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rota da tainha

Diário de Bordo de uma “Biscreta Véia” 2

ROTA DA TAINHA

 

Dia 0 – 12 de junho de 2019 – Floripa para Torres de ônibus. 

MINHA CAIXA MINHA VIDA

Surgiu a ideia de fazer o litoral sul de Santa Catarina de bicicleta. 
Convidei alguns amigos, de 8 interessados, ficou o Osni. 
Um ônibus no horário perfeito, 18h30 embarcamos as bikes devidamente encaixadas no bagageiro do ônibus com poucos passageiros. 

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Uma moça na nossa frente, ficou braba porque nos conversamos muito, ela levantou e saiu para outra poltrona, deu azar o moço que estava atrás dela, roncava muito....

Uma breve parada pro lanche, nossas conversas quase nos deixaram no restaurante, os simpáticos motoristas estavam nos esperando. 

O ônibus chegou exatamente as 23h, pontualidade impressionante, na verdade nosso atraso no restaurante, ajudou a cravar o horário. 
Eu pensei o que faríamos com as caixas. Chegamos, tiramos as bikes, logo chegou um morador de rua e perguntou o que faríamos com as caixas, entregamos uma caixa, logo veio outro, entregamos a outra caixa, eles saíram em uma imensa felicidade, parece que ganharam a casa própria, MINHA CAIXA MINHA VIDA!!!

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Pedalamos uns 10 minutos, chegamos até a ótima pousada.  

A muito se fala em Santa Catarina em uma Rodovia Interpraias, mas por muitos governos incompetentes e pela falta de desenvolvimento da região sul, atrasado pela BR 101, esse projeto nunca saiu do papel. Nossa viagem seria por esta estrada que nunca existiu.

Dia 1 – 13 de junho de 2019 – Torres para Morros do Conventos (Araranguá) 
Bom café, partimos para os 2 km que pedalaríamos em terras gaúchas. 
Uma bela e balançante porte pênsil separa os dois estados, mais perto da boca da barra. 
Na barra, do lado catarinense, um gato com uma coleira amarrado, foi a primeira vez que vimos. 

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O asfalto acaba, começa um calçamento com pedras, comum no Rio Grande do Sul, acabam as pedras vem a estrada de barro.
Em Bela Torres, um bairro, o gps nos mandou pra dentro do mato, nunca confiar somente no gps. No ginásio de esportes, decidimos por seguir pela areia da praia.  
Alguns riachos pra passar, a maioria passamos pedalando, outros tirar o tênis e carregar a bike. 

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Muita gente pescando, com redes feiticeiras, com três tipos de malhas.
A areia da praia parece um imã no pneu da bicicleta, gruda no chão. 
Passei na televisão...

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Um grande loteamento novo, pouco antes de chegar na cidade construiu uma cabana na praia, nos deu abrigo para um lanche. 

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Decidimos por abandonar a areia e entrar na estrada, não foi uma boa ideia, atolava mais que a areia. 
Uma parada para almoço no Balneário Gaivota, uma bela ciclovia, mas, com poucos mais de 200 metros. 
As ciclovias não são pensadas como um meio de deslocamento, de mobilidade urbana, é mais uma obra para embelezar a cidade. 

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Seguimos por mais praia, praia e praia. 
Por algumas vezes eu tive que caminhar, parar, foi muito difícil, os pontos críticos do corpo começam a dar sinal, palma da mão, ombro, desconforto com o tênis e o “bund’ceps”. 

Contar os postos guarda-vidas de Balneário Arroio do Sul, que começou no 31, imaginei que chegar ao 1, começava Araranguá.

Na região sul, depois de Laguna, por serem praias grande e com areia firme, os pescadores usam um método peculiar de pesca, ele colocam a canoa encima de um caminhão e viajam pela praia atrás dos cardumes, passamos por um vários destes lances.

Anoiteceu, chegamos a nosso primeiro objetivo, Morro dos Conventos, município de Araranguá. A primeira hospedagem que buscamos estava fechada, dormimos em um hotel que já foi referência em Santa Catarina na década de 1980, uma piscina térmica foi o relax que precisávamos.
Osni estava bem, com os treinos em dia, eu não, achei que não conseguiria, mas seguir adiante era a meta. 
Para os que não suportariam ver a bike na areia da praia, é possível fazer todo o trecho pela estrada. 

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Foram 60 km e 450 metros no primeiro dia.

 

Dia 2 – 14 de junho de 2019 – Morros do Conventos – Laguna 

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Na verdade o objetivo era chegar em Ibiraquéra, mas nas condições que eu estava, deixamos pra ver onde vamos conseguir chegar. 
Descida do hotel até a entrada em uma estrada rural, que nos levou a balsa que cruza o Rio Araranguá. Dois cachorros atravessam a balsa, são passageiros frequentes. 

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Bicicletas não pagam pra passar, carros custam 8 reais, a viagem dura 2 minutos. 
Os carros entram a esquerda, nós decidimos seguir na direção noroeste, seguindo o curso do Rio Araranguá. Passamos pela comunidade de Ilhas, ahi, o mundo acabou! 
A estrada foi de transformando em uma trilha de areia, impossível pedalar.
Avistamos uma pessoa pedalando na beira do rio, decidimos fazer o mesmo.

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A margem leste estava repleta de galhos e muitos plásticos, hora boa de juntar um grupo para recolher os plásticos. Seguimos pela margem até o rio, cheio pela maré, nos espremer contra o pequeno barranco. 

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Voltamos a trilha marcada por pneus de carros 4x4, uma parte com areia firme pela vegetação, não por muito tempo.

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Chegamos a uma localidade chamada Barra Velha, onde o mundo acabou de novo, um lamaçal que eu atravessei, por estar com havaianas, Osni decidiu voltar e pegar a praia. 
A um senhor, dono da primeira casa, eu perguntei, já passou alguém de bicicleta por aqui, ele respondeu:
- NÃO, SÓ CAVALO.....

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Passei por algumas casas, a maioria com carros adaptados para a lama.
Segui o rumo da praia pra encontrar com o Osni, triste ver um deposito de lixo, no meio das dunas.
Cheguei na praia, no exato momento que o Osni chegava. 
Seguimos, muitos pescadores, aos poucos os galhos arrastados pelo rio, ficavam pra traz.
Uma moça usava uma arma na praia para caçar, catar, eu perguntei:
-  A SENHORA ESTA PEGANDO CORRUPTOS?
Ela respondeu:
- NÃO, É BICHA!!!

(corrupto e bicha são aminais marinhos que vivem na areia na beira do mar)

Chegamos ao Balneário Rincão, um lanche em um posto guarda-vidas, foi nosso almoço. 
Entramos na cidade, retornamos a interpraias, barro ao meio dia, sol escaldante, eu com muito pouca agua, pequenos goles e muito bochecho era a técnica para ter uma sensação de ter tomado muita agua, ao mesmo tempo economizando.
Na localidade de Torneiros, perguntamos a um senhor se tinha algum lugar pra comprar agua, ele disse: 
- A VENDA DE TORNEIROS SÓ AS 14 HORAS!!!!

Eu estava fraco, os Osni seguiu na frente, eu podia acompanha-lo vendo as marcas incomuns dos pneus da bike dele, liso no meio e garra nas laterais. 

