OUTUBRO 2014 - ARUBA, CURAÇAU E PANAMÁ (18º VIAGEM)

OUTUBRO 2014 - ARUBA, CURAÇAU E PANAMÁ (18º VIAGEM)

Diário de Bordo – Viagem Curaçau, Aruba e Panamá.

Essa foi a primeira viagem para as pequenas Antilhas, mais próximas da América do Sul, deixamos portas abertas e muitos amigos, que nos receberão nas próximas viagens.

Participantes Assis e Elita de Fortaleza.
Renato e Ione de São Paulo.
Caroline e Camila de Porto Alegre.
Chrystian e Flavia de Rio das Ostras.
Eu Marcos Pinheiro e minha prima Roberta.

Dia 0 – 6 de outubro – segunda feira –

Viajamos de nossas cidades para São Paulo Eu e a Roberta, minha prima, saímos de casa na Lagoa da Conceição em Florianópolis, as 8h20, fizemos o que eu chamo de “atalho mais longe”, demos uma volta muito maior para chegar no aeroporto, mas essa volta nos faz chegar em menos tempo!
Um voo tranquilo até São Paulo, pegamos um taxi e fomos para o escritório do amigo Renato, companheiro da Viagem Caribe 2013 e Turquia 2014. Renato, pescador, mergulhador e nadador, colocou em seu aquário um tucunaré, para aprender com o comportamento do peixe, isso que eu posso chamar de uma pessoa detalhista!!!
Renato nos levou para comer em uma dos poucos mercados médios no Brasil, que não foi “TRAGADO”, pelas grandes redes!
Um mercado simpático, uma excelente comida, prato do dia, Virado a paulista!
O restante da tarde, ficamos em um oásis de tranquilidade no centro de São Paulo, o apartamento da família Takeyama!
Caminho a Guarulhos, básicas 3 horas de fila, o resultado final foi ótimo, tivemos bastante tempo pra conversar!
Logo na chegada encontramos as colegas de viagem, Caroline de Porto Alegre, companheira de muitas Travessias e da viagem Turquia 2013.
Também estava a Camila, marinheira de primeira viagem!!
O Assis, companheiro da viagem Caribe 2013, e sua esposa Elita, de Fortaleza chegaram em seguida, faltava encontramos os colegas que vinham do Rio de Janeiro, no Aeroporto do Panamá!

Um voo suave a tranquilo a bordo do Boieng 737 800, novinho em folha!!
Chegada no Panamá com um pouco de chuva, calor fora e um ar condicionado friozinho dentro do imenso aeroporto da Cidade do Panamá!
Conseguimos uma cadeira de rodas para a Roberta, que é deficiente, ela caminha, mas tínhamos que economizar forças!!
Encontramos o Chistyan e a Flavia, no portão 8A!!

2h

Outro voo sem movimento, desembarcamos em Curaçau!

Os primeiros dias de viagem são os mais “tensos”, o que tem que acontecer, acontece nesse dia. A moça da locadora, esqueceu, é, esqueceu de nos mandar a Van, que eu tinha alugado!
Eu e o Assis, pegamos um taxi e fomos para a empresa, resgatamos a Van seguimos para nosso hotel camarote, em Otrobanda. Nome do lado do canal que nós estamos, de um lado é Punda, de outro Otrobanda, é assim mesmo, parece português, outra banda!!!
Uma caminhada pela ponte móvel, muito inteligente!

Os vários desafios que eu lancei para os viajantes, ainda não foram desvendados:

– porque o “comandante do barco é triste”?
– Qual a tradução de pescador em Aruba?
– O que os feirantes que vem da Venezuela de Barco, que formam o mercado flutuante, levam (“contrabandeiam”) de volta pra Venezuela?
– Qual o nome certo, Bonaire ou Bonaire (bonér)?

Caminhamos pelo centro para almoçar. Fizemos uma tentativa de tomar um banho de mar em Caracas Bay, mas pegamos um grande engarrafamento, isso também existe em Curaçau, na verdade, a volta pra casa da população.
Chegamos a noite, não impediu o banho de mar!

