversei com o patrão da pesca, que incrivelmente vestia uma camisa do “framengo”, também conversei com o Alma, esse era o nome do simpático jovem. 
Uma rede muito pesada, puxada com a força de 6 homens.
Para a infelicidade dos pescadores e nossa também, apenas um magro siri, era o fruto do arrasto! 

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Eles agradeceram e nos voltamos ao hotel.
A área do hotel era um território “imaculado”, nenhum morador entrava, eles ficavam na praia oferecendo de tudo! 
Eu e ao Valdinei, fomos tentar comer algo em alguns dos restaurantes a beira da praia, o assedio era grande, ofereciam desde comida, drogas, massagem, estatuas!
Em algum momento eu disse em tom firme:
- ! AM OK GUI!!!! 
Eles respeitam um tom de voz mais forte!
Voltamos e comemos no hotel, onde descobrimos que era mais barato que fora e que o camarão era mais barato que peixe. 
A água do mar é tão quente, que a água da piscina era mais fria, pelo menos uns 2 graus a menos!

Por volta das 10h15, fui abordado na recepção pelo motorista da pior van do mundo, eu iria com ele até o porto e posteriormente ate a Barra, quando entrei no carro, pensei que ele poderia fazer o serviço. Após uma negociação e pediu 2 mil dalaces, moeda de Gâmbia eu acabei pagando 1 mil, equivalente a 20 dolares. Dei ainda um dinheiro para ele entregar ao Tal. Seria uma grande loteria, ele dar o recado, antes de sair olhei bem nos olhos dele, apontei o dedo na direção dele e disse que era muito importante!!!
Ufaaa, não precisei ir, eu demoraria umas 4 horas e gastaria o mesmo para ir até la!

Uma das atrações do hotel era um lagarto que saia todos os dias as 11h30 em ponto para dar um treino na piscina!

A Gâmbia é um destino de turismo sexual de mulheres inglesas, que vem a Gâmbia em busca de “diversão”, sem problemas com o idioma, já que Gâmbia é colonização inglesa.
Em nosso hotel vimos vários casais formados por inglesa e gambiano!

Próximo ao hotel tem um mercado de artesanato, como durante o dia a pressão era menor, demos uma voltinha por lá! 
A técnica de negociação é impressionante, assim que alguém pergunta o preço, eles dizem pra entrar na loja para ver mais produtos, eles dão a volta e ficam na porta, literalmente te cercam.
A primeira pergunta é, quanto você quer pagar por isso? 
Alguns até ensinam a negociar! 
Uma colega fez algo que para eles é uma ofensa, quando foi perguntada quanto ela pagaria por um vestido, ela disse o valor, a moça disse, então pega aqui! 
Ela saiu da loja com uma forte reação da dona da loja. 
As vezes o assedio é exagerado, eu acabei comprando em um senhor que foi mais suave na negociação. Ele cometeu um erro grave, que eu logo o repreendi, disse que gostava do Dunga, nãoooooo!

Uma pizza foi nossa despedida do hotel, ao som de muita chuva batendo no telhado, furado e formando cascatas de goteira! 

10 º Dia - 28 de setembro – Banjul - Dakar
Amanhece com chuva, todos felizes com a experiência, mas um titulo de filme não me saia da cabeça:

- Pague pra entrar e reze pra sair! 
Não comentei isso com os colegas....

A pior van do mundo não veio nos buscar como combinado, logo imaginei que o Mamu, apelido do motorista, tinha ficado com todo o dinheiro e não tinha dado o recado e nem o dinheiro a nosso motorista. 
Sai batalhando outro taxi, como um passe de mágica, aparece uma pajero full, onde entramos todos, apertado verdade, mais entramos os 7! 
No momento do embarque o Valdinei, em um momento de grande inspiração, deu nome a aventura, dizendo:
- Por sorte escapamos da Van do apocalipse!
Arrancando gargalhadas de todos!

Voltamos para o centro, uma barreira policial, mais uma, chegamos ao porto!
O tempo chuvoso, algumas ruas alagadas, podemos ver co comercio na região portuária, muitas revendas de sal em sacos de 20 kilos. 
Chegamos ao porto do ferry, nenhum movimento, eu lembrei de outra informação do Toni, alem do ferry pequenos barcos, atravessar as pessoas para a Barra. 
Pedi ao motorista que nos deixa-se no ponto de saída dos barcos.
O ambiente não era dos mais agradáveis, uma praia de areia escura e suja, uns 20 homens vem na direção do carro oferecendo ajuda para carregar as malas e barcos.
Aproximadamente cinco barcos estavam estacionados a poucos metros da praia.
Eu falei que queria um barco só pra nos, após alguma conversa e negociação um barqueiro, o mais tranqüilo me pediu 2500 dalases, negociamos até chegar a 1800, o detalhe é que não sabíamos de tínhamos o dinheiro para pagar, mas a certeza só teríamos do outro lado!
Não deixamos ninguém pegar nossas malas, somente um carregador “oficial” pode carregar uma das malas e nos ajudar no embarque, uma de nossas colegas foi carregada no colo ate o barco, sem muito poder de escolha! 
Em algum momento tu tive que falar mais alto, para eles nos deixarem embarcar com mais calma, ai sim, diminuiu o assedio. 
Alem de nos, mais pessoas começaram a embarcar, eu disse ao chefe que somente nosso grupo embarcaria, deixei ir junto uma moça e um policial.

Perto dali, chegava um barco da barra com mais de 40 pessoas, um perigo, já eu o mar não estava calmo.

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Assim que ligou o motor, começamos a navegar, um pouco de balanço, mas a paz veio logo e foi sacramentada com o aparecimento de belos golfinhos negros que deram um show bem perto de nosso barco, como quem diz:
- Vão em paz, esse povo ai só luta pra sobreviver!!!!!

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A moça me agradeceu a carona e o policial, a o policial....
Como diz o amigo Roque, mente, porque se falar a verdade ninguém acredita!
O policial acendeu um “cigarrinho bob marley, sentou no fundo do barco e curtiu a “viagem”...

Na chegada, mais uma “tensãozinha”, vários homens vem na direção do barco para ajudar com as malas. 
Os barcos normalmente param a uns 10 metros da praia, eu logo falei para o motorista que nos deixa-se na areia, nosso carregador oficial ajudou a afastar os demais. 
Logo tudo se acalmou, pegamos as malas, e caminhamos ate o portão de entrada do ferry, local combinado para encontrar o Tal, no dia anterior! 
O pessoal ficou em um local mais tranqüilo, eu caminhei pela rua, a primeira boa noticia, a van estava lá! 
Logo aparece o Tal, com sua inseparável camisa da BMW, e sorriso constante!