De longe vi um homem dando agua para os bezerros, imediatamente parei e pedi um pouco de agua, se ele me desse a mesma agua dos bezerros, eu já ficaria agradecido, ele gentilmente me deu uma garrafa fechada de agua mineral. 
A família dele tinha uma pequena propriedade onde plantavam mandioca, fumo e algumas cabeças de gado de leite. Perguntei de a plantação de fumo tinha diminuído, ele disse que muito, perguntei se ele poderia parar de plantar fumo, ele disse que poderia parar.
- E SE UMA PRAGA ACABASSE IMEDIATAMENTE COM TODAS AS PLANTAÇÕES DE FUMO!!!

Chegamos ao asfalto, uma longa e suave descida de asfalto até o Balneário Esplanada. 
Seguimos pelo pequenos balneário, bem no fim, um loteamento que parecia invasão, 
casa proprietário\invasor, coloca seu nome, acontece que cada lote tem mais de um nome...
Chegamos ao Balneário Arroio Corrente e logo a casa dos amigos Claudio e Rosemary. 

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Eles nos receberam com honras de chefe de estado, estado de acabados estávamos....
Agua geladinha, torta de maça, foram preciosos minutos de recuperação e abastecimento. 

Seguimos viagem com o lindo por- do- sol na Lagoa do Arrio Corrente. 
A direita a rodovia dos cachorros, como comentou Rosemary, e era, mais de 20 cachorros nos fizeram inocentes ameaças de au, au, au...

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Chegamos ao desejado trecho de asfalto, já de noite, pela desconhecida Garopaba do Sul, escutei dois homens conversando:
- MAIS TARDE NOS VAMOS LÁ NÉ? 
- SIM VAMOS, respondeu o outro.
- MAS DEPOIS DA NOVELA NÉ? Rapidamente corrigiu o primeiro...

A descida pelo acostamento no nível da pista era uma maravilha, mas a frente a estrada encolhe e o acostamento vida uma calçada sem rampas. 

Deixamos mais um município pra traz, Jaguaruna, chegamos a Barra do Camacho, 
onde naufragou o Capitanea, de Guiseppe Garibaldi em 1839.
Escuro e ciclovia, nos conduzia, ao longe a luz do farol de Santa Marta.
Para fugirmos da “lady smurf”, aceleramos, na medida do possível, deu certo, pegamos a balsa quase saindo. 
Dessa vez a viagem durou uns 10 minutos e custou R$ 2,25 por cada bicicleta. 
Passamos pelo importante monumento do Tratado de Tordesilhas, equivocadamente posicionado em uma rotula, impedindo que as pessoas o visitem. 
Uma lagoa em volta motivada por um hidrante aberto...

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Na avenida do bairro Mar Grosso, um comercio nos chamou a atenção, o Beef Market, Osni pensou que era uma loja de carnes, mas, pela “boniteza” vi que não era. 
A dona, Marta, sensível a nossa causa, nos deixou colocar a bike dentro da loja. 

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Pedimos dois hambúrgueres, para que cada um provasse a metade de cada.
Estava excelente! 
O simpático garçon, disse que fumar desde os 13 anos, atrapalhava muito a vida, mas que ele gostaria de parar, conversamos sobre o assunto, o recado ficou em forma de duas palavras magicas para parar de fumar:
- QUERER E TENTAR!!!!

O hotel mais antigo de lagoa era nosso destino, como o de Morro dos Conventos, dos tempos que os balneários mais famosos do sul do Brasil eram Morros dos Conventos e Laguna.

Foram 80 km, mas eu cheguei menos pior que no dia anterior. 


Dia 3 – 15 de junho de 2019 – Laguna – Garopaba 

Antes de seguir viagem passamos nos molhes da Laguna, ver o consorcio entre golfinhos e pescadores.
O Marlon, disse que "A QUADRA ESTAVA VELHA", tinha que renovar. 
Quadra = Sistema climatico, tinha que mudar o vento para acontecer algo novo, frio ou chuva,
para aproximar as tainhas na praia. 

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" O CAPETA COM CONCIENCIA ECOLÓGICA E SOLITADIO"

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O Osni comprou agua do senhor vendia a bebida capeta, eu perguntei se eles faziam reciclagem de plasticos em Laguna, 
ele disse que fazem reciclagem e as tampinhas vão para a APAE.

Excelente café da manhã, destaque para a torta salgada. Praia do Gi pela estrada, no final lama, tive que passar com a bike no mato pra não sujar o tênis. 
Um carro que segiu pela estrada, voltou por falta de condições, nos decidimos por voltar para a areia da praia. 
Logo no começo um riozinho foi nosso obstáculo, ultrapassado mais uma vez com a bike nas costas. 
O desanimo, e o cansaço bateram forte, enquanto o Osni, como uma tatuíra acelerava praia a fora, eu fiquei pra traz, caminhei empurrando a bike. De longe eu vi o Osni sumir nas brumas de salitre. 
Chegamos a Itapirubá, comunidade que tem duas praias a sul, pertencente a Laguna e a norte, a Imbituba, sofrem os moradores do meio que estão na divisa dos dois municípios, alguns cobrados pelas duas prefeitura o IPTU. Em Itapirubá fica a sede do Projeto Baleia Franca. 
Mais um pedaço de praia, Osni mais uma vez mostra habilidades praianas, eu, desesperado por sair da praia, quando vi o primeiro telhado, entrei, uma trilha bem apertada, cercada por duas cercas de arame farpado, ou cabia eu ou a bike, no fim, lama!
Cheguei a um bairro, fiquei a poucos metros da BR 101.
Cruzei um trilho de trem, estava no bairro Vila Nova, chegando rápido ao centro de Imbituba, onde o Osni já estava a algum tempo. 
Minha bicicleta estava mau, com o aro traseiro bem torto, nesse momento pensei em abandonar a jornada, mas seguimos...

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Praia da ribanceira e logo chegamos a Ibiraquera. Portas fechada nem sempre são uma notícia ruim, após três pousadas fechada chegamos a boca da barra.
De longe vimos uma moça passar a boca da barra com uma bike, com mais o belo por do sol deu ânimo pra continuar, falei pro Osni para tentarmos chegar a Garopaba. 
O calsa se interessou pela rota, querem fazer também. 

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Praia do Luz, foi nossa descolada do mar, rumamos, escureceu.
Uma loja e moto, Baixinho Motos, o baixinho, nem tão baixinho assim, estava chegando de uma trilha de moto. Lembrei que a chave de aro poderia ser a mesma, para moto e bike.
Bati na porta, ele prontamente atendeu, disse que a peça não era a mesma, mas, ele nem sabendo porque, mas tem uma chave de bike. 
Problema resolvido em 90%, segui viagem, antes de chegar ao hotel, não resistimos a um rodizio de pizza a R$ 19,90....

Mais 70 km pra conta.

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Dia 4 – 15 de junho de 2019 – Garopaba – Florianópolis 

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O hotel mais antigo de Garopaba, essa foi sem querer a viagem dos hotéis antigos. 
Café da manhã “arregrado”, nos preparando para atacar, tentar chegar a Floripa. 
Para encurtar, o primeiro pequeno trecho de praia, uma larga ciclovia até o Siriú nos surpreendeu, fizemos o 5 km mais rápido de toda a viagem. 
A estrada esta sendo asfaltada, em algum momento tivemos que passar por dentro do quintal de uma casa pra passar uma grande buraco na estrada.

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Em maio de 2022, o morro do Siriú estará asfaltado. 

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Na descida a primeira visão da Ilha de Santa Catarina (Florianópolis), bela visão da baixada do Maciambú. 