Segredo: Os nativos da ilha dizem que essa praia tem tubarão…

Todos cansados, noite tranquila!!!

2º Dia – 8 de outubro – quarta feira – Curaçau

Acordei as 5 horas para levar os amigos Renato, Ione, Assis e Elita no Aeroporto, eles iram para Bonaire. No Aeroporto de Curaçau, esta escrito drop off, as pessoas educadamente deixam os passageiros e vão embora, ou deixam no estacionamento, perguntas:

– Porque que no Brasil não é assim, as pessoas abusão e deixam o carros, em lugar proibido, quando são multadas chamam de “indústria de multa”!!!

Na rodoviária da sua cidade, ou no aeroporto da sua cidade é igual em Florianópolis, ou igual a Curaçau?
Caso alguém diga que é igual a Curaçau, eu gostaria de conhecer esse povo educado!!!

Na verdade eu acho que descobri, é porque esta escrito em inglês!!

Atenção vamos mudar todas nossas placas para INGLES, para dropp off!!!

Tem mais uma coisa, como será o comportamento dos brasileiros fora do pais…?

Deixei os viajantes, não resisti, estacionei o carro, em lugar certo, claro, kk, voltei para deixa-los na “porta do avião”. Na volta, como gosto de explorar novos lugares, entrei em um lugar chamado Piscadera. Vi alguns casais dentro dos carros, deve vir dai o nome do lugar…. …. lugar de muito peixe…. Muitos casais com mais de 60 anos, tomando banho de mar as 6h30 horas da manha era outra característica da praia!!!
Achei que pode ser um bom lugar pra uma Travessia! Vamos fazer um test aqua drive!!!
Esqueci de comentar, nós vimos um “falso” eclipse da lua, vimos todas as fazes da lua em 10 minutos, se era uma nuvem, ele nos presenteou, OBRIGADO!!!!

Como o grupo é pequeno e estamos de carro próprio, fica mais fácil de mudar a programação. Decidimos tomar o rumo de Westpunt, um dos estremos da ilha, onde estão as mais belas praias, no caminho um providencial passada no mercado, isso nos faz economizar, passar um dia na praia sem gastar muito!
Eu primeiro levei os amigos na Kalki, a segunda mais bonita, uma praia pequena, com um restaurante e uma operadora de mergulho, escutei de todos:

– Não te perdoaremos jamais, por nos trazer em um lugar como esse…!

Era possível ver muitos peixes, aproveitamos para nadar um pouco para desenferrujar!!
Um pic-nic na beira da praia, foi a pedida do almoço!!!

A próxima praia é considerada uma das mais belas praias do mundo, Kenepa Grandi. Realizados com uma água de aquário, temperatura 26 graus, voltamos todos com a certeza que já valeu!!! Como dizia um amigo meu…

Eu costumo dizer que, sair de casa, que já 100 km, e voltar, já não somos mais as mesmas pessoas, o que vimos no caminho, as pessoas que encontramos, e o que ouvimos, nos faz voltar com mais experiência, e se as mensagens forem boas, ou, mesmo que não sejam, e nos podemos codifica-las, voltaremos pessoas melhores!!!
Para completar o passeio, um imperdível suco de melancia, com raspa de gelo!!!

Para o jantar, queríamos algo diferente, caminhamos pelo centro de Punda, o outro lado de Otrobanda. Um restaurante com nomes de pratos bem diferentes, apesar da aparecia duvidosa acabamos aportando. A holandesa dona do restaurante é casada com um Surinamês, ele era o cozinheiro. Apesar dos nomes das comidas, como exemplo, uma sobremesa tinha o nome de viadu, e da aparência do restaurante, a comida foi uma surpresa agradável, e por um preço justo!!!

Fechamos um dia intenso, com muita alegrias e descobertas, aguardamos as noticias dos amigos de Bonaire.