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Eu e o Osni fomos recebidos de braços abertos e um grande sorriso de nosso salvador da pátria! 
Ele agradeceu o fato de eu ter mandado avisar e pelo dinheiro que mandei pra ele comer!
O Mamu, piloto da VAN DO APOCALIPSE, cumpriu sua parte no trato!!!!
Mas ainda faltavam as barreiras policiais e as aduanas! 
Uma barreira policial, duas do exercito e ultima da aduana, uma pequena casa com as informações escritas com carvão na parede, ficamos com muita vontade fotografar, mais evitamos eventuais problemas! 
Chegamos a temida aduana gambiana, foi levado a uma salinha com todos os passaportes.
A sala era escura, com duas mesas, em uma delas um homem concentrado em seu celular com as pernas encima da mesa, de ambos os lados da sala fotos do presidente, califa, doutor , professor. 
Na parece um calendário 2015, claro, com a foto do presidente. 
Encima da mesa um exemplar do alcorão e um colar com contas pretas e brancas. 
Um homem aparentando ter 35 anos, pegou os passaportes um a um e anotou varias informações, a cada termino ele perguntava a profissão dos colegas. 
Alguns para facilitar eu inventei, na hora de falar bombeiro, eu falei Fireman, foi repreendido pelo senhor, ele corrigiu, disse que era fire oficial. 
A curiosidade é que as profissões que nos entramos, não eram as mesmas que entramos...

Após todos os nomes detalhadamente escritos em um caderno, foi levado a outra sala, ali estavam dois policiais com calça marrom e camisa bege, o mesmo uniforme que usava o segundo dos chefes de quando entramos! 
O policial escreveu tudo de novo, agora no livro de saída da Gâmbia.
Apos todos escritos e carimbados, ele me deu os passaportes, ele comentou algo com o motorista, ele logo fez um sinal para sair caminhando, na saída ele fez um sinal que eles pediram dinheiro, que não era pra dar nada!!! 
Ultima parada aduana do Senegal, o Tal veio com a informação que não precisava carimbar! 
Já dava pra comemorar, mais caminho era longo!
Comemoramos a saída de Gâmbia!!!
Poucos quilômetros após a fronteira, uma barreira policial do Senegal, um retrovisor quebrado foi motivo para o motorista deixar dois mil francos.

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GAMBIA É UM EXCELENTE LUGAR PARA MANDAR TODOS AQUELES QUE SABOTAM O BRASIL!
SEM DIREITO A BANHO DE MAR, COMIDA BOA E PISCINA!!!!!

Voltamos a Dakar com uma grande historia e experiência que será exigida em algum outro momento de nossas vidas!

Antes de chegar a Dakar, passamos por uma das maiores atrações de Dakar, o Lago Rosa. 
Mas, ele não estava rosa, olhamos, voltamos pra casa! 
O Tal mereceu uma boa gorjeta do grupo, certamente era o salário de uns 3 meses!
Ele ficou muito feliz e nos também!!!!

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Ultima noite em Dakar, um, dois, três, pizza outra vez!!!

11º Dia - 29 de setembro – Dakar – Johanesburgo – Nelspruit
Acordamos as 4 horas, as 4h30 os últimos dois km, que separam nosso hotel até o muito modesto aeroporto de Dakar. Um atendimento confuso da companhia aérea!
Tivemos a informação que o vôo que vem de Washington, estava atrasado, 1h30. 
Fatalmente perderíamos nosso transfer atá Nelspruit, com a facilidade da internet e a eficiência das empresas sul africanas, mandei uma mensagem pra empresa que nos levaria, eles disseram que não nos esperariam, mas indicaram duas outras empresas.
No momento que o vôo estava para sair, recebi a confirmação que outro transfer estaria a nossa disposição! 
Após 7 horas de um vôo tranqüilo, chegamos a Johanesburgo, ficamos em uma fila de 40 minutos, 3 pessoas na aduana para receber 400 passageiros, em um aeroporto internacional, maior da África que recebe gente do mundo todo, é um absurdo! 
O simpático Johan, ex caminhoneiro estava com um cartaz com meu nome nos esperando!
Nem combinamos o preço, mas eles são muito sérios, o valor era justo!
Chegamos em Nelspruit as 23h59.

12º Dia - 30 de setembro – Nelspruit - Park Krueger 
Mais um dia intenso, acordamos as 4h30, para uma grande emoção, visitar a maior reserva do mundo, Parque Nacional Kruger, maior que a Bélgica. 
Bernard, o simpático guia, na hora marcada estava nos esperando.

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Ele falava e entendia um pouco de espanhol e algumas palavras em português. 
Saímos cedo, estava frio, não fomos preparados, o carro era aberto, passamos frioooo!
Somente depois de uns 30 km de friaca, o motora nos deu ponchos bem quentes, ufa!!!!
Em uma das portas do parque, paramos para fazer os tramites.
Ultimas explicações fomos em busca dos BIG 5, e de todos os muitos animais nativos do parque Kruguer. 
Logo no começo do percursos os primeiros animais aparecem, antílopes de todos os tamanhos. 
Aparecem o primeiro dos BGI 5, a girafa!
A primeira sensação é, eu já vi no circo!
Logo depois da o blig, blig.
Os animais estão em seu ambiente natural, eles nasceram ali, e vivem ali a vida inteira!
Todos os amimais são nativos!!!
Elefantes, búfalos, rinocerontes, hipopótamos, um a um aparecem ali na nossa frente!!! 
Os guias vão passando informação, uns para os outros.
Surge a informação de uma leoa, fomos em busca, de longe vimos ela em paz no meio de um leito vazio de um rio. 
As paradas para café e almoço são em lugares muito agradáveis, o parque é muito bem cuidado. 
As imagens falam por si!

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Faltou o leopardo para completarmos o BIG 5.

Voltamos a uma das portas, pegamos outro carro, com uma guarda do parque, não tão eficiente como o Bernard.
A primeira cena valeu as 3 horas de safári noturno.
O leopardo perseguindo um antílope, ignorou os carros, cruzou a estrada, cada vez que o antílope virava, ele se abaixava, ficava paralisado e se misturava com a vegetação.
Em um momento o antílope descobriu, o desanimado leopardo, saiu em outra direção.
Para nossa surpresa, o pequeno antílope volta para acompanhar o leopardo, marcando seus passos. 

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Seguimos os passeios, eu com um farol procurando animais, no outro lado uma norte americana. 
Fizemos uma disputa quem via mais animais, em algum momento sofri um “golpe do imperialismo” ...kkk
No final do safári, estava empatado, faltando 1km a moça achou uma girafa, nãooooo.
Praticamente perdido, faltando 500 metros eu vi uma mamãe elefante e seu filhote, mais a frente um grande grupo de antílope!
GANHAMOS!!!!!
Uma pizza em um pelo restaurante no caminho ate Nelspruit, comemoramos nossa ultima noite em terras Sul Africanas.

13º Dia - 1 outubro – Nelspruit – Suazilândia - Johanesburgo - São Paulo 
As 7 horas, Hans, descendente de alemães de 5ª geração, era nosso ultimo condutor. 
Eu decidi passar por dentro da Suazilândia, um reino africano que fica bem perto de Nelspruit.
A idéia que eu tinha da Suazilândia era um pais pobre e tribal.
Logo na aduana, vimos que era diferente, um prédio organizado e com painéis eletrônicos. 
Um pais alto, com belas montanhas, casas simples mas sem pobreza extrema. 
Belos hotéis, 9 campos de golf, um excelente sistema viário. 
Passamos próximo a capital Mbabane, vimos bonitos prédios, nas encostas das montanhas belas casas, o Osni deu um ótimo adjetivo:
- Suazilândia a Suíça Africana. 
Foi uma grande e agradável surpresa para todos nós.