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Vista da Lagoa do Coração. 

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Descemos, passamos pelo Município de Paulo Lopes, conhecido como 3º Polo do Mundo.
Parada estratégica no mini mercado da Dona Rose, filha do seu Didi, nos atendeu com um largo sorriso. 
para fugir da BR 101, pegamos a estrada da Sorocaba, até chegar na entrada obrigatória da Br. Pedalamos 1 km na contra mão até o retorno, depois mais 2 km, com a impressionante vento dos caminhões fazendo a bike andar muito mais. 
Logo após a ponte que divide Paulo Lopes de Palhoça, saímos da BR, pegamos uma bela estrada que serpenteia o Rio da Madre, mais uma vez a força acabou, hora de parar para um lanche. 
Uma pausa é mais importante que andar devagar, uma sombra de uma porteira, ajudou a refrescar. 
Morretes, um retão de barrão, eu acelerei, me deu um gás, acho que foi a paçoca, acelerei cada vez mais, só parei as margens da BR. 
Uma ciclovia passa despercebida, mais um pequeno trecho de 500 metros de BR até a ponte sobre o Rio Maciambú, atravessamos, passamos a porte na contra mão.

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Passamos a bike pro lado de dentro do guard rail, uma trilha estreita com 8 passarelas mal feitas, buracos, mas chegamos no topo, na aldeia indígena. 
Uma moça indígena com uma sacola, refrigerante e salgadinho, triste...

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Descemos os 300 metros obrigatórios de Br, os demais podem ser trocados. 
Era o pior trecho, sem acostamento, logo chega a entrada para a Enseada do Brito, como eu estava sem agua, fui até na praça, na casa do historiador Penhinha, penar por um copo de agua gelada, pena, o Peninha não teve pena e partiu, antes de eu chegar já sem penas...

“Pararepipedei” na bela e histórica Enseada, logo vem a Praia de Fora e o Pontal, após o Furadinho, mais 300 metros de BR, na marginal, ali marginalizada uma ciclovia.
Ufa, chegamos em Palhoça! O Osni foi relembrando as cada dos familiares onde ele passou algum tempo da vida. 

Logo chega São José, a Beira Mar, lotada, começou a dar pavor de multidão, era gente entrando e saindo de todos os lados, acelerei pra fugir, depois de 4 dias solitário.

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Chega Floripa, passamos a ponte, Beira Mar, despedida, subi o morro da Lagoa, a lua cheia se espelhava na lagoa, a bela lagoa!

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“CHEGUEMO”!!!

Obrigado aos amigos que acompanharam ao vivo!!!

Obrigado pela parceria e pela amizade Osni!!!

MARÇO 2020 - VÔLEI E CRUZEIRO NO CARIBE

MARÇO 2020 - VÔLEI E CRUZEIRO NO CARIBE

Republica Dominicana + Ilha Catalina + Tortola +  St. Maarten + Martinica + Guadalupe

Mensagem para as meninas do VÔLEI MASTER

Meu nome é Marcos Pinheiro, tenho formação em Educação Física pela UFSC, natural de Florianópolis.

Desde 2007, realizo viagens com grupos de esporte, inicialmente ligados a natação.
Já fiz 40 viagens com grupos, por mais de 70 países, já estive em 81 países.

Antes dessa viagem tenho mais três viagens.

Minha mulher, Léia, apaixonada por vôlei, me motivou a montar essa viagem.

A ideia é passar momentos agradáveis em uma bela viagem pela Republica Dominicana,
jogando vôlei nas belas praias do Caribe durante as paradas do Cruzeiro.
Fazer um torneio de trios ou quartetos na quadra do navio, dependendo do tamanho da quadra.

Estou em contato com os amigos da Dominicana para marcamos amistosos com times de Vôlei Master de lá,

ESTA 99% DE FAZER UM MINI TORNEIO COM DUAS EQUIPES DA DOMINICANA E MAIS DUAS OU MAIS EQUIPES FORMADAS PELAS VIAJANTES.

Após nossa passagem de três dias pela Dominicana, embarcaremos em um cruzeiro,
o navio faz um belo roteiro por espetaculares ilhas caribenhas.

No cruzeiro está incluído todas as refeições, não está incluído suco no almoço e na janta.
Eu fiz essa viagem em março de 2018, facilitando os ajustes e reconhecimento do roteiro.
Somente a Ilha Tortola, será novidade pra mim.

Os passeios do cruzeiro são caros, mas nós vamos buscar passeios alternativos, que custam muito menos, média de 15 dólares.

O hotel que ficaremos, é um pequeno e simpático hotel 3 estrelas, com uma piscina no terraço, com uma bela vista para o pôr-do-sol, com café da manhã incluído.

A 10 minutos caminhando está uma bela praia caribenha.

Próximo ao hotel estão lojinhas e restaurantes, alguns já testados e aprovados.

É uma viagem tranquila e segura, é possível levar crianças e pessoas mais idade.

Podemos fazer um torneio de Tranca \ Buraco.

No navio tem uma programação para crianças.

Estou a disposição para maiores esclarecimentos.

Para as equipes do litoral de Santa Catarina, eu posso fazer uma visita, conversar sobre a viagem pessoalmente.

Não necessariamente precisa ir o time inteiro, podemos fazer equipes mescladas.

Os voos podem sair de Porto Alegre, São Paulo, saida do Rio de Janeiro dob consulta. 

Quem é se Santa Catarina, podemos compartilhar carros, dividir combustível e estacionamento, e voar de Porto Alegre.

Previsão da compra das primeiras passagens e o cruzeiro, em agosto de 2019.

São 28 lugares.

Sobre pagamento:

O cruzeiro e a passagem podem ser pagos no cartão de credito, cruzeiro em 10 vezes e a passagem em 5 vezes.

O restante, pode ser pago através de depósitos bancários até a data da viagem.

Documentos necessários:
Passaporte com validade maior que 6 meses.
Vacina contra febre amarela.
Eu oriento como fazer os dois.
Levar 400 dólares e 100 euros.

Deixo um abraço.

Boas defesas e ataques!!!

ACREDITA!!!!

Marcos Pinheiro
Professor e Viajante

 

 

Foto do grupo de natação que fez essa viagem em março de 2019 - Nome do grupo - K D o LIto (Litro) - TOPZERA

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Confirmados:
1 - Raul - Armação - FLN  (cabine 5) 
2 - Dolores - Campeche - FLN
  (cabine 2)     
3 - Beth - Trindade - FLN
  (cabine 2) 
4 - Aglair - Canasvieira - FLN  (cabine 4) 
5 - Lombardi - Schoeder - SC (cabine 5)
6 - Talita - Florianópolis - SC (cabine 3) 
7 - Manuela - Florianópolis - SC (cabine 3) 
8 - Mauro - Florianópolis - SC (cabine 3) 
9 - Lais - Porto Alegre - RS (cabine 4) 
10 - Silmara - Joaçaba - SC (cabine 4)
11 - Carla - Floripa - SC (cabine 6)
12 - Nina - Floripa - SC (cabine 6)
13 - Léia - Floripa - SC (cabine 1)
14 - Marcos - Florianópolis - SC (cabine 1)  

Interessados:

15 - Rafael - Florianópolis - SC (7anos)             
16 - Arthur - Florianópolis - SC   (5 anos)            
17 - Maria Florianópolis - SC     
15 - Alécio Florianópolis - SC 
16 - Auda Maria - Belo Horizonte - MG 
17 - Helena - Porto Alegre - RS 
18 - Lourdes - Porto Alegre - RS 
19 - Janaina - Porto Alegre - RS  
20 - Luciane - Florianópolis - SC
21 -Joi - Florianópolis - SC   
22 - Eli - Florianópolis - SC
23 - LIma - Florianópolis - SC
24 - Marcelo - Belo Horizonte - MG
25 - Michele - Belo Horizonte - MG
26 - Isabel - Guaramirim - SC  
27 - Emira - Joinville - SC  
28 - Cele - Cardoba - AR 
29 - Seba - Cardoba - AR 
30 - Patrício - Florianópolis - SC
31 - Regina - Florianópolis - SC
32 - Batista - Florianópolis - SC
33 - Ana - Florianópolis - SC
34 - Bernardo - Florianópolis - SC 10 anos 
35 - Renato - Florianópolis - SC 
36 - Renata - Florianópolis - SC  
37 - Gabriela - Florianópolis - SC  15 anos
38 - Roberta - Florianópolis - SC 



ROTEIRO 

Dia 0 – 5 de março (quinta) – Embarque para São Paulo\Porto Alegre
Quem sai de Florianópolis, vamos compartilhar caronas de carro até Porto Alegre.
Estadia em Porto Alegre (não incluido, vamos sugerir um hotel).

Dia 1 – 6 de março (sexta) – Embarque para São Paulo\Porto Alegre
Apresentação as 3h30, embarque em Porto Alegre as 6h20, são 5h de voo até uma escala de 55m,
reembarque as 10h15, chegada as 16h15.

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Estadia 1 em Bayahibe 

Dia 2 – 7 de março(sábado)  Bayahibe Ou Ilha Saona
Dia de praia 

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Estadia 2 em Bayahibe 

Dia 3 – 8 de março (domingo) - Boca Chica - Praia -  Torneio de Volei em Santo Domingo 
Saída as 7 da manha, 1,30 horas de viagem. 
Passamos a manha em Boca Chica, relaxar na praia e aquecendo na praia.

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Boca Chica Beach water

Almoço em restaurante de comida tipica (criolla)

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A tarde a noite, vamos participar de um torneio com duas equipes da republica dominicana. 

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Esse é a foto do ginasio de Santo Domingo, vamos sonhar com a possibilidade de jogar ali.
Estou aguardando fotos das equipes dominicanas.

Estadia 3 em Bayahibe  

Dia 4 - 9 de março (segunda) – Bayahibe - La Romana 
Vamos para a praia.
As 13horas vamos para La Romana, passeamos pela cidade, almoçamos.
As 16 horas vamos para o Porto, as 17 embarcamos no navio. 

CarnaRock acontece a bordo do navio Costa Pacifica

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A primeira noite, o navio fica no porto. 

Estadia 1 no Navio.

 Dia 5 - 10 de março(terça) – La Romana – Ilha Catalina 
Saída 7h00  chegada as 9h00 na Ilha Catalina (Rep. Dominicana) 

Catalina Island Dominican Republic

Desembarcamos com pequenas embarcações.
Podemos nadar e mergulher na ilha. 
Aulas de natação para iniciantes. 
Passamos o dia na ilha, amoçoamos na ilha, agua incluida, sucos e outras bebidas podem ser compradas pagas com cartão do navio. 
Voltamos para o navio as 16h.

Vamos começar a distribuir os times no torneio de trio dentro do navio. 

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Estadia 2 no Navio em alto mar.
 

Dia 6 – 11 de março(quarta) – Tortola 
Desembarcamos as 10h 

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Voltamos pro navio as 19h

 Dia 7 – 12 de março (quinta) – St. Maarten (Metade Francesa - Metade Holandesa)

As 8h30 desembarcmaos do navio. 
Podemos ir primeiro para a Ilha de Pinel.

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Na volta, passamos pelo Fort St Louis em Marigot.

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Vamos para Maho Beach, a praia que os aviões passam por cima de nossas cabeças!!!

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As 15h00 voltamos, paramos na cidade de Phillipsburg para compras. 
As 16h embarcamos.
Saída 17h00 

Dia 8 – 13 de março(sexta) Fort de France (Martinica) 

Chegada 9h00

Vamos para a praia.

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Depois da praia, vamos para o centro fazer compras.

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Saída 20h00  

Dia 9 – 14 de março (sábado) Guadalupe
Chegada 8h00 

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Saída 19h00  

Dia 10 – 15 de março (domingo) - Navegação 

Atividades no navio 

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Finais do campeonato de trio. 

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Dia 11 – 16 de março (segunda) - La Romana (Rep. Dominicana)
 
Chegada 7:30 – Desembarque 8h00

La Romana Cruise Terminal

Vamos direto para o Aeroporto.
Embarque as 17h05, viagem de 5h, espera de 2h, reembarque as 22h10

Dia 0 - 17 de março(terça)
Chegada em Porto Alegre as 5h30
Em São paulo as 5h20

Valor aproximado da viagem R$  8.900,00 - (Esse valor será confirmado quando juntarmos todo o grupo para comprar a passagem!!!)
Esse valor é por pessoa em cabines duplas no navio.

O que está incluído: 
- Passagem Porto Alegre ou São Paulo – Republica Dominicana
- Passagem Republica Dominicana – Porto Alegre ou São Paulo 
- Transporte do Aeroporto para o hotel
- 3 noites em Bayaibe em hotel 3 estrelas com café da manha. (Republica Dominicana)
- Viagem para Santo Domingo
- Transporte do hotel para o navio
- 7 noites no navio com comida e água incluída, suco no café da manha (nem no almoço nem no jantar tem suco)
- Transporte do hotel para o Aeroporto.
- Condutor falando, ingles, espanhol desde a saída do Brasil
- Auxilio da inscrição da Travessia

O que não esta incluido:
- Gastoas individuais - cada pessoa deve levar 400 dolares + 100 euros 
- Visto da Republica Dominicana - 30 dolares pagos no dezembarque final do navio. 
- Preço medios dar refeições 10 dolares

Os interessados entrem em contato.

Marcos Pinheiro 
48 99962 3748 (zap)
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MAIO 2019 - Travessia na Guatemala + Belize + Travessia em Cancun (40ª Viagem)

Diário de bordo - ROTA MAIA 2019

TORTILHA Y JAMAICA

 

Dia 0 – 14 de maio, terça feira – Viagem de nossas cidades para São Paulo
Sim, um dia tranqüilo, afinal, ir para o aeroporto, pegar um vôo para de Floripa para São Paulo, tínhamos muito tempo, nosso vôo sairia somente as 6h55 minutos do dia 15 de maio, eram somente 16h45 do dia 14.
Eu sempre aviso aos viajantes para não pegar o ultimo vôo de suas cidades da mesma companhia para onde vamos pegar o vôo internacional.
Portanto, nada poderá nos acontecer...

Eu e Léia, fizemos uma breve parada na padaria do Joca, próximo ao aeroporto, onde seis pães de queijo, custam o mesmo que um pão de queijo no aeroporto...
Comprei uns quitutes para levar na viagem, seguimos para o aeroporto.
No momentos que estacionávamos o carro, mensagem da Aglair, nosso vôo foi cancelado!
Algo, esta muito errado, quando entro no aeroporto uma fila imensa no cheking da gol, Aglair e sua filha Maria na fila, fui em direção ao funcionário da gol.
Ele disse que foram cancelados todos os vôos com saída no aeroporto até amanha as 6 da manha, e que nós tínhamos que ficar na fila para ver outro vôo ou pedir reembolso, rapidamente comentei com ele que, se ficássemos na fila, perderíamos qualquer possibilidade de pegar nosso vôo em São Paulo.
Decidimos que nosso destino seria seguir para o norte de carro, pra qualquer destino ao norte!