3º Dia – 9 de outubro – quinta feira – Curaçau

O dia é livre, o Chistyan e a Flavia saíram para dar uma corrida, eu a Caroline, Camila e Roberta, caminhamos pelo centro, em Punda! Fomos ao mercado flutuante, e cada um escolheu um lugar pra comer, mas Roberta voltou ao restaurante do Suriname, as outras duas meninas, foram ao mercado antigo, eu fui em um simpático restaurante chinês, eles fazer uma espécie de prato feito, escolhido pelo cliente!
A tarde voltei à empresa que nos alugou a van, encontrei a Suzana, neta de imigrantes da Ilha da Madeira, prima do proprietário. Ela me mostrou que não esqueceu de nós, deixou tudo avidado para os funcionários, eles não abriam a agenda….
Fui ao aeroporto, buscar os amigos que chegaram de Bonaire, todos com o sorriso na orelha!
Eu e a Roberta, saímos para caminhar pelo centro, encontramos a Carol e Camila, no meio da ponte, a ponte fechou para passar um navio, ficamos no meio da ponte sem pressa. Nosso destino foi uma barraquinha de batata frita holandesa, imperdível.

4º Dia – 10 de outubro – sexta feira – Curaçau

O Grupo se dividiu, Carol, Camila, Christyan e Flavia foram para a ilha de Klein Curaçau, uma pequena ilha de 2,5 km, que só tem uma choupana, um farol e uma casa abandonada. Os demais fomos para as praias, voltamos a Kalki, mergulhei com snorkel com o Renato, vimos muitos peixes. Uma breve passada por Kenepa Grande, dessa vez o sol intenso, ainda mais bonita!
Um barco que estava ancorado, parecia que estava flutuando, e não tocava o mar, palavras do Assis.
A praia estava lotada, a grande maioria dos frequentadores nativos da ilha.
Compramos alguns quitutes regionais, passamos por outras praias e paramos na Playa Lagoon, uma indicação da nadadora Thais, com sendo a melhor para el snorkel. O Renato entrou primeiro na agua, ele logo me chamou, como quem tinha visto algo muito diferente, pois o Rento é mergulhador e já mergulhou nos melhores lugares do mundo. Assim que cheguei perto do Renato, vi um cardume de lula (para quem não conhece um molusco, parente do polvo), o mais incrível era um animal marinho totalmente exótico. O bicho era um tubo de aproximadamente 1,2 metros, de cor roxa, um diâmetros de 20 centímetros, era totalmente maleável com uma agua viva, valeu o mergulho. A Thais tinha razão, o melhor lugar para mergulhar sem equipamento. Fui pesquisar e descobri que era muito raro….

http://www.materiaincognita.com.br/o-estranho-tubo-gelatinoso-que-vaga-pelos-oceanos/#.VEPiYrDF__F

Cansados e felizes voltamos para nossa casa em Otrobanda!
Encontramos a Carol, Camila, Chistyan e Flávia, voltaram queimados e fascinados de Klein Curaçau, ou a pequena Curaçau, nadaram vendo polvos e tartarugas.