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Paramos em um lindo lugar, com um belo artesanato, com destaque para as lindíssimas velas da Suazilândia. 
Uma auto estrada liga capital a fronteira da África do Sul. 
Logo na saída da capital Mbabane, pegamos uma chuva torrencial, granizo, as pedras explodiam no vidro da van. 
A tempestade parou, e nos paramos em um restaurante para almoçar.
Secretamente eu pedi para a gerente do restaurante colocar uma vela em um bolinho, para cantarmos parabéns para a Vitoria, aniversariante do dia!
Após o delicioso almoço, vieram quatro funcionarias do restaurante cantando parabéns em Swazi, idioma local, também cantaram em inglês.

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No ultimo dia, o momento mais emocionante de toda a viagem! 
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No retorno uma forte neblina, vagas soltas na estrada, uma ventania, davam um componente perigoso a viagem, que contrastavam com as excelentes estradas Sul Africanas.
O experiente Hans, desviou a rota, seguimos em paz, com um belo por do sol chegamos e voamos em paz...

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OBRIGADO AOS VIAJANTES QUE ACREDITAM EM NOSSAS “VIAGENS”!!!

Marcos Pinheiro

SAWABONA - SHIKOBA

Existe uma tribo no sul de África com um costume verdadeiramente belo.

Quando um membro da tribo se comporta de maneira inadequada, os demais membros conduzem essa pessoa ao centro de sua aldeia e todos a rodeiam. Durante dois dias eles recordam a essa pessoa todas as coisas boas que ela já fez.

Esta tribo acredita que todos nós nascemos perfeitos e merecedores de segurança, amor, perdão, paz e felicidade e sabem que durante nossa vivência podemos cometer erros e estes deslizes são apenas gritos desesperados de ajuda.

Eles acreditam que no anseio de se sentirem seres especiais e bons, as pessoas falham em seus comportamentos, então, reúnem-se para direcionar os que erraram e reconectá-los com sua verdadeira natureza, recordando-lhes de quem eles são e, na realidade, lembrando-os de que podem dar novamente as mãos à sua verdade.

Assim, quando isto ocorre, todos lhe repetem “Sawabona e ouvem em resposta Shikoba”.

“Sawabona” significa eu respeito você, valorizo você e você é importante para mim.

“Shikoba” então… eu sou bom e eu existo para você.

Este ato de reconhecimento reconstrói o interior da pessoa que errou, fazendo com que ela sinta-se querida e valorizada.

Com a linguagem do amor, esta tribo lembra diariamente que todos são especiais e que o interior de todos é bom, ainda que às vezes não atuem de forma correta. E a verdade é que, com ato, transmitem a mensagem de que nunca é tarde demais para viver sua verdadeira essência.

Quando nos comportamos de forma inadequada, estamos pedindo aos gritos que alguém faça com que nos sintamos valiosos.

O belo comportamento desta tribo nos mostra a importância do valor, do respeito e do carinho pelos demais e, assim, devemos educar os nossos pequenos. A partir desta premissa, sempre será possível influenciar positivamente.

Desejo que em breve toda humanidade possa compreender a importância de Sawabona e Shikoba, porque todos nós, precisamos que o nosso meio nos lembre que somos seres especiais que conservamos a capacidade de corrigir, surpreender, sentir, amar, perdoar, doar e sermos lembrados que se não nos comportamos da forma mais adequada, sempre teremos o poder e a força para começar de novo e corrigirmos os nossos erros.
Texto do site somos todos um! 

bagagem

JANEIRO 2017 - TRAVESSIA NO URUGUAI + BUENOS AIRES - DE MOTOHOME (26ª VIAGEM)

http://esporte.travessias.com/index.php/component/k2/item/714-travessia-no-uruguai-buenos-aires-de-motor-home-26-viagem


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TRAVESSIA no URUGUAI + BUENOS AIRES - DE MOTOR HOME (26ª Viagem) 

A viagem começa antes com toda a preparação, toda a expectativa!
Mas essa passou dos “limites”!!!
Até o penúltimo dia a viagem não estava garantida! 
Quero agradecer aqueles que estiveram muito perto de embarcar, e por conseqüências da vida de cada um não puderam ir! 
Ana Julia, Eliane, Daniela, Thomas, Gabriel e Mateus, vocês foram como um ciclista passista, puxaram o grupo até o fim, para quem viessem atrás conseguir chegar!!! 

Dia 17 de janeiro de 2017, terça feira. 
O grupo que veio de São Bento do Sul, chega pra dormir aqui em casa! 
Uma peixada catarinense (porque a gaucha é um acidente de carro...), feitas genialmente por uma famosa Chef!
Deixou um gosto de, começou bem!!!!!   

Dia 18 de janeiro de 2017,quarta feira.
Partimos para Porto Alegre em dois carros, onde nos encontraríamos com a Teresa e o Assis, companheiros de outras viagens e onde embarcaríamos no motorhome. 
Mais um compartilhamento, a Barbara pilotou brilhantemente um macarrão com calabresa! 
As 23h chega o “busão”, o apelido é Dino, com os simpáticos condutores, Marcelo e Cassiano. 
A meia noite partiu o Dino com rumo ao sul! 

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Dia 19 de janeiro de 2017, quinta feira

Amanhecemos no Chui, começo ou fim do Brasil.
Os moradores do Chui dizem começo, os do Oiapoque, o fim! 
Poder viajar e ter uma cama a disposição é um grande privilegio, deixa todos descansados.
Fizemos a primeira refeição, um café dentro do busao.
A primeira foto obrigatória, o primeiro pedaço de terra do Brasil.
O colega Valdinei, capturou os primeiros peixes de tarrafa e atravessou os 30 metros do Arroio Chuí nadando, até o Uruguai! 
O atendimento na fronteira continua igual, fraco, desinteressado e lento.
Logo após a fronteira, a primeira grande atração do Uruguai, a bela Fortaleza Santa Teresa, umas das mais bem preservadas do mundo. 

A fortaleza fica no parque Santa Teresa, uma área verde com muitas praias e um dos maiores campings do mundo, administrada pelo exercito. Decidimos ficar a primeira noite. 
Montada a cozinha, um bife feito na chapa foi o menu da noite. 

 

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Dia 20 de janeiro – Sexta feira 
Partimos para o exótico Cabo Polônio, um parque preservado onde só se chega caminhado em caminhões antigos, alguns 6x6 sobra de guerra, adaptados para levarem passageiros. 
O caminhão atravessa dunas, praia e chega na comunidade sem energia elétrica, a maioria da população é de hipies, as construções são alternativas, o belo farol, uma colônia de leões marinhos barulhentos também habitam o local. 

 

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Uma característica do Cabo Polônio, tem somente uma arvore, isso mesmo uma pequena arvore, retorcida pelo vento. 
Um calor forte, sem sombras, acabamos nos abrigando embaixo do posto de salva vidas. 

Muitas pequenas lojas com artesanato, e muitos grupos musicais dão

Passamos pela espetacular Punta Del Este, belas casas no mais famoso e “glamoroso” balneário da America do Sul.

 o brilho ao Capo Polônio!
No retorno, chegamos cedo na fila, parte do grupo pode ir nas cadeiras que ficam na parte de cima dos caminhões, uma emoção!!
Balança muito durante todo o trajeto nas dunas!!

 

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Cortamos toda a orla de Punta, como é conhecida e chegamos a Piriapolis, onde ficamos em um belo camping com toda a estrutura necessária. 