O vento que fazia “os avião nun avua”, levou o tiket de estacionamento do kalin, filho da Aglair, onde também estavam a bordo, Maria, Taciele e Valdinei.
Procuraram por boa parte do estacionamento, acharam boiando feliz em uma poça dagua.
A caminhonete do Valdinei, seria nossa viatura sentido norte.
O primeiro obstáculo será de 3 metros de altura, Valdinei teve que escalar o portão da própria casa, não que ele tenha altura pra isso, mas ele tem habilidade!
A caminhonete estava outro bairro de Floripa, tudo certo, saímos!
Recebemos uma ligação da Léia, a tampa traseira da caminhonete abriu, caiu minha mochila,
por muita e muita sorte a Léia, viu!!!!!
Voltamos, resgatamos, seguimos, primeira fila no Morro da Serrinha!
Cruzamos o Morro da Cruz, chegamos a Avenida Mauro Ramos, ai começa um serpenteio para fugir dos muitos engarrafamentos, na pior hora possível para sair da Ilha de Santa Catarina.
Depois de mais um tour pelos bairros, Capoeiras, Monte Cristo, Procasa, Jardim Atlântico e Barreiros, chegamos a BR 101.
Como um carro de formula 1, na ultima volta na liderança, não poderíamos errar nada!!!!
Tentamos sem sucesso ligar para o numero indicado da companhia.
BR 101 limpa, com pista molhada, cruzamos os municípios sentido norte, São José, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Tijucas, Porto Belo, a moça do pedágio, parece que sabia da nossa pressa, foi muito rápida no troco.

Alguns motoristas não sabem que a pista da esquerda é de rolamento, que eles tem que deixar passar quem esta atrás, independente da velocidade, esta no código de transito brasileiro, artigos 29 e 30.
Sob pena de uma Infração média; pena de multa, R$ 130,16 e 4 pontos na CNH.

Itapema, Balneário Camboriu, Itajaí, já divisa com Navegantes.
Faltando apenas três kms para chegar na ponte, o transito para, já comecei a pensar como chegaríamos em Navegantes que não pelo BR.
Andou, saímos da BR, transito lento, obras na pista já em Navegantes.
Combinamos que no aeroporto, eu correria pra dentro do terminal Aglair ficaria na porta e Valdinei dentro do carro, para não perdermos tempo, caso não desse certo.
Chegamos, corri, cheguei no balcão vazio.
- Eu estava fechando, disse a moça, são 20h25, eu cheguei as 20h24m59s!
Rapidamente expliquei a situação pra moça, ela disse:
- Não! Vocês tem que voltar em Floripa e resolver lá a situação...

EU RI POR DENTRO E PENSEI, VAMOS ENTRAR NESSE AVIÃO!!!!

Moça, acho que você não entendeu a gravidade da situação, vamos perder o vôo internacional se não entrarmos nesse avião, eu disse, calmo ainda para a moça!
Ah, vou falar com nossa supervisora disse ela!
Voltou já com um sorriso meio amarelo, meio aliviado, dizendo que a coordenadora estava no telefone com floripa e que daria certo a manobra.
Aglair avisou o Valdinei que foi no estacionamento e o rapaz parecia que já sabia e fez tudo muito rápido.
Vantagem de viajar somente com bagagem de mão, em poucos minutos estamos com o cartão de embarque na mão!!!
SIM PARA IR ADIANTE NA VIDA, TEMOS QUE ROMPER BARREIRAS, IR ALEM, AS VEZES REGRAS, ACREDITAR!!!

Obrigados os amigos que estavam acompanhando ao vivo a situação, alem de não duvidar, deram muito apoio e pediram nossa proteção os seus protetores.

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Chegamos bem em São Paulo, já encontramos os primeiros viajantes!!!


Dia 1 – 15 de maio, quarta feira – Brasil – Guatemala
Apresentação as 3h, embarque as 6h55 em São Paulo.

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Escala as 10h40 em Bogotá, um atraso na saída de são Paulo, deixou nossa conexão bem apertada, deu tudo certo, por volta de as 14h40 estávamos na Cidade da Guatemala.
Um cartaz indicava nosso motorista, Rodolfo simpático e falante.
Já na saída do aeroporto, uma aula de Guatemala.
Ele, ex militar Rodolfo seguiu os conselhos da mãe e abandonou as forças armadas, depois de sucessivas intempéries guatemaltecas.
Ele comentou que sofreram anos com muitas guerras e guerrilhas.
Primeiro foram as guerrilhas de esquerda, com o fim da guerra e de posse das armas, alguns bandos começaram a seqüestrar, depois assaltos a banco, agora milícias.
Eu esqueci de dizer pra ele que a próxima situação é a explosão de caixa eletrônico...

Políticos mau intencionados e povo com baixa escolaridade, receita certa para um descaminho..

A eleição pra presidente acontece em junho, segundo ele a líder das pesquisas, uma ex guerrilheira de esquerda, é a líder das pesquisas, dizem ser parecida com o gato de botas.
Será eleita por ser a mais experiente, mesmo com problemas na justiça.
Ela chegou a se divorciar do marido que já tinha sido presidente e não poderia legalmente  ser candidata....

Acho que conheço esse filme...

Chegamos a Antigua, a bela pousada com jardim central agradou a todos.

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Após trocarmos dinheiro, procuramos um restaurante, entre tantos belos restaurante, luzes, musicas, drinques especiais...
Escolhemos o Restaurante do José, provavelmente o mais feinho de Antigua.
A simpática Ana, exibia feliz seus dentes reparados com ouro, como muitos guatemaltecos.
Recebeu nosso pedido e saiu pela noite de Antigua.
Volta com nossos bifes!!!
Foi para a cozinha, o dono do restaurante nos serviu, o suco que estava no menu, flor de Jamaica, uma mistura de chá e suco.
Vieram os pratos regados a tortilha e Jamaica, comi uma excelente comida.
Ana, voltou para cobrar a conta, mereceu uma boa gorjeta!!!

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Dia 2 – 16 de maio quinta feira - Antigua – Chichicastenango - Lago Atitlan - Antigua
Rodolfo nos esperava para o passeio, no caminho uma espetacular parada para o café da manha em um grande e belo empreendimento, uma bela construção com moveis de madeira bruta. Um café típico chapin...
Chapin, apelido dado aos guatemaltecos, segundo Rodolfo, chapin era o nome das bota dos invasores espanhóis, que amassavam os guatemaltecos como mato!
Era um apelido depreciativo, como muitos, foi incorporado e eles se reconhecem como Chapines, como os Ticos na Costa Rica e Guanacos em El Salvador.

Chichicastenango, a mais autentica das cidades Maia, eram nosso destino.
Um guia nos esperava no estacionamento, acertamos e nos acompanhou em um tour pela cidade.
Passamos pela feira, onde, alem de artesanato, frutas, velas, ervas, servem comida também.
Foi avisado que não perguntássemos o preço para as moças que caminham junto com os turistas oferecendo tecidos. Um dos colegas, cometeu o sacrilégio da pergunta...
A moça, praticamente casou com ele, olhando até com olhares apaixonados...