5º Dia – 11 de outubro – sábado – Travessia em Curaçau \ Aruba

Nosso café atrasou um pouco, mas deu tempo, de chegar no local da Travessia, afinal, nosso grupo era o motivo da Travessia. Nos arrumamos rapidamente, assinamos o termo de responsabilidade, e logo entramos na agua, na praia de Janthiel, no que parecia ser um clube, em mais uma das belas praias de Curaçau. Subimos em uma plataforma, as 8h15 foi dada a largada, para o que pareciam ser intermináveis 2700 metros. Com poucos metros de prova, passamos por uma floresta de corais amarelos, alguns deles a um metro de profundidade. De longe víamos um prédio amarelo na beira no mar, era quase final da prova. Eu nadei todo o tempo ao lado da Flavia, que não tinha experiência e não estava treinando, foi pega no “susto” pra nadar. Eu tenho experiência, mas também não estava nadando!
Nos primeiros 200 metros deu vontade de desistir, confesso que não desisti, porque a Flavia certamente desistiria, depois comecei a me distrair com a vida marinha, e colocando objetivos um a um para serem ultrapassados.
Ainda com vontade de desistir, continuava incentivando a Flavia, esse incentivo claro, servia muito mais pra mim, que pra ela!!
Logo após a primeira ponta de terra, começou uma parte bem profunda, uma verdadeira imensidão azul. Nesse momento pensei muito no meu Filho Marcus Augusto e em minha mulher Léia!!!
Passou a imensidão, e com os bons pensamentos, a vontade de desistir foi desistindo!
Passamos a segunda ponta de terra, logo veio a primeira casa, o prédio amarelo foi engrandecendo, com o apoio do caiaqueiro Ryan, chegamos a metade da prova em 30 minutos. a Flavia me chamou atenção para um naufrágio, depois descobrimos que nós, por nadarmos mais perto da terra, fomos os únicos a ver o naufrágio.
Se por um lado o mar estava encarneirado (pequenas ondas fazendo espuma branca) por outro lado as ondas levavam pra frente, empurradas por um forte vento, eu em Curaçau, é sempre na mesma direção!

A Flavia foi ficando mais tranquila e foi me deixando pra traz. Quando estávamos bem próximo ao prédio amarelo, ela estava a 30 metros na minha frente, pra não ficar sozinho e deixa-la abrir muito, acelerei as braçadas, chegamos juntos na entrada de Mambo Beach, ela se perdeu na entrada, acabei ultrapassado. lembrei de palavras de um “famoso” filosofo contemporâneo chamado Leandro Beninca:

- TOCA – LE PAU NESSES BARCINHOS MARCO VÉIO!!!

Uma chegada festiva, os Curaçaleños ficaram muito felizes com nossa presença e participação, já esta marcada uma próxima edição para o dia 26 de setembro de 2014. Ficamos conhecendo os nadadores, mais proximamente a Anete e outro nadador, que não me vem o nome, a curiosidade que ele é nadador olímpico de 50 metros, e piloto da Insel air, quem sabe seja o piloto do voo que nos levará para Aruba hoje a noite!!!

Recebemos um belo certificado, e ficou na memoria e no coração esse compartilhamento com os simpáticos amigos de Curaçau!!!

Saímos 6, nadamos 6, chegamos 6!!!

 3h

Uma tarde desacelerada, com um almoço pelo centro, eu lembrei que a comida do chinês acabava rápido, foi mais cedo, a maioria dos amigos voltou ao restaurante de comida do Suriname, por indicação da Roberta. Voltamos ao hotel, pegamos nossas bagagens e seguimos caminho ao aeroporto, deixei os colegas e fui devolver a Van. Mais um voo tranquilo com a Inselair, uma pequena companhia que não tem aviões novos mas é excelente, em atendimento e pontualidade, quando vimos que o piloto era um homem com mais de 55 anos e a co-piloto era uma mulher, tínhamos a certeza que estaríamos em muito boas mãos!!!

Caminho do hotel a bordo de uma moderna van!

O hotel foi do agrado de todos!