Dia 21 de janeiro – Sábado – Dia de Travessia.
A praia de Los Titanes ficava a 30km de Piriapolis, logo chegamos e vimos o movimento dos atletas. 
Travessia Los Titanes – La Tuna, duas praias vizinhas que davam o nome a a Travessia. 
Minha missão, talvez fosse a mais importante de todas as Travessias que já participei, acompanhar a Luciana e a Patrícia na sua primeira experiência em Águas Abertas! 
Eram duas provas, 1200 e 2400 metros, nos fomos para a de 1200m.

 

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Dada a largada, deixamos todos saírem, não tínhamos pressa, e entramos nos 18 graus do Rio de La Plata. 
Eu tive que conter a emoção, de um lado uma touca escrito Luke, de outro uma touca escrito Pedrinho. 
No caiaque o Pedrinho de carona com o Marcelo!

Fomos nos deslocando, de todas as formas, a Patrícia com seu eficiente nado costas duplo!
A Luciana disse:
- Não sinto os dedos dos pés!
Eu retruquei, só os dedos, esta tranqüilo! 
A Luciana disse:
- Não sinto os pés!
Eu retruquei, só os pés, esta tranqüilo!
A Luciana disse:
- Não sinto os joelhos!
Eu disse, ACREDITA!!! 
Assim passamos a primeira, segunda bóia!
Na nossa frente uma senhora, eu estimei em uns 114 anos...k
Cada vez que ela parava, eu estimulava as meninas para tentar ultrapassá-la. 
Um Jetski com guarda-vidas ficou nos “incomodando”, querendo que nos desistíssemos, eu falei que estávamos bem, estávamos nadando e que não sairíamos! E que ele parasse de incomodar! 
Os demais barcos foram muito simpáticos e nos deixaram tranqüilos! 
Vimos passar o Valdinei e o Roque, dando a segunda volta.
Roque ficou em quarto e o Valdinei “oureou” pela primeira vez em uma prova fora do pais!
Passamos a terceira bóia, juntamos as forças de cada um, seguimos em frente!
A emocionante chegada, a primeira medalha das duas meninas!!!
A água salgada-doce do Rio de La Plata, misturada com o atlântico, se misturou com as lagrimas de saudade, satisfação e alegria!!
Com a alma lavada nos despedimos da Praia Los Titanes – La Tuna, nçao poderia ter um nome mais adequado, OS TITÃS E O GOLFINHO!!! 
O dino partiu destino Montevidéu.
Paramos para fazer uma foto de todo o grupo na palavra Montevideo, em destaque no alto da praia de Positos. 

Passamos por toda a rambla, a beira mar. 
Praça da independência e a “Ciudad Vieja, nos deu uma idéia da bela Montevidéu.
Nosso pouso dessa vez seria um lugar diferente, a casa do amigo nadador Carlos Larriera, a 25 km da capital. 
Era uma comunidade rural, ele preferiu comprar um terreno de três  hectares ao invés de morar em uma quitinete em Montevidéu. 
Na chegada, vimos que o ônibus não passava na porteira porque uma arvore ocupava o caminho, Carlos não teve duvida, rapidamente pegou a moto-serra e podou a arvore, a cena foi filmada, parecia um filme!
O Dino estacionou ao lado da cozinha, Carlos nos esperou com uma deliciosa comida vegetariana. 
Agora eram dois Pedros, o filho do Carlos também se chama Pedro. 

Um carreteiro feito na fogueira, foi o menu da noite, capitaneado pelo Chef Baldy. Curiosidade, o Carlos e o Pedro são vegetarianos, somente o Sol, o belo pastor alemão, comeu o carreteiro!

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Agradecemos a inesperada e excelente estadia na casa do Carlos, sairíamos as 5 da manha, para chegar cedo em Colônia.  O motohome é um conforto poder viajar dormindo. 

Dia 22 de janeiro – Domingo
Todos ainda dormindo, parte o Dino com destino a Colônia! 
As 8h estávamos em Colônia, parte do grupo foi para Buenos Aires com um catamaram para 620 pessoas, que voava sobre as águas do Rio de la Plata uma impressionante velocidade, ele percorre 50 em uma hora e 15 minutos. 

Seria espetacular ter um barco desse operando em Santa Catarina, fazer um percurso entre Florianópolis e São Francisco do Sul em três horas, seria um sonho. 

Uma caminhada pelos principais pontos da capital Argentina, Feira de San Telmo, Caminito, Plaza de Mayo e Puerto Madero, voltamos a Colônia Del Sacramento a tempo de ver o por do sol.

O Roque descobriu que tinha um camping em Colonia, decidimos por ir lá pra tomar um banho e carregar a energia das baterias.

Um certo aplicativo levou o Dino pra floresta do Harry Potter, o ônibus fez uma trilha, mas, ufa, chegou no camping, nem preciso dizer que a entrada do camping era feita por uma rua asfaltada....

Banho tomado, barriga cheia, Pedrinho Cheiroso, partiu!!!

A idéia era dormir e acordar na beira de uma praia! 

Dia 23 janeiro – Segunda

 

 

Amanhecemos em San Luis, bem perto do local onde foi a Travessia O Valdinei foi pescar, voltou com vários peixes, papa-terras e  peixes-reis gigantes! Os uruguaios se espantaram com a pescaria, eles só pescam de caniço, acho que não tem tarrafa no Uruguai!! 

Foi pescar também, trouxe mais quatro peixe rei, que foram parar em Lajeado, terra do Dino. 
Banho de mar de uma ótima água de 19 graus, refrescava um sol forte desde a manha, seguimos para subir a montanha mais alta do Uruguai. 

Perto de meio dia chegamos ao Parque Nacional Pan de Azucar, para subir o Cerro do mesmo nome com “incríveis” 389 metros acima do nível do mar. 
Subimos na hora errada pelo sol e calor, mas era a única hora que tínhamos pra fazer. Parecia ser fácil, uma subida pequena, mas a realidade se mostrou mais dura!
Os uruguaios são famosos por levarem a garrafa termica pra passear no shopping, mas agora eles passaram de todos os limites!!!
Levaram a garrafa termica para passear na trilha, nãoooooooooooooooooooooooo....kk

Uma trilha no meio das pedras e muito inclinada, se mostrou difícil, mas, todos chegamos ao topo.

Parabéns, VOCES SUBIRAM A MONTANHA MAIS ALTA DE UM PAIS!!!
Nem o Joel Kruguer, nadador, que subiu 6 das maiores montanhas do mundo, nunca subiu o Pan de Azucar...k

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Finalizamos todos nossos objetivos, hora de voltar! 
Decidimos por voltar pelo Chui, chegamos faltando 10 minutos para fechar a melhor loja, foi bom, gastou-se pouco!  

Dia 24 janeiro – Terça
7h, chegamos em Porto Alegre!!!!

 
Obrigado aos viajantes, parceria total!!!!!
1 – Gopeigão Baldy 
2 – Princesa BA 
3 – Gormetan
4 – Gormegu 
5 – Pedrinho o Principe dos Gopeigões 
6 – Princesa Ma LU 
7 – Princesa Vó MA
8 – Princesa Loren 
9 – Doutor Smith
10 – Princesa Ti PA
11 – Theco-Theco 
12 – Mocorisca 
13 – Gopeigão capitão 

Nomes inspirados nas palavras do Pedrinho. 