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A igreja, atração principal de Chichi, como era carinhosamente chamada, era impressionante, o sincretismo religioso chegou ao seu ponto máximo, com cerimônias católicas e maias.

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A imagem do cemitério, com tumbas coloridas e um enterro.

As velas enfileiradas, vermelhas e branca deixaram todas as pinturas escurecidas, são muitas velas e defumações.
Após comprinhas, seguimos para Panacachel, na saída da cidade, um espetáculo de sujeira extrema, quem usava Chichicastenango para comprar e trocar mercadorias, jogava todo o lixo pelas janelas dos ônibus.

Uma descida impressionante e perigosa nos levava até as margens do lago Atitlan.
Sentamos a margem do lago, em um restaurante, três dos colegas foram nadar, nos 24 graus de temperatura.

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Breve e agradável passagem pelo mais profundo da America Central, com 340 metros.
Dormimos cedo para acordar na madruga.

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Dia 3 - 17 de maio, sexta feira – Antigua – Rio Dulce - Flores
As 3 horas, Rodolfo, nos esperava para nossa maior viagem terrestre, eram 517 kms, não medidos em kms, mas sim em horas, previsão de 12 horas!
As outras vezes que eu fiz esse percurso, um deles foi com ônibus noturno e outros dois de avião,  por isso, para mim também, tudo novo!
Aproximo a cidade de Santa Cruz de Rio Hondo, no Departamento(estados) de Zacapa, um dos 22 da Guatemala, um mega engarrafamento, por conta de um asfaltamento novo.
Depois de mais de 20 minutos dentro do carro, descemos e caminhamos na margem da rodovia como imigrantes “indocumentados” sentido o “sonho” norte americano...

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Uma caminhada longa, anda o engarrafamento e passa a van, com um dos viajantes viajando e sonhando de boca aberta...

Mais uma grande sugestão do nosso motorista, um hotel que serve café da manha.

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Mais viagem pela frente, chegamos por volta de meio dia em Rio Dulce.
O motorista já tinha articulado, um barco nos esperava para levar a Finca Paraiso, uma fazenda com uma cachoeira de água quente.
O barco sai do Rio, passa embaixo da ponte, pelo castelo San Felipe, e entra no Lago Izabal.
São 30 minutos de navegação até a margem do lago, a comida, cara, desistimos de comer ali.

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Uma caminhonete nos levou, na carroceria, por estradas rurais, até o inicio de uma trilha.

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No começo, o que vimos não era convidativo, cheiro de enxofre, esgoto?

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Uma aldeia indígena, jogava esgoto no rio, porcos, crianças, se divertindo no rio.

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Dois senhores nos acompanharam até a cachoeira, sem nome até nossa chegada!
Impressionante, uma cachoeira de água quente, uma ocorrência geológica rara.

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Uma pequena queda de água fria, pressionada por uma grande queda de água quente.
Deve cair por volta de 80 graus, não dava pra fica diretamente embaixo, parecia que arrancaria o couro...

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Embaixo da queda, uma pequena caverna que formava uma sauna natural.
Na areia surge um olho dagua também de água quente.
Parecia sim, uma recompensa por termos deixado...

O acaso vai nos proteger, enquanto eu andar distraído...
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Lembrado muito bem pelo colega...

Assis, batizou a cachoeira.
A partir do dia 18 de maio de 2019, a cachoeira de água quente na Finca Paraiso, tem o nome de CACHOEIRA DE SÃO SEVERINO!!!

Pelo menos pra nós!!! Rsrs

A volta veio com uma sensação de recompensa!
Uma viagem longa, algum desconforto, valeu a pena!!!
Muitas pessoas, não conseguem deixar chegar até a hora da recompensa,
desistem antes!!!

Uma breve parada em um “fastfood” guatemalteco, com frango, asas, coxas e até moela bem temperada eu comi, era caganeira na certa, mas estava uma delicia...
Ah Sil, desculpa, essa palavras não poderia ter falado....
O ultimo trecho da longa viagem, a noite chegamos a bela cidade de Flores.

Descobrimos um lugar pra comer tortilha e Jamaica, bom, bonito e batato!
Eu e o Valdinei, nos atracamos nos kitutes na beira do lago!

Dia 4 - 18 de maio, Sábado - Flores
Café da manha com vista para o Lago Peten.
Uma caminhada, cruzamos a ponte até a cidade de Santa Helena, mais de uma cidade gêmea, é uma cidade que politicamente é junta com flores.
Tentamos simplesmente trocar dólares por “quetzales” no Banrural, mas, parecia uma investigação procurando dólares falsos, ficamos mais de 30 minutos filas, papeis e sistemas,
desistimos, fica a historia.
O grupo foi para a impressionante Tikal, o maior de todas as terras maias.

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Eu segui com Jaime, acompanhando durante os tramites da Travessia, Marinha, Bombeiros, prefeitura, eu sem pressão.

Uma pizza quadrada no excelente Restaurante Raices.

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Dia 5 - 19 de maio, domingo – Travessia do Lago Peten.  
Chegou o dia, um dos dias, A PRIMEIRA TRAVESSIA!!!
Assis salvou nosso “desayuno” com uma banana pra cada um, comprada na noite anterior.
Em poucos minutos estávamos no local da prova, entraram todos os nadadores em pequenos barcos e seguimos para San Andres, cidade do outro lado do Lago, local de largada.
Preferimos contratar um barco só para nós, assim eu poderia cuidar de todos e ter mais liberdade para fotografar.

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Música, rainha da cidade, discurso e hino nacional, marcaram a cerimônia.
O foco principal foi a preservação do Lago Peten Itza.

Deu a largada, o pior trecho do revezamento “me toco a mi”.
Enfrentando marola e vento, “soltando uns peido fedorento”,  como diz a música dos Manonas Assassinas.
Água a 31 graus, passava um pouco do ponto, ideal entre 25 e 28.
No revezamento, entreguei para a Chica em primeiro, não enxergávamos o segundo lugar...
Chica fez 3 ultrapassagens...
Os três colegas que faziam o 5 km estavam bem, Emerson e Silmara bem próximos, Valdinei, mais na frente.
A bela passagem entre o Assis e Láis marcaram nosso revezamento.

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Fim da prova em uma escadaria na Ilha de Flores.
Aproveitei para fazer doações de óculos arrecadados pelos amigos de Porto Alegre, Blessane e Evaldo.



Deu tempo para ir ao hotel e voltar para a premiação.
Colocaram a bandeira do Brasil no pódium, fomos tratados como celebridades!!!
Falei no microfone que a prova tem muiiiito potencial, eles tem todas as condições de transformar em um evento internacional.
Valdinei em primeiro na categoria, Emerson em segundo, Silmara em primeiro da categoria e terceiro no geral.
No revezamento ficamos em primeiro!!!

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Só tinha um.....

As festividades acabaram em um almoço para os nadadores no belo Restaurante Raices!

Voltamos da Guatemala com mais amigos no coração!

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No final uma moça veio me agradecer por termos escolhido, entre tantas prova no mundo, participar do evento deles! Emocionante!

OBRIGADO AMIGOS GUATEMALTECOS!!!! Jaime, Kalin, Mynor, Piti, Yasmin!!!

Pedro, irmão do amigo Jaime, foi nosso ultimo condutor em terras Chapines.
Ele nos deixou literalmente encima da ponte que separa Guatemala e Belize.