6 º Dia – 12 de outubro – domingo – Travessia em Aruba

Dessa vez saímos cedo para chegar cedo em Savaneta, bairro aonde se realizaria a Travessia. Tudo estava sendo montado, fomos aos poucos conhecendo as pessoas e reencontrei Roly Bisslik, o mais famosos dos nadadores de Aruba, uma lenda. Ele tem 64 anos e quando tinha 38, atravessou os 30 km que separam a Venezuela de Aruba, para arrecadar fundos para a construção da piscina olímpica de Aruba, nada mais junto que a piscina leve seu nome!!
O povo de Aruba é muito simpático e nos recebeu tão bem quanto os deCuraçau!
Tudo foi montado, fizemos a inscrição, trocamos presentes, ficamos conhecendo todo os organizadores e muitos atletas, como o Emilio de 68 anos, médico de família, nasceu na Holanda e cresceu em Aruba, Armando outro holandês e Johnny, um médico cardiologista descendente de chineses, que nasceu no Suriname e mora em Aruba, eles nos disserram que Suriname, que tem 500 mil habitantes, esta crescendo muito, principalmente pela extração de ouro e do petróleo. Comentamos sobre uma prova de 18 km que eles tem no inicio de julho no Suriname, uma descida de rio de 18 km, equivalente a 10km, que sabe um dia aparecemos por lá!
Toda a narração do evento era feita em Papiamento, mas, com português e espanhol, dava pra entender 90%. A arbitra geral me deu o microfone para que eu desse as instruções em português, mais como curiosidade. Primeiros largaram as crianças até 12 anos para uma prova de 1km.
Em Aruba é lindo ver a mistura de todos os povos!
Pouco tempo antes da largada, uma cena me chamou a atenção, um navio petroleiro gigante estava a deriva (sem a força do motor e sem estar ancorado, com a força do vento), certamente algo estava errado, fui conversar com o Roly, ele disse que isso e proibido e que ele mora ali a 60 anos e nunca tinha visto. O percurso era em formato triangular, em um canal estreito formado por uma barreira de pedras que isolava um pouco a força do mar, não do vento. O vento soprava forte no sentido da segunda boia para a primeira. Eu fui nadar 2 km para fazer número na equipe brasileira, tão festejada pelos Arubianos, não nadava a 3 meses. Eu tinha 4 objetivos, completar o percurso de 2 mil metros, chegar junto com o Assis e a Carol na Primeira boia, chegar “liderando” até a terceira boia e chegar na “frente” do Renato.
Uma largada festiva, com o vento lateral até na primeira boia, cumpri meu primeiro objetivo, cruzei a primeira boia exatamente junto com o Assis e a Carol, a partir dai eu “liderava” com folga a prova. Um trajeto difícil até a segunda boia com vento contra, mas nadar em um aquário deixa tudo mais “plazentero”, ufa cruzei a segunda boia, agora será só “descida”, até o retorno, na linha de chegada. Nadei tranquilo, a poucos metros da chegada, fui ultrapassado por 3 atletas. Na passagem para a segunda volta, uma das colegas de viagem jogou uma garrafa de agua, que aliviou muito o forte gosto de agua salgada. A segunda volta além de já estar cansado, o vento apertou, nunca valeu tanto a farta fauna marinha para distrair, mais uma vez usei as referencia na terra pra ultrapassa-las uma a uma, primeiro uma casa em ruinas, depois um grupo de arvores e por ultimo um pequeno farol abandonado, nesse momento o Renato passa, parecia que tinha um motor de popa nos pés. Cruzei a boia, passei por um barco da guarda-costeira, e ultimas braçadas no Caribe!
Mais difíceis que em Curaçau.
Foi saldado pelos amigos e pelos novos amigos, senti que acabaram as forças, um descanso em uma cadeira, e uma comida feita pela mãe dos atletas que é vendida para arrecadar fundos para o Clube Aruba Dolphins, me recuperou!
Cumpri meus objetivos, entre eles chegar na frente do Renato. Já que ele continuava nadando para completar o 5 km….
Eu e a Carol, ganhamos medalhas na categoria, e o Renato, que tem 59 anos, ganhou além do primeiro na categoria dos 5 km, ficou em segundo no geral, ganhou um belo troféu, perdendo somente para o Campeão de Aruba um rapaz de aproximadamente 20 anos, que foi bi-campeão da prova no Suriname. Fui dar minha camisa ao Roly, ele me deu a dele, fizemos uma tradicional troca de camisas. Despedidas e certeza de voltar no próximo ano.
Caminhamos poucos metros e fomos almoçar no famoso restaurante Zeerover, a forma de servir é bem diferente, só descobrimos porque ficamos 10 minutos na mesa e ninguém veio nos servir, nos informaram que teríamos que ir na frente do restaurante, escolher a quantidade de peixe e camarão que queríamos comer. Uma janela na frente do restaurante, uma moça juntava em um saco plástico o peixe e camarão, isso era colocado em uma bacia plástica e levado a cozinha que ficava ao ar livre. Os peixes eram capturados ali mesmo na comunidade, por isso eram sempre frescos. Rapidamente chegou o prato de cada um, dourado e camarão por um preço justo e delicioso!
O restante da comida como casca de camarão, eram jogados ao mar, e rapidamente devorados por uma dezena de espécies diferentes de peixes.