Até a próxima!  

Marcos Pinheiro 


JULHO 2017 - TRAVESSIA NA COSTA RICA + NICARÁGUA E PANAMÁ (28ª VIAGEM)

 

Diário de Bordo Viagem Julho de 2017 – Travessia na Costa Rica + Nicarágua + Panamá

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Dia 27 de junho de 2017 – As juntadas...
Francesca, Valentim passam na minha casa, foi a primeira juntada! 

1 jun

Viagem pra Porto Alegre, primeira parada, casa da Lais, colega de viagem, para um verdadeiro café colonial com direito a 
bolo de queijo e de maça, a segunda juntada.

2jun

Casa na Lourdes, a terceira juntada, foi a janta, um estrogonofe de comer ajoelhado, comecei muito mau a viagem, no intento de voltar mais leve pra casa...
O bulldog inglês, o Toko, manda na casa...
O Fabiano, filho da Lourdes, gentilmente nos levou pro Salgadão, apelido do terminal novo do aeroporto de Porto Alegre, o antigo é o Salgadinho....

3 jun

Nos cinco, todos com mochilas pequenas sem despachar bagagem.

Dia 28 de junho (quarta feira) – Brasil – Panamá - Manágua - Granada
Chegamos no Aeroporto do Panamá as pouco antes das 7 horas da manha, encontramos os colegas Wagner e Márcia de Curitiba, também com pequenas mochilas!

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As 10h26 estávamos em Manágua, capital da Nicarágua. 
A ultima vez que estive na Nicarágua, foi em 2013, com o grupo, Os 20 do Infinity.
No aeroporto já vi uma reforma, melhorou, e a atmosfera estava mais leve...
Quando estávamos na fila da aduana, sentimos falta de uma de nossas colegas de viagem, por dois minutos gerou uma preocupação. Prefiro não dizer o nome, por motivos de contrato de confidencialidade, o que acontece aqui, fica aqui, mas, nada impede de narrar o fato!!!

Ela apareceu com cara de quem fez arte!
Descobrimos ela deu um “triplo mortal carpado” na escada rolante, ralou o joelho, mas sobreviveu...

Sem parar em esteira pra esperar as bagagens, fomos logo saindo do aeroporto, uma das grande vantagens de não despachar bagagens.
Nosso motora já esperava na saída com a desejada plaquinha com meu nome.
No caminho entre o aeroporto e Granada, foi possível ver excelente estradas, sem um buraco sequer. Nosso hotel surpreendeu os viajantes, um antigo mercado, foi transformado em um lindo e aconchegante hotel, com uma piscina de encher os olhos, 5 raias de 25 metros cheia de arvores em volta.

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O desconhecimento das pessoas fazer elas dizerem:
- O que vai fazer na Nicarágua, lá tem guerra....
Bom, meu comentários sobre isso devem ser respondidos aqui abaixo.

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Essa foto na verdade é na saída, fronteira com a Costa Rica.

Um dia pra recuperar a viagem, primeiros passeios na bela Granada.

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As 15h30 fomos passear de barco pelo Lago da Nicarágua, que margeia a cidade de Granada.
O segundo maior e mais profundo lado da America Latina, o primeiro é o Titicaca na Bolívia. 
Lugar de grandes peixes e de tubarão de água doce, ele entram no Rio San Juan, vindos do mar, e passam uma temporada no lago.
Lindo passeio, por ilhas com belas casas das famílias ricas da Nicarágua, o destaque para a pequena ilha dos macacos, que contradiz o velho ditado, que macaco gordo não sobre em arvore, sobre sim! Um dos macacos estava bem barrigudo e pulava de calho em galho...

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Encontramos o ultimo viajante que faltava, Rafael, sobrinho de Márcia e Wagner, mora nos Estados Unidos, a quinta e ultima juntada!

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Emocionante encontro familiar, eles não se encontravam a mais de um ano.
Fico feliz de provocar estes encontros.

Juntada = encontros do grupo aos poucos, ajuntamento, não sei se existe essa palavra, mas achei ideal pro momento, o Valentim, de 9 anos, adorou!
Foi o primeiro grupo, das 28 viagens que fiz, onde nenhuma pessoa despachou bagagens!!! 
Bem vindos a TRAVESSIAS PELO MUNDO E ESCOLA DE MOCHILEIROS!!!

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Curiosidade:
Antes da viagem eu comi da pracinha da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, onde moro uma arepa, sanduíche típico da Venezuela com pão de milho.
Os vendedores eram imigrantes de ultima leva, em comentários sobre o país, disseram que a filha de um famoso, falecido ex presidente tem em sua conta bancaria, 4 BILHÕES DE DÓLARES, segundo ela, vendendo produtos AVON.
O Rafael é executivo da AVON, ele disse que a empresa tem faturamento anual de 5 bilhões, lucro de 400 milhões por ano.
Certamente a empresa chamará essa moça, porque é um fenômeno mundial de vendas........

A noite fomos comemorar a reunião do grupo com um jantar na Calzada, principal rua de Granada.
Impossível não lembrar dos grupos que já passaram por aqui,
2011, 2012, 2013.
Em homenagem ao Luke, tomei um “refrigerante” chamado Tonã(tonha).

Dia 29 de junho (quinta feira) – Duas Crateras...

As 9h nosso Guia Hanry, indicado por Edgar, que foi nosso guia em 2012 e 2013, nos levou pra capital, pelo caminho para Managuá, foi possível ver uma estrada duplicada, impecavelmente limpa, ajardinada, faixas pintadas. 
Era visível a evolução do pais em quatro anos.

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A capital, esta bonita em bem cuidada, apesar de fotos do presidente e da vice, sua esposa em alguns lugares da cidade, também, foto do ex-presidente da Venezuela. 

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Estranho também são bandeiras do partido do presidente ao lado da bandeira da Nicarágua por todos os cantos da cidade, inimaginável ver isso no Brasil, mesmo porque alguns partidos não gostam de nossa bandeira....

A vice presidente, dizem ser uma mulher “esotérica”, ela espalhou arvores de metal com iluminação por toda a capital, parecem de natal, mas muito simpáticas, dão um colorido especial a cidade, segundo os nicaragüenses, tiraram arvores de verdade pra colocar de metal.
O slogan do pais é:
Nicarágua, Socialista y Cristiana.
Uma policia bem atuante, não deixa passar nada, o transito é civilizado, com todos andando na linha e em baixa velocidade.

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Henry, falou com propriedade que Nicarágua é o pais mais seguro da América Central, podemos sentir essa sensação. Eu arriscaria dizer que Nicarágua hoje poderia ser o terceiro pais mais seguro dos países continentais das Américas, só perdendo pro Canadá e Chile. 
Nosso guia tinha sido preparado para lutar na guerra ao lado dos sandinistas, mas para “fugir” de morrer na guerra, ele foi estudar quatro anos em Cuba.
Ele nos deu uma aula de Nicarágua, desde sua formação ate dias de hoje.
Para um pais, que a poucos anos foi massacrado pela guerra civil, esta em ótima situação com o turismo em franca expansão.

Manágua foi destruida por um terremoto em 1972, a residencia presidencial com vista para um lago, desavou.
Hoje é um monumento.