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Alias, os dois países votaram em um plebiscito para que a antiga disputa de terra entre eles, vá para o tribunal internacional em Haia, na Holanda.
Guatemala reclama que grande parte do território belizenho era seu.
Provavelmente o mapa da América Central vai mudar, pelo que parece Guatemala tem razão.
Na entrada de Belize, fui chamado a uma salinha, me lembrou a viagem para a África. 
Uma moça bonita com cara de braba me perguntou de eu era o responsável pelo grupo e se eu tinha comprovação da hospedagem.
Após tudo esclarecido, fomos liberados para entrar em Belize.

Nosso próximo condutor, Andrew, um simpático belizenho, descendente de mexicanos com cara de alemão, nos levou até San Ignacio, foram apenas 30 minutos de viagem.
San Ignacio, como tudo em Belize, uma pequena cidade.

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Hotel simpático bem no centro da cidade, escolhi os melhores quartos do hotel.
Os donos tem outro hotel, oferecem a piscina para os hospedes, foi nosso destino, relax total na piscina do hotel Venus!

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Rodamos a cidade procurando um restaurante, encontramos arroz com feijão a poucos metros do hotel.

Dia 6 - 20 de maio, segunda feira – San Ignacio – Belize – Chetumal - México
O pessoa do hotel foi gentil, fez um café pra nos as 5h30 da manha.
As 6h15 partimos, o motora, um galego (no sul do Brasil, chamamos loiro de galego), cabelo comprido, todo agitado. Logo no começo, mostrou que queria chegar rápido!
Uma breve passada pela capital Belmopan.
A primeira vez que estive na capital foi em 2006, era uma pequena vila, apesar de ser ainda uma cidade bem pequena, a evolução é impressionante.
O motorista passou no hospital levar algo para a esposa que estava internada, compramos bolinhos de carne apimentados.

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Mais um pouco a frente esta Belize City, a maior cidade do pais.
Um engarrafamento de 10 carros, levaram o motora a dizer que era hora de pico e que todos loucos por dinheiro em Belize city, e que segunda feira era muito engarrafamento. 

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Um breve reconhecimento em Belize City e seguimos viagem para a fronteira.
O único motora que não mereceu propina...

Na fronteira, eles não aceitaram os papeis que nos deram na outra fronteira, nos deram outros para preencher, entramos em México, arriba!!!!
Uma grande evolução do lado mexicano, muitos prédios em uma zona franca. 
Edgar, o falante mexicano nos levaria pra adiante!
Na aduana mexicana, algumas poucas perguntas, grupo de natação, tudo certo!

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Paramos em um lugar que fazia frango assado, paramos, mais de 100 frangos abertos inteiros.
Com quatro frangos nos fartamos, Edgar pagou porque não tínhamos pesos mexicanos., menos de 4 dólares por pessoa.

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Um barco para um passeio pela Laguna Bacalar, esse era nosso passeio.
Cenote negro, com 180 metros de profundidade, alias muita gente tem medo de lugares muito profundos, como se fosse muita diferença, 2 metros e 180 metros de profundidade para alguém que tem 1,70m de altura.
Dei a idéia de caminharmos, nadarmos, em volta da “Isla de La Pasion”, no começo foi muito bom, depois começou a enterrar a perna até a canela, até o joelho e até a coxa.
Em algum momento achamos que não conseguiríamos dar a volta, mas, aos poucos fomos nos adaptando a situação e conseguimos, claro que Assis, por ser peso pluma, levava vantagem sobre o peso pesado, ele atolava menos.

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Belo passeio.
Destino Playa del Carmen, com alguma dificuldade conseguimos encontrar nossas belas casas, piscina e campo de golf, mas exatamente o buraco 4.

Dia 7 - 21 de maio, terça feira – Playa del Carmen – Cozumel – Cirque du Soleil
A expectativa de Cozumel era grande, mas, foi a grande decepção.

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Um breve descanso em casa, destino Cirque Du Soleil.
A entrada já impressiona, pequeno estresse na chegada, tem que apresentar o cartão de credito foi comprado o ingresso, normas de segurança..

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Um teatro construído para o espetáculo, bem diferente de quando é em um ginásio improvisado, como relataram colegas que já foram.
Espetacular, emocionante, valeu cada esforço, cada centavo para estar ali, opinião unânime.

Na volta o simpático Sergio, parou em um mini mercado, compramos algo para comer, ele ofereceu para nos levar em casa, mas, o grupo, alguns do grupo disseram, pode dispensar, estamos perto de casa dentro do condomínio, o motorista achou estranho, mas foi.
Saímos do mercado e começamos a caminhar, caminhar, caminhar, eu sou “cavalo paraguaio”, começo na frente e vou ficando pra trás...
Mais de 40 minutos de caminhada e nada de encontrar nossa casa.
Eu achei o campo de golfe, achei que era perto de casa, entrei, uma escuridão só!
Caminhei e relaxei, até achar o buraco 12, depois o 13, ops, deu “pobrema”!
Voltei, encontrei um carro da segurança, disse que estava no Gardenia, buraco 4, eles me deram carona no carro da segurança, vi a cena de um dos vigilantes ensinando Frances pro outro, pena que não filmei...
Eu não poderia descer do carro em qualquer lugar, porque não poderia ser visto no carro de segurança pelas câmeras do condomínio, isso eles me disseram no final.
Acabei chegando em casa antes de todos!
O excesso de confiança as vezes nos derruba...
mais uma lição aprendida!
 

Dia 8 - 22 de maio - Playa del Carmen - Cancun
Viagem na direção de Cancun, desviamos o caminho para ChichenItza, as mais famosas pirâmides maia.
Nosso guia Emir, nos deu uma idéia de quanto inteligentes eram os mais, como arquitetos e astrônomos.

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O que mais impressionou foi o som do Quetzal, ave símbolo da Guatemala, feito com a palma da mão. Segundo Emir, engenheiros da NASA, fizeram um estudo e chegaram a conclusão que somente com algum objeto a 1000 metros de altura, eles conseguiriam ter tamanha precisão nas construção. Como construtores eu acho que os Incas eram melhores, os encaixes das pedras são mais perfeitos.
Visitamos os dois principais sítios arqueológicos maia.

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Uma parada para mergulhar no Cenote Ik Kil, o destaque para o mergulho mais "fake" da história, da C....

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Uma breve parada em Valladolid, com tempo para alguns colegas se perderem...
A “perdida” rendeu a janta da noite, tive que reverter a punição....
Chegamos a nossa ultima morada, um grande prédio de 3 andares, metade hotel, metade apartamentos para alugar.
O arquiteto que fez o prédio deveria estar ....
Mobilidade zero, para um cadeirante muita dificuldade, sair do elevador, obrigatório a descer um lance de escada, para subir em nosso apartamento mais escadas, mas, nós não tínhamos problemas de mobilidade, isso não incomodou.
O apartamento nos deixou muito bem acomodados, com dois quartos com banheiro separados do apartamento principal, com dois banheiros, um quarto e banheiro bem exagerados.
A vista e o vento do mar, valeu o “ingresso”.
Todos bem acomodados!
A janta, pilotada por Valdinei, Aglair, Silmara e Doris, feita com os alimentos comprados pelos “perdidos” em Valladolid.

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Dia 9 – 23 de maio, quinta feira – Cancun 

Pressa pra que, depois de uma linda viagem.
Vento, sol, praia, água azul Caribe!

Pela janela avistei um animal marinho, não era golfinho, não era leão marinho com a água quente daquele jeito, o que seria...