Pude comemorar na pratica que o formato da viagem deu certo, fazer uma Travessia em um país e outra em outro país no mesmo final de semana!

Voltamos todos ao hotel com objetivos cumpridos!!!

7º Dia – 13 de outubro – segunda – Aruba

Um dia off, cada um busca a atividade que mais interessava, alguns caminharam pela praia, outros fizeram compras. Fim de tarde fomos conhecer a Capelinha de Alta Vista, a primeira construída em Aruba, fica localizada em uma região isolada, com o mar ao fundo e rodeada de cactos.

O por do sol, dava um brilhos especial, e uma paz se podia sentir no coração!

Ninguém estava com pressa de ir embora!

4h

Descemos o morro, uma breve parada em um dos muiiitos mercados que pertencem a chineses na ilha, e fomos ver o farol!

8º Dia - 14 de outubro – segunda feira – Aruba para Panamá

5h

Último banho de mar para alguns, a Carol, alugou uma bike e saiu para ver os últimos recantos de Aruba.
A ultima refeição em Aruba, foi feita em um restaurante que pertence a uma brasileira, uma comida a quilo deliciosa.

Embarcamos rumo ao Panamá!

Nosso transporte estava nos esperando no aeroporto, a simpática motorista Clara, colombiana de Medelim, que a 5 anos morava no Panamá!

Após uma breve passada no hotel para deixar nossas bagagens, ela nos deixou no Albrook Mall, o maior Shopping da América Latina. A relação dos preços mudou muito, já não vale a pena fazer grandes compras no Panamá!

Na volta, alguns voltaram de taxi, eles tiveram a felicidade de serem conduzido por um motorista, muito simpático, o Heriberto!
Segundo o Assis, o homem mais feliz do mundo, ria de tudo!
Ele explicava tudo, e contava historias!

Vou deixar aqui o telefone do Heriberto, para quem precisar de um taxi no Panamá!
TAXI DO HERIBERTO – (507) 65945206

Outro grupo voltou de metro, experimentamos a espetacular nova linha de metro da Cidade do Panamá!

9º Dia – 15 de outubro – terça feira – Panamá para São Paulo

Primeira parada foi o Casco Antiguo, a parte antiga da cidade, que esta sendo completamente reformada!

Seguimos para conhecer a maior atração do Panamá, o Canal do Panamá. Demorou para passar o primeiro navio, mas decidimos esperar!
Valeu muito apena, passaram um pequeno veleiro, e dois grandes navios!

Nossa última parada foi no recém inaugurado Museu da Biodiversidade.
Breve passada no hotel, recolhemos nossa bagagem e seguimos para entrar em um dos muitos engarrafamentos da Cidade do Panamá!!!

Uma despedida com lagrimas de alegria no aeroporto e a certeza que nos veremos em breve em alguma outra viagem!

Quero agradecer a companhia e a parceria de todos!!!

Até Breve, Renato, Ione, Assis, Elita, Roberta, Camila, Carol, Chrystian e Flavia!

Todos os objetivos da viagem foram atingidos!

E os mistérios desvendados:
- Descobrir porque o “comandante do barco é triste”?
– Qual a tradução de pescador em Aruba?
– O que os feirantes que vem da Venezuela de Barco, que formam o mercado flutuante, levam (“contrabandeiam”) de volta pra Venezuela?
– Como é o nome “correto” de Bonaire?

Essas descobertas são privilégio dos viajantes!!!!

NÃO ACREDITE EM NADA QUE ESTA ESCRITO AQUI, VENHA VIVER SUAS PROPRIAS EXPERIENCIAS.

DEDICO ESSA VIAGEM A ELITA.

Obrigado,

Marcos Pinheiro.

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