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Foi construído um “Malecon”, uma beira mar, beira lago, deixou linda a feia orla do lago de Manágua. 
Com o que aprendi com Beto Moon, a estatua de Simon Bolivar, no Malecon, indicava que ele havia morrido em decorrência de ferimentos de guerra, uma pata levantada. 
Com as duas patas no chão indica morte natural, e as duas patas no ar, morreu na guerra. 


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Visitamos a nova catedral de Manágua, eu mudei minha visão da catedral, antes achava feia, com seu teto com, o que parece ser, 64 botijões de gás, numero de dioceses, os moradores diziam na época da construção, que parecia uma caixa de ovos. 
A catedral tem iluminação natural, graças as maravilhas arquitetônicas.
Uma breve passada pelo Mercado de Artezanias de Masaya, bela cerâmicas, machetaria e potes com madeira queimada, são o destaque em Masaya. 

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Chegamos a esperada, Laguna de Apoyo, cratera de um extinto vulcão, hoje um lago de 5 km de raio, tem tudo pra ser realizada uma Travessia, estou tentando juntar, Federação de Natação, Fundação de Turismo e grandes hotéis da região pra sugerir essa idéia.

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Só foi o tempo de deixarmos nossas coisas e pulamos na águas verdes, claras e quentes a 31 graus da Laguna de Apoyo, nosso guia disse que em alguns lugares na margem, brotam fontes de água fervendo, ops!!! 
O combinado era, se alguém sentir água ferver ou muitas bolhas, avisa e sai correndo...

Comida boa, piscina, excelente estrutura, aberta ao publico do Apoyo Resort, deixaram nosso dia muito agradável.
O mais engraçado, era um lugar chamado TROCADOR DE HOMENS E TROCADOR DE MULHERES. As brincadeiras foram inevitáveis com as variadas possibilidades...k

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Em um dia de dois vulcões, faltava ver lava!!!
Vulcão Masaya, entrou em atividade a um ano e meio, fila de carros na entrada, entramos no parque, os carros entram em grupos, nos esperamos um tempo, depois decidimos ir caminhando, em uma portaria fomos barrados, o senhor disse que tinham muitas cascavéis, não poderíamos caminhar....
Voltamos ao carro e subimos para ver uma cena que poucas pessoas no mundo tem oportunidade, lava dentro de uma cratera!
Era possível ver o rio de lava!!!
O que mais impressionou foi o barulho, parecia o barulho do mar!
Ficamos por lá, aproximadamente 15 minutos, por não correr riscos pelos gases do vulcão e porque outros grupos tinham que subir. 
Os invasores europeus diziam que o vulcão era manifestação do diabo, os indígenas diziam que era de deus, uma questão de escolher no que acreditar e ponto de vista!!!

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Todos felizes e emocionados com a força da natureza.
Na descida nosso guia disse todo entusiasmado que o Vulcão Masaya era uma das 7 portas do inferno no mundo...

UFA, ESTAMOS DE SAIDA!!!

Acabamos o dia intenso na Nicarágua, com um treino e aula de natação a noite, na mais bela piscina do mundo da Nicarágua!!!

Dia 30 de junho (sexta feira) – Cristo Privatizado \ Adeus Nicarágua 
Na hora combinada nosso novo condutor, o José, estava nos esperando na porta do hotel.
José fez questão de tirar uma foto nossa, já que era o primeiro serviço que ele fazia para a empresa da Costa Rica, 
que eu contratei.

Ao contrario de Henry, José era critico ao governo, disse que passou o natal na cadeia em 2016, porque, segundo ele, estava no lugar errado na hora errada.
Passou no momento que pessoas protestavam contra a construção do canal, que ligaria o atlântico ao pacifico na Nicarágua.
A primeira idéia do canal, antes de ser feita no panamá, era fazer na Nicarágua, mas, por algumas manobras, foi feito no Panamá.
Nos últimos anos a Nicarágua começou um movimento de construir um canal em parceria com a China, mas a grande resistência da população, não deve acontecer. 
José dizia que não tinha liberdade e a oposição não tinha vez, que que uma família mandava em tudo no pais.

No sul da Nicarágua tem um grande parque eólico, que já representa 35% da matriz energética do pais, eles tem projetos para mais 3 anos, chegar a 100%.
E dizer que a algum tempo dizia-se no Brasil que a energia eólica era modinha, e logo passaria...
Paramos para dar uma olhada na Ilha de Ometep, que tem dois vulcões.
Por volta de 11h estávamos em San Juan del Sur. 
A van nos deixou perto do Cristo, no alto do morro, com uma bela vista para a baia de San Juan.
Para minha surpresa, o cristo foi privatizado, um vigilante, sem nenhuma formalidade, cobra 2 dolares dos turistas, eu perguntei se ele tinha um recibo, ele disse:
- Ando, ando, ando!
Traduzindo, tenho, tenho, tenho...
Deixei pra lá...

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O visual vale o ingresso! 
Banho de mar no pacifico, lagosta, foi massa!!! 
De San Juan, fomos pra fronteira, para minha surpresa, mudou muito desde a primeira vez, que estiva ali, em 2006.
Agradecemos ao José, a dona da empresa, que é Nicaraguense e mora na Costa Rica, já nos esperava, a simpática Nadia, foi eficiente, nos conduziu até a aduana.
Em pouco mais de 10 minutos, passamos pelo controle de passaporte com tranqüilidade.
Me lembro, em 2006, fiquei umas 3 horas pra passar da Costa Rica para a Nicarágua.
Caminhamos até a linha de fronteira, tiramos fotos saindo da Nicarágua e entrando na Costa Rica. Quem incomodou foram os policiais da Costa Rica, fazendo muitas perguntas desnecessárias.

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Na entrada da Costa Rica, uma pequena favela, me surpreendeu e aos colegas de viagem, já que eu disse antes da viagem que costa Rica era um pais organizado e Nicarágua era pobre e desorganizado, o que parecia naquele momento era o contrario.

Da fronteira, seguimos por território Guanacasteco, província de Guanacaste.
Antes, na época da invasão espanhola, um território neutro. Em um plebiscito, eles decidiram por ser Costarricense.

Uma breve passada pela capital Libéria, uma pequena cidade que cresceu com a imensidão de turistas que procuram as belas praias e florestas da região.

Paramos, alguns colegas queriam tomar um refresco, a van parou perto do boteco mais famoso de Libéria, uma de nossas colegas disse, nesse boteco eu não entro!
Enquanto eu fui na padaria e voltei, lá estava nossa colega na porta do boteco tomando “una cerveza imperial”.

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Um dilúvio, nos atingiu na saída de Libéria, deu tudo certo, chegamos a praia de Brasilito. 
Uma americana era a dona da pousada, ela foi alfabetizada em português, morou no Brasil, tinha um certo trauma porque seu inglês na adolescência, tinha sotaque!!
O simpático Isac, era o fiel escudeiro dela. 
Isac saiu da província de Cartago, uma província mais pobre, sem turismo. Isac deixou a casa dos pais, para diminuir a despesa da casa. Ele não estudou, mas um rapaz inteligente, estudou inglês por conta própria na internet, e hoje tem a linha fluente, ele veio trabalhar em um lugar onde, falar inglês vale como uma profissão. 
Fora um escorpião no quarto das meninas, o resto foi tudo certo! 
Brasilito era uma praia de 3ª divisão, com esgoto a céu aberto. Paramos em Brasilito, não foi pelo nome, mas pela proximidade com a praia de Conchal, local da Travessia.