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Queríamos entrar mar a dentro, os guarda-vidas apitaram, disseram pra não seguimos adiante, conversei dizendo que eram nadadores, ele argumentou dizendo que se nos poderíamos encorajar outros banhistas, entendemos perfeitamente.
Caminhamos para a Playa Delfines, uma praia publica, como eles dizem.
Logo na chegada, avistei uma ocorrência de afogamento, chamei o amigo Valdinei, corremos na direção da ocorrência, podemos dar o amparo as pessoas que já estava na ocorrência.
Para esse tipo de atitude, tem que ter algum conhecimento, para não ser mais um a ser resgatado.

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O vento forte confundia a identificação das correntes de retorno, todos deveriam ter esse conhecimento.

Passear por Cancun, reconhecer o lugar da entrega de kits e do jantar de massas.
Parada na "frustrante" roda gigante. 

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Os ônibus urbanos são um perigoso show a parte, a velocidade é absurda, eles aceleram o máximo, a noite parecem uma casas de shows com neon pra todos os lados.
paramos no lugar mais agitado de Cancun, em frente ao Congo Bongo, o clube noturno mais animado da America Latina.

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Uma grande movimentação de norte americanos, acima do peso, mulheres de lingerie, cada um na sua, mas, bem esquisito...

Supermercado, compras, a diferença era absurda de comer fora e fazer comida, com 80 dolares compramos comida pra 9 pessoas, por 3 dias, só o café da manha onde estávamos era 20 dolares.

Na volta um violeiro cantava algumas musicas dentro de um dos “busão”, tudo ia bem até uma forte freada, evitando uma colisão, o violeiro torceu o pé, aparentemente quebrou a costela, e o pior, destruiu o violão, deu pena!
Ele, com dificuldade se levantou, tentou afinar o violão, ele não se deu conta do qual grave era a lesão do violão, pela tentativa de voltar a tocar, levou 100 pesos de gorjeta!!!

Chegamos em casa inteiros!!!


Dia 10 – 24 de maio, sexta feira – Cancun
O guarda-vida desvendou o mistério, o animal misterioso, era o tartarugo grudado na tartaruga tentando fazer tartaruguinhos...

Entrega de kits, um lindo lugar chamado Puerto Cancun, revi os amigos Abel e Rafael, organizadores do evento, curiosamente em momentos diferentes e separados, eles me disseram a mesma frase:
- Aqui o cara que me deu de presente a camiseta com o melhor tecido que já tive na vida!
Era uma camiseta de umas das provas que fizemos.

Encontramos alguns brasileiros entre eles o Carlos Marinoni do Clube Curitibano de Curitiba.  
Devidamente registrados, prontos pra nadar...

Ultimo compromisso, jantar de massas, no famoso Hard Rock café Cancun...
O ambiente era bonito, cheio de objetos de artistas famosos, guitarras, roupas.

O garçom mau humorado, sem paciência, o prato era único para atletas, a bebida não estava incluída.
Comida, demorou muitooooo, alem de pouco, sem graça e sem sabor, com o preço do suco, comemos toda a refeição no boteco do José, em Antigua na Guatemala, onde a simpática Ana, nos atendeu, comprou a carne, fez a deliciosa comida!

Qual você escolheria?

Em tempos de hoje, boa parte das pessoas escolheria o mais chique e mais “gramur”, do que uma boa comida e um ótimo atendimento.

Claro, os organizadores, não tem culpa, não imaginam que um lugar internacional vai servir uma comida #@&%$#....

Dia 11 - 25 de Maio (sábado) - Travessia
Chegou o dia, acordamos as 4 horas, entendemos que tinha um “desayuno” incluído, mas pelas duvidas tomamos café da manha.

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Playa Tortuga era nosso ponto de saída para cruzar o canal que separa Cancun e Islas Mujeres,
o sonho de muitos homens(não vou incluir aqui, “e de algumas mulheres porque não quero ser “politicamente chato\correto”), chegar na Ilha das Mulheres....
Um lindo passeio de 30 minutos vendo o fundo do incrível Azul Caribe!
Esperamos o desayuno, ele não chegou...
Largada dos 3800, foi a Silmara, algo estava estranho, logo após a passagem pelo trapiche\pier\deck, os nadadores ficavam parados, parecia uma correnteza...

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Depois fomos nós, era UMA CORRENTEZA!!!
E forte, não saímos do lugar, eu, não saia do lugar, como um bom “cavalo paraguaio”, larguei bem, olhei pra trás, muitossssssss, como eu nunca tinha visto.
Mas, parei, e eles foram passando, passando, a primeira bóia não chegava nunca...
Bem na esquina, boa, encontro com a Laís, pude ajudá-la a achar a segunda bóia.
Um homem em uma mulher, nadamos junto um tempo, na hora de cruzar a segunda bóia, eles estavam passando por dentro da bóia, não era com intenção de levar vantagem, mesmo porque, disputávamos os “cavalinhos do rebaixamento”...
Falei: - Ei é por ali, eles voltaram e passaram pela bóia corretamente, regra é regra!!!
Encontrei a á Silmara, nadamos juntos durante longos... 5 metros, ela chegando dos 3800 metros...
“Cheguemo”!!! Água, fruta, bebidas coloridas a disposição.
Mas, meu relaxamento não durou muito, um de nossos grandes nadadores, não havia chegado, ele nadou o 1600 metros e nada muito mais que eu!
Conversei com todo a segurança do evento, eles começaram a buscá-lo, por toda a Ilha das Mulheres, ai ai ai...
De longe, vi a braçada, um braço mais alto e outro mais baixo!
O melhor do humor nordestinos trouxe como sempre excelentes respostas:
- A inscrição era cara, decidi nadar o 3800 metros para valorizar a inscrição!
- Me perdi, decidi seguir o fluxo, mesmo que fosse o grupo que fazia o 3800....
Todos a bordo, missão cumprida!

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Chega a boa noticia, desayuno servido, ai a confusão, desayuno em espanhol é café da manha, foi servido um baita almoço, só com um detalhe que me fez lembrar do Amaro (nadador paralimpico que todos conhecem...) só poderia se servir uma vez...
Foi massa, Valdinei em primeiro, Teresa em segundo, Assis em segundo, Silma em segundo, Lais em primeiro, eu? Sobrevivi!!!

Dia 12 - 26 de maio(Domingo) - Cancun – 10 km
Pegamos mais um “busão” formula 1, tão rápido, que passou um pouco do ponto, literalmente, mas, como eles param em qualquer lugar, descemos poucos metros depois da Playa Caracol.
Uma grande e surpreendente movimentação de atletas, mais que nas provas de 1600k e 3800m, juntos.
Todos com bóias de segurança, item obrigatório.
Aproveito para sugerir que TODOS OS NADADORES DE AGUAS ABERTAS TENHAM E USEM UMA BOIA.
Incrível como em alguns eventos no Brasil, as bóias são proibidas, certamente gente que não sabe nada de Natação no Mar!!!!

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Emerson, viajante novato, que já tem seu lugar no grupo dos viajantes aptos a viajar para o sudeste asiático, viagem que será realizada somente com viajantes aprovados.
Largada, o ultimo a largar foi um nadador com o um cachorro!
Voltamos felizes! Uma bela viagem.
Obrigado aos parceiros que acreditaram e fizeram dessa viagem uma grande e tranqüila aventura:

Valdinei,  Assis, Laís, Aglair, Silmara, Teresa, Doris, Emerson.

 

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