Dia 1 de julho (sábado) – Reconhecimento 
Descemos até a praia, seguimos pra esquerda, caminhamos pela praia, até o fim, de longe, vimos que os carros entravam na floresta e desaparecia, estilo “lost”.
Até que, nos mesmos sumimos. 
Um pequeno morrinho separa Brasilito, da praia de Conchal. 
A bela Praia de Conchal, se destaca por três características:
1 – Linda, água cristalina.
2 – Dois resorts de luxo.
3 – Praia popular, muitas famílias vão fazer farofa na praia.

Um banho de mar, caminhadas, passeios de jetski, divertiram os viajantes.

As 14 horas, pegamos os kits, chamados por eles de “paquetes”.
Pablo Sanches, irmão do Sergio, organizadores, fez uma bela explanação sobre a prova. 

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No final, uma moça mostrou uma foto de uma cobra, preta e amarela, ela disse que viu umas quatro na praia. Eles disseram que ela uma serpente marinha, a noticia boa, tinha uma boca muito pequena, incapaz de morder, a ruim, ultra venenosa, capaz de matar uma pessoa. 
Fiquei apreensivo com a informação, mas fiquei pra mim, pelo menos até o fim da prova.

Dia 2 de julho (domingo) – O grande dia!
Acordamos as 5h15, a primeira largada de era as 6h45.
O grande motivador de nossa viagem estava chegando!

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As 5h40 caminhamos até o local da Travessia. 

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Valentim foi o primeiro, nadaria 400 metros, em sua primeira viagem, e primeira travessia internacional. 
Foi tranqüilo, se sentiu bem, ficou bem feliz em ver uma tartaruga. 
Apesar de não recomendado, um cachorro rastafari, estava na praia.

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Logo chegou nossa vez, 1500 metros, eu primeiro, as meninas 30 segundos depois.
Larguei sem pressa e sem correr, quando me aproximei da primeira bóia, senti uma pressão na água, as meninas chegando, fiz como um retardatário da formula 1, olhei pra trás e procurei não atrapalhar, consegui, passei a bóia, escutei a Márcia me dando força. 
Durante a passagem da segunda bóia obrigatória, pensei ter visto a Professora Regina Feldman, mas por dois motivos não poderia ser, primeiro que ela não estava na Costa Rica, segundo, porque ela já teria me ultrapassado a muito tempo! 
Quem poderia estar por ali, era Kim Feldman, viajante dos 7 mares! 
A Laís, me passa no meio da prova, como aconteceu em St Kits, ultima travessia que fizemos juntos, podemos concluir que ela larga devagar e vai acelerando, eu acho que tenho o mesmo ritmo a prova toda. 
Quando passei a ultima bóia, vi que eu poderia fazer o tempo que eu pretendia, acelerei como um “bicho preguiça” e cheguei 1m31 segundo a menos do tempo pretendido, bati meu próprio recorde mundial. 
A prova de 4 km, contou com a presença do Rafael, que também nadava sua primeira prova internacional. 
Eu fui ver o resultado no celular do Pablo, Francesca em 4º na categoria, Marcia em 5º, Lourdes em terceiro e Lais em primeiro da Categoria. 
Resolvi guardar segredo para fazer uma surpresa para elas, disse que a Laís teria ficado em terceiro e Lourdes em 4º.
Eu, depois do décimo fiquei em 4º da categoria....
Todos felizes com os resultados.
Na praia de Conhal, tinham dois casais argentinos, eles vendiam comida pra seguir viagem, um mais novo com uma Kombi, vendia fruta, o outro com um micro ônibus, com duas crianças, vendia focaccia, em forma de sanduíche, feitas pelo chef Marten. 
O colega Wagner já os seguia pela internet. 
Nosso almoço uma focaccia com suco de limão, embaixo de uma arvore na Praia de Conchal. 
O gosto era bom, adocicado com abacaxi, o valor, barato, 4 dólares.
Alem de dar uma força pra família, ficamos satisfeitos com o almoço. 
Voltamos a pousada, arrumamos as mochilas, eu a Lais e a Lourdes, descemos até o local de premiação, a Lourdes quase estragou a surpresa, ela pensou em não ir na premiação. 
O restaurante onde foi a premiação estava lotado de nadadores. 
Todos os colegas chegaram, Lourdes já estava com a bagagem da Laís, quando chamaram o terceiro lugar, Lourdes, surpresa, sorrisos!

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Laís esperou seu nome ser chamado em segundo, não foi, ficou preocupada, logo chamaram em primeiro, mais surpresa, mais sorrisos. 
Todos felizes, seguimos viagem para San José, a capital.
No meio do caminho paramos no Rio Tarcoles, cravado de horrorosos crocodilos.
Em 2013 eu disse que daria mil dólares para quem atravessa-se o rio nadando, Luke se empolgou, até chegar lá e ver os bichos!
Dessa vez contamos 50 dos crocodilos do Rio Tarcoles.

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O hotel em San José, é nossa casa, bom, agradável, bem localizado e ambiente familiar. 
Os colegas foram jantar e eu fui fazer meu compromisso obrigatório na Costa Rica, visitar os amigos, Fernando, Michele e os filhos, desta vez Andres, que já tinha 15 anos, a primeia vez que fui, em 2006, ele era um bebe. Sempre agradável encontro, ótima comida na casa da família Madrigal. 

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Dia 3 de julho (segunda feira) – Rumo ao Panamá 
O novo amigo Pablo, veio ate o hotel me presentear com um kit de um evento que eles realizaram, o incrível foi que, o numero do competidor era exatamente o tempo que fiz na Travessia. São 4 números, dos iguais + dois iguais, a soma, é 22. 
O primeiro que enviar a resposta para esse email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ganha uma camiseta. 
Retribui o presente, combinamos futuros projetos juntos.

Acabou, por um motivo ou por outro acontecendo uma coincidência, quem nadou na cratera na Nicarágua, não viu a cratera na Costa Rica, essa vez, por outro motivo aconteceu de novo.
O Vulcão Poas esta nervoso, segundo meu amigo Fernando, parece uma chaleira, uma chiadeira só, risco de explosão eminente, por isso o parque esta fechado. 
A próprio Fernando sofreu, com a erupção do Vulcão, Rincon de la Vieja, ele tem um terreno com quatro cachoeira de água quente, duas delas foram destruídas.
Eu, sou o único que nadou na Laguna de Apoyo e viu a cratera do Poas!

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Após uma breve visita ao centro de San José, que esta mais bonito, seguimos viagem para a fronteira caribenha entre Costa Rica e Panamá, as vezes cansa.... 

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Paramos para almoçar em um lugar típico, comida caseira Costarricense. 
Entre os pratos, tinha tamales, logo recordei de um amigo, que perguntaram se ele queria tamales, ele disse que estava bem!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Na passagem por Limon, a maior cidade do lado caribenho da Costa Rica, o portal do cimiterio chamou atenção.

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Uma breve parada na bela Porto Viejo.

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Por volta de 15h30, nosso motorista parou o carro e disse:
- Eu fico aqui, vocês seguem viagem!
Por mais que eu sabia que isso aconteceria, por mais que eu tenha experiência, deu uma sensação diferente, rumo ao desconhecido....
Agradecemos o motorista, recolhemos as tralhas e seguimos ate o posto de aduana. 
As fronteiras latino-americanas sempre tensas, essa, muito tranqüila. 
Poucos viajantes, estava ali pra atravessar, pagamos a taxa de 7 dolares para sair da Costa Rica, e atravessamos a fronteira caminhando pela ponte, passando da localidade de Finca 52 na Costa Rica, para Sixaola no Panamá.

Minha 8ª viagem a Costa Rica!
Os turistas aprendem a falar a expressão PURA VIDA, equivalente ao nosso BELEZA, quem vai 8 vezes aprende a falar MÁE, uma gíria muito usada ente eles, equivalente ao nosso CARA!

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No lado panamenho uma certa pressão, para pegarmos uma van que nos levaria a cidade de Almirante, eles diziam que o ultimo barco para Bocas del Toro, sairia as 18h, e como o Panamá tem uma hora a mais estávamos atrasados, nosso motorista ligou e disse para nos esperarem.
A van em alta velocidade, me fez perguntar pro motora se o panamá tinha algum piloto de formula 1, ele disse que era uma pena, mas não tinha. 
Também disse pra ele ir DESPACITO!!!!

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Chegamos em um pequeno porto, entramos em uma lancha rápida, 30 minutos depois estávamos no portinho de Bocas del Toro.

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Uma caminhada de 15 minutos, estávamos em nosso hotel. 
O curioso é que eu li um comentário de uma pessoa sobre o hotel, dizendo que umas crianças que moravam ali ficavam gritando, incrível, mas eu escutei as mesmas crianças, mas, elas não incomodaram!
Ficamos hospedados na Ilha Colon a maior do arquipélago.

Dia 4 de julho (terça feira) – Bocas Del Toro 
Eu fui no aeroporto, para ver uma passagem para a cidade do panamá, o que eu vi no aeroporto, era surreal. 
O inicio da pista era a linha lateral de um campo de futebol, o jogo só parava com pouso ou decolagem. 
O banco de reserva, ficava encima de uma vala de esgoto a céu aberto, que contornava todo o aeroporto.

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Crianças atravessavam a pista, para encurtar caminho para a escola, eram poucos vôos que chegava, ali, reduziam muito os riscos. 
Pegamos uma van e fomos para Bocas del Drago,uma trilha na beira do mar, ate na praia Estrella, revelou um caribe puro, sem interferências do homem, coqueiros a beira mar, águas cristalina.

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Paramos na frente da barraca da Sandra, ela trabalhou em cruzeiro, por alguns anos, cansou da vida no mar, montou um quiosque a beira mar, servindo bebidas aos turistas, o estoque de abacaxi acabou...
Não tinham muitas estrelas na Praia Estrellas, mas foi lindo nosso passeio. 
Na volta, fomos por mar, com isso demos uma volta completa na Ilha Colon.

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Dia 5 de julho (quarta feira) – Bocas Del Toro
Nosso destino era o passeio até o Cayo Sapatilla e Cayo Caracoles.
A palavra cai, não tem uma tradução literal em português, mas poderemos chamar de ilhota.
Uma torrencial chuva de verão, vez atrasar um pouco o embarque, Briguite, uma sorridente canadense de origem chinesa, foi nossa companheira de passeio.
A primeira parada, baia dos golfinhos.
Lembrei de uma pessoa que fez um relato na internet que se sentiu enganado, porque não viu golfinhos, como se fosse possível combinar a hora com golfinhos...
Nosso grupo merecia, eles estavam lá, pescando, brincando, um grupo entre 6 e 8, o passeio já estava pago com esse espetáculo. 

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Uma região de mangue, águas claras esverdeadas, transição para as águas caribenhas. 
Paramos no Cayo Sapatilla 2, uma ilhota em formato de sapato, água cristalina, muitas conchas e peixes, eu a Lourdes e a Láis, fizemos um Bora PAZ Ilha Internacional.(nadamos até uma ilha).

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Uma arraia, passeava próximo a ilha, Rafael viu um tubarão.
A imagem mais impressionante quem viu foi o Valentim, um caranguejo ermitão, usa concha como casa e carapaça, trocando de concha, tudo muito rápido.
Ele escolhe uma nova concha, analisa, olha para os lados, vê se não tem predador, e troca.
A volta paramos no Cayo Caracoles, uma impressionante floresta sub aquática em uma região de mangue, muitos corais, plantas e peixes. 
Finalmente um almoço caribenho em uma palafita, caro, mas coroava o momento. 
Na volta....
Como diria minha saudosa vó Rita:
- Meu deus daminhalma!!
Uma chuva forte, frio, nos fez abrigar da forma que foi possivel, a canadense se abraçou com o Valentim, pra proteger e aproveitar pra se esquentar também.

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Passamos ainda por uma ilha com muitas estrelas do mar e outra com bichos preguiça, vimos um deles, estava todo enrolado e com frio como nós.
Pisamos em terra, acabou a chuva!!!

Tínhamos duas formas de formas de chegar a Cidade do Panamá, ônibus, 10 horas de viagem, ou de avião uma hora, inicialmente Rafael, Wagner e Marcia, iriam de avião e os demais de busão. 
Mas, no fim da viagem, decidimos por ir de avião também.

Dia 9 - 6 de julho (quinta feira) – Bocas Del Toro 
As 6h, estávamos na porta do aeroporto, fechada com cadeado, logo chegou a administradora. 

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Antecipamos a volta, porque estava chovendo, sorte a nossa, exatos 6 lugares sobrando no foker 50, da Panamá Air.

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Decolamos com chuva, o tempo foi melhorando, até a aterrissagem no Allbrook Airport, antigo aeroporto das tropas americanas que protegiam o canal, território americano, hoje aeroporto municipal. 
O simpático Omar nos levou pra fazer um passeio na cidade. 
Após o passeio, pegamos o metro e fomos comer ceviche e aranitas (tentáculos de lula frita) no mercado do porto.

Dia 10 - 7 de julho (sexta feira) – Cidade do Panamá
Decidimos por visitar a zona de livre comercio de Colon, despedida dos Marcia e Wagner, eles continuam a viagem pelo caribe, a primeira dejuntada.

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Nosso dramático motorista, contou muitas historias, demais da conta!!
Para entrar em um dos portões, ele teve que pagar uma propina de 10 dolares, não deu pra entende muito, mas pelo que vimos, isso era praxe.

Dia 11 - 8 de julho (sábado) – Cidade do Panamá
O cheking fizemos as 9h30, voltamos para passar o tempo no shopping, próximo ao aeroporto, os despedimos do Rafael, a segunda dejuntada, que rumava para o norte.

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Nós, rumamos para Porto Alegre, único vôo para o Panamá do sul do Brasil.

Dia 10 de julho – Brasil
Mais uma gentileza Fabiano filho da Lourdes, terceira dejuntada.

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Ele nos deixou na casa da Laís, salada de fruta, duas da madrugada partimos pra Floripa. 

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Sol de floripa, ultima dejuntada, até a próxima, Valentim e Francesca.

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Um grupo maravilhoso, proporcionou uma viagem tranqüila, tudo deu certo.
obrigado, Lourdes, Láis, Wagner, Márcia, Francesca e “Principito” Valentim. 
Temos encontro marcado, julho de 2018, Escandinávia!

Nos vemos nas praias do mundo!
Marcos Pinheiro